Difference between revisions of "Aleixo, António"

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  Poeta. Polícia. Cauteleiro. Patrono do Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo, Portimão.
 
  Poeta. Polícia. Cauteleiro. Patrono do Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo, Portimão.
  
*'''Notas Biográficas'''<br />
 
  
'''António Aleixo''' destacou-se pela sua veia poética, sendo um dos mais reconhecidos poetas populares do nosso país. Desde muito jovem revelou arte para o improviso poético, impressionando pela forma repentista e singular do seu poetar. O encontro com Joaquim Magalhães, professor e Reitor do Liceu de Faro, durante a realização dos Jogos Florais de Faro, em 1937, deu lugar a uma parceria que fortificou na divulgação da sua obra levando o poeta a escrever:<br />
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'''António Aleixo''' destacou-se pela sua veia poética, sendo um dos mais reconhecidos poetas populares do nosso país. Desde muito jovem revelou arte para o improviso poético, impressionando pela forma repentista e singular do seu poetar. O encontro com Joaquim Magalhães, professor e Reitor do Liceu de Faro, durante a realização dos Jogos Florais de Faro, em 1937, deu lugar a uma parceria que fortificou na divulgação da sua obra levando o poeta a escrever:<br />
  
 
"Não há nenhum milionário <br />   
 
"Não há nenhum milionário <br />   

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Antonio-aleixo.jpg A.-aleixo-tóssam-desenho.jpg EstatuaAntonioAleixo.jpgTossan.jpg.jpg

  • António Fernandes Aleixo

Vila Real de Santo António, 18/02/1899 - Loulé 16/11/1949.

Poeta. Polícia. Cauteleiro. Patrono do Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo, Portimão.


António Aleixo destacou-se pela sua veia poética, sendo um dos mais reconhecidos poetas populares do nosso país. Desde muito jovem revelou arte para o improviso poético, impressionando pela forma repentista e singular do seu poetar. O encontro com Joaquim Magalhães, professor e Reitor do Liceu de Faro, durante a realização dos Jogos Florais de Faro, em 1937, deu lugar a uma parceria que fortificou na divulgação da sua obra levando o poeta a escrever:

"Não há nenhum milionário
que seja feliz como eu
tenho como secretário
um professor do liceu."

"O tal Aleixo, o poeta,
que dizem ser de Loulé
É uma figura incompleta
sem o Magalhães ao pé"

No Sanatório de Coimbra, durante o internamento, conheceu entre outros Tóssan, ali igualmente internado, e Miguel Torga, onde conviveu com ambos, em ambiente de profícua tertúlia.

Aleixo tossan1.jpg

  • Quando Começo a Cantar

Nem sempre temos razão;
nos defeitos que apontamos,
nem todas as coisas são
como nós as encaramos
...
De te ver fiquei repeso,
em vez de ganhar, perdi;
quis prender-te, fiquei preso,
e não sei se te prendi...
...
O homem sonha acordado,
sonhando a vida percorre...
e desse sonho dourado
só acorda quando morre!

  • Bibliografia

- Quando Começo a Cantar (1943)
- Intencionais (1945)
- Auto da Vida e da Morte (1948)
- O Auto do Curandeiro (1949)

A título póstumo foram publicados:

- O Auto do Ti Joaquim (1969)
-Este Livro que Vos Deixo' (1969)
-Inéditos – (1979)

  • Veja mais sobre António Aleixo nos seguintes links:

- Fundação António Aleixo
- Wikipédia
- No site da Câmara Municipal de Loulé lê-se que "(...) No ano da edição do primeiro livro, (...) conhece (...) Miguel Torga, dedicando, a este um poema: “Por não ter outros melhores/ Este meu livrinho ofereço/ Ao maior entre os maiores/ Poetas que eu conheço”