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		<title>Wikipédia de Autores Algarvios - New pages [en]</title>
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		<subtitle>From Wikipédia de Autores Algarvios</subtitle>
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		<title>Jerónimo, Rui</title>
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				<updated>2026-07-01T15:23:18Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Rui Jerónimo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''EM CONSTRUÇÂO'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;____________________&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&lt;br /&gt;
- '''''Algarve : tradições musicais,''''' 4 vols, Faro : Grupo Musical de Santa Maria ; São Brás de Alportel : Casa da Cultura António Bentes , '''1995-2002'''. Autores: coordenação de José Pedro de Jesus Martins, Rui Jerónimo e J. Cunha Duarte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Livros-PadreCunha a.jpg|1160px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pode clicar, na imagem acima, e depois voltar a clicar pra a ver maior. [https://drive.google.com/drive/folders/1OaLksjdGyI-0i1aeKYqJVxurLGW2QCiH?usp=sharing Aqui pode aceder a cada uma das capas acima.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Músico]][[Category:Faro]][[Category:PCI]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

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		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php/PCI</id>
		<title>PCI</title>
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				<updated>2026-07-01T14:54:11Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''PCI''' – '''Património Cultural Imaterial'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A UNESCO define o Património Cultural Imaterial como «as práticas, representações, expressões, conhecimentos e técnicas — juntamente com os instrumentos, objetos, artefactos e lugares culturais que lhes estão associados — que as comunidades, os grupos e, em alguns casos, os indivíduos reconhecem como parte integrante do seu património cultural».&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Património Cultural Imaterial é transmitido de geração em geração e permanentemente recriado pelas comunidades em função do seu ambiente, da sua interação com a natureza e da sua história. Este processo reforça o sentimento de identidade e de continuidade, contribuindo para a valorização da diversidade cultural e da criatividade humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Património Cultural Imaterial abrange, entre outras, as seguintes áreas:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradições e expressões orais, incluindo a língua como veículo do património cultural; Artes do espetáculo, como a música, a dança e o teatro tradicionais; Práticas sociais, rituais e eventos festivos; Conhecimentos e práticas relacionados com a natureza e o universo; Técnicas artesanais tradicionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na Etiqueta PCI da Wikialgarve.pt pretendemos reunir conteúdos relacionados com o Património Cultural Imaterial, abrangendo tradições, práticas, expressões e saberes que fazem parte da identidade cultural do Algarve. Integram-se aqui manifestações como a literatura oral, festas, ofícios tradicionais, música, costumes e outras formas de expressão transmitidas entre gerações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A wikialgarve, irá atribuir esta etiqueta/marcador a alguns dos autores que já fazem parte da plataforma, a novos autores que surjam e também a livros, autores e atividades que divulguem o PCI do Algarve.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Duarte, José da Cunha===&lt;br /&gt;
 [[File:PadreJoseCunhaDuarte-foto.jpg|40px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Duarte, José da Cunha |  Padre. Escritor. Capelão militar em São Tomé e Príncipe. Pároco em várias cidades. Em São Brás de Alportel dinamizou a Procissão de Aleluia - Festa das Tochas Floridas, fundou o Museu do Traje e também a Casa da Cultura António Bentes. Nesta cidade é o Patrono da Oficina de Sons. Frequentou o Seminário de Godim.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Oliveira, Ataíde===&lt;br /&gt;
 [[File:ataide-oliveira-fotop.jpg|40px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Oliveira, Ataíde |  Escritor. Historiador. Arqueólogo. Etnógrafo. Jornalista. Advogado. Conservador do Registo Predial. Padre. Figura maior da cultura algarvia. Frequentou os estudos preparatórios no Liceu de Faro e com 17 anos entrou no Seminário de S. José de Faro.  Concluiu as licenciaturas de Direito e de Teologia na universidade de Coimbra.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Jerónimo, Rui===&lt;br /&gt;
 [[File:Ruijeronimo.jpg|40px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Jerónimo, Rui | Professor. Músico. Escritor. É professor no Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira.]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php/Duarte,_Jos%C3%A9_da_Cunha</id>
		<title>Duarte, José da Cunha</title>
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				<updated>2026-06-22T21:26:45Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[File:1_foto_pcunha-em-2002-museu-sbras pt.jpg|221px]]&lt;br /&gt;
[[File:2_Padre_Cunha_Duarte-procissao-em-https folhadodomingo pt.jpg|333px]]&lt;br /&gt;
[[File:3_Padre_Cunha_Duarte-foto2-de-https folhadodomingo pt.jpg|353px]]&lt;br /&gt;
[[File:4_Livros-PadreCunha_b.jpg|212px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
*José da Cunha Duarte'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Bustelo, Penafiel, 26/01/1940 - 26/08/2025.&lt;br /&gt;
  Padre. Escritor. Capelão militar em São Tomé e Príncipe. Pároco em várias cidades. Em São Brás de Alportel dinamizou a Procissão de Aleluia - Festa das Tochas Floridas, fundou o Museu do Traje e também a Casa da Cultura António Bentes. Nesta cidade é o Patrono da Oficina de Sons. Frequentou o Seminário de Godim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;____________________&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Textos e Poemas para Leitura'''&lt;br /&gt;
* ''LINDA NOITE DE NATAL''&lt;br /&gt;
Linda noite de Natal,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Noite de grande alegria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Caminhava São José&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mais a sagrada Maria.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Caminhavam para Belém&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Para lá chegar de dia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas quando eles lá chegaram,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Já toda a gente dormia.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Bateram a todas as portas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas ninguém lhes acudia.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Foram dar a uma choupana&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Onde o boi bento dormia.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
São José foi buscar lume,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficou rezando Maria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas quando José voltou,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Já o Menino nascia.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ficou a Mãe sempre virgem&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sem saber o que fazia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Lançou as mãos à cabeça&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Do seu manto que trazia.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Fê-lo em quatro bocados&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O Menino que cobria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com lágrimas dos seus olhos,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Filho, eu te lavaria!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
in Algarve - Tradições Musicais, pág. 68.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* ''PRESÉPIO TRADICIONAL ALGARVIO - Excerto''&lt;br /&gt;
No século XIX, no barrocal algarvio, nove dias antes do Natal, preparava-se a casa para armar o presépio ou armar o Menino, em cima da cómoda que estava em frente da porta da casa de fora. No chão, à frente, ficava uma esteira de empreita, muitas vezes com motivos geométricos policromos. A cómoda era revestida com uma toalha branca e com larga renda pendente. Em cima, colocava-se um pequeno trono em escadaria, também conhecido por altarinho, escadaria, penha ou charola, que imitava o altar-mor da igreja. À medida que se elevava, os degraus eram mais estreitos. Outras vezes, colocavam-se as medidas de cereal, em escadaria, para se formar o trono. Este era coberto com um lençol ou toalhas de linho, com uma dobra de lençol de lindas rendas, com panos bordados pela dona da casa ou pelas filhas solteiras, onde abundavam motivos de cor azul e encarnada.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
[[File:Presepio-tradicional-algarvio--.jpg|354px]] [[File:2025presepioTomasCabreira-Biblioteca.jpg|451px]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;____________________&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Biografia''': &amp;lt;br /&amp;gt; &amp;quot;Sacerdote espiritano, foi, juntamente com o seu irmão gémeo, o padre Afonso da Cunha Duarte, ordenado em Carcavelos, Lisboa, no dia 11 de agosto de 1968 pelo arcebispo resignatário de Luanda, D. Moysés Alves de Pinho.&amp;lt;br /&amp;gt; Em 1981, [...]  veio para o Algarve e tomou posse como pároco de São Brás de Alportel, tendo acumulado com a paroquialidade de Santa Catarina da Fonte do Bispo em outubro de 1984, serviços que o sacerdote manteve até 2017.&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt; Em outubro de 1990 foi nomeado administrador paroquial de Cachopo e, em maio do ano seguinte, administrador paroquial de Olhão. Em janeiro de 1992 foi nomeado pároco de Santa Catarina da Fonte do Bispo e, em agosto do mesmo ano, pároco de Olhão, serviço que manteve até setembro de 1997. Fundou a Escola de Música Paroquial em 1982 e o Centro Cultural e Social da Paróquia de São Brás de Alportel em 1984, o Grupo Juvenil de Acordeonistas de São Brás de Alportel, a Casa da Cultura António Bentes em 1987 e, nas suas instalações, o Museu Etnográfico do Trajo Algarvio, atual Museu do Traje de São Brás de Alportel, que possui a maior recolha algarvia de trajo popular, alfaias e carros agrícolas, objetos de barro e empreita e arte sacra popular. Foi ainda fundador do escutismo em São Brás de Alportel.&amp;lt;br /&amp;gt; O sacerdote restaurou também a Procissão do Domingo de Páscoa, conhecida como a Festa das Tochas Floridas, tendo organizado igualmente os Jogos Florais de Aleluia e o concurso das Tochas Floridas, no dia de Páscoa, bem como encontros de poetas populares, o Festival de Jovens Acordeonistas e o Encontro de Charolas na quadra natalícia. Em 1983 iniciou a recolha etnográfica no concelho de São Brás de Alportel e percorreu o Algarve recolhendo canções, tradições populares e objetos para um futuro museu.&amp;lt;br /&amp;gt; No que toca à recuperação de tradições publicou diversas obras como “Natal no Algarve – Raízes medievais” (2002), “Natal no Algarve II – Teatro” (2006) e “Páscoa no Algarve – Procissão das Tochas Floridas” (2010). Foi ainda o dinamizador da Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel de que foi vice-provedor e secretário.&amp;lt;br /&amp;gt; Foi distinguido pela Câmara de Faro no dia 10 de outubro de 1988 com a Medalha Municipal – Grau Ouro, pela Câmara de Tavira no dia 24 de junho de 2006 com a Medalha Municipal de Mérito – Grau Prata e pela Câmara de São Brás de Alportel com a Insígnia Municipal de Honra no dia 1 de junho de 2014&amp;quot;. In [https://www.avozdoalgarve.pt/d/faleceu-o-padre-jose-da-cunha-duarte-que-serviu-o-algarve-durante-36-anos/88109 A Voz do Algarve.]&amp;lt;br /&amp;gt; &amp;quot;Grande parte do seu ministério exerceu-o em comunidade espiritana com o seu irmão Afonso Duarte. Ao longo destas três décadas, dinamizou a Santa Casa da Misericórdia de São Brás de Alportel; empenhou-se na construção de alguma capelas; fundou a Escola de Música Paroquial, o Centro Sociocultural da Paróquia e o Grupo Juvenil de Acordeonistas; promoveu a criação da Casa da Cultura António Bentes e do Museu Etnográfico do Trajo Algarvio; reinstituiu a Procissão de Aleluia, no Domingo de Páscoa; apoiou a instalação do Corpo Nacional de Escutas, Agrupamento 1330 de São Brás de Alportel e promoveu a criação do grupo de Cáritas Diocesana que trabalha em articulação com os Serviços Sociais da Câmara Municipal de São Brás d’Alportel.&amp;lt;br /&amp;gt; O seu interesse pela comunicação levou-o a criar boletins de informação nas várias paróquias por onde passou e, em 1998, o jornal mensal VilAdentro. Juntamente com o seu irmão P. Afonso Cunha, fez vários estudos e publicou as obras “Natal no Algarve – Raízes Medievais” e o “Natal no Algarve II – Teatro”.&amp;lt;br /&amp;gt; Em 2018, o P. José Cunha deixou o Algarve para passar a residir na casa de família em Penafiel&amp;quot;. In [https://espiritanos.pt/p-jose-da-cunha-duarte/ espiritanos.pt.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;____________________&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&lt;br /&gt;
- '''''Natal no Algarve : raízes medievais,''''' 550 [1 + 16] p., Lisboa : Colibri, '''2002'''. Notas: Estudo detalhado sobre as tradições de Natal no Algarve. Introduz a obra com uma investigação dos escritos da Igreja sobre o tema; as origens das tradições natalícias do Algarve ; as devoções; os imaginários; os cânticos de Natal e as charolas, por temas e regiões do Algarve; os cantares do Ano Novo e os grupos janeireiros e a doçaria natalícia.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Algarve : tradições musicais,''''' 4 vols, Faro : Grupo Musical de Santa Maria ; São Brás de Alportel : Casa da Cultura António Bentes , '''1995-2002'''. Autores: coordenação de José Pedro de Jesus Martins, Rui Jerónimo e J. Cunha Duarte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Natal no Algarve II : teatro,''''' 301 p., São Brás de Alportel : Casa da Cultura António Bentes, '''2006'''. Autores: irmão e padres José da Cunha Duarte e Afonso da Cunha Duarte, sendo este último professor na Escola Poeta Bernardo Passos.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Páscoa no Algarve : procissão das tochas floridas,''''' 367 [1] p., São Brás de Alportel : Casa da Cultura António Bentes, '''2010'''. Autores: irmão e padres: José da Cunha Duarte e Afonso da Cunha Duarte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Corpo de Deus : festa do triunfo eucarístico,''''' 416 p., São Brás de Alportel : Casa da Cultura António Bentes, Museu do Trajo Algarvio, 2016.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A lista acima foi feita a partir dos catálogos online da [https://biblioteca.cm-sbras.pt/Opac/Pages/Search/Results.aspx?Database=10073_FUSAO&amp;amp;SearchText=AUT=%22Duarte,%20Jos%C3%A9%20da%20Cunha,%20Padre,%201940-2025%22 BMSBA] e da [https://biblioteca.ualg.pt/Opac/Pages/Search/Results.aspx?SearchText=AUT%3dcunha%2c+jos%c3%a9%25&amp;amp;Profile=Default&amp;amp;DataBase=10121_FUSAO UAlg.] e [https://biblioteca.cm-faro.pt/Opac/Pages/Search/Results.aspx?SearchText=AUT%3dJer%c3%b3nimo%2c+Rui%25&amp;amp;DataBase=105297_GLOBAL&amp;amp;Operator= BMF].&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Livros-PadreCunha a.jpg|1160px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pode clicar, na imagem acima, e depois voltar a clicar pra a ver maior. [https://drive.google.com/drive/folders/1OaLksjdGyI-0i1aeKYqJVxurLGW2QCiH?usp=sharing Aqui pode aceder a cada uma das capas acima.]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* O Presépio Tradicional Algarvio nos livros nos livros do '''Padre Cunha''' e na '''Biblioteca''' da Escola Tomás Cabreira&lt;br /&gt;
A Escola Tomás Cabreira, há vários anos, monta e apresenta o Presépio Tradicional Algarvio, recorrendo também a excertos das obras do Padre Cunha como apoio à preparação de apresentações e visitas guiadas. Seguem-se algumas imagens de diferentes edições do Presépio Tradicional Algarvio realizado na Biblioteca.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Presepio-tomascabreira-2003-2025.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Presépios ''Tomás Cabreira'' 2003-2025.''' [https://drive.google.com/file/d/1-20CVzPR-umLwp4ps1AGJQYl93vK_px9/view?usp=sharing Clique aqui] para ver maior a imagem acima. Pode ver cada imagem individualmente na seguinte [https://drive.google.com/drive/folders/1Ifucs3ksDi79SErnc3E4ARQCKD7G2jvw?usp=sharing página do Google Drive].&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;____________________&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre o '''Padre Cunha''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
- 2002 - [https://www.museu-sbras.com/livro_natal.htm?utm_source=copilot.com Notícia no '''site''' do Museu do Traje] sobre a apresentação do livro '''Natal no Algarve''' : raízes medievais, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2006 - [https://agencia.ecclesia.pt/portal/obra-inedita-da-a-conhecer-autos-natalicios-do-algarve/?utm_source=copilot.com Obra inédita] dá a conhecer autos '''natalícios''' do '''Algarve''': “'''Natal Tradicional''' II : '''teatro'''&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2016 - [https://www.cm-sbras.pt/pt/agenda/5218/apresentacao-de-livro-jose-cunha-duarte---corpo-de-deus.aspx#prettyPhoto Apresentação do Livro] de José Cunha Duarte; Corpo de Deus - Festa do Triunfo Eucarístico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2017 - [https://www.sulinformacao.pt/2017/04/livro-sobre-origens-e-tradicoes-da-pascoa-e-apresentado-em-lagos/ Notícia no Sul Informação]: Livro sobre origens e tradições da Páscoa é apresentado em Lagos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2017 - [https://www.cm-sbras.pt/pt/noticias/6242/prior-jose-da-cunha-duarte--um-percurso-de-luz-e-inspiracao.aspx Artigo] Prior José da Cunha Duarte | Um percurso de luz e inspiração, de Vitor Manuel Martins Guerreiro, presidente da Câmara de S. Brás de Alportel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2024 - Artigo no jornal a [https://folhadodomingo.pt/fundador-do-museu-do-traje-de-s-bras-de-alportel-lamenta-a-sua-situacao-atual/ Folha de Domingo:] Fundador do Museu do Traje de S. Brás de Alportel lamenta a sua situação atual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2025 - Crónica de Faro por '''João Leal''', no [https://jornaldoalgarve.pt/um-operario-de-cristo-que-lutou-pelo-algarve/ Jornal do Algarve] : Um '''“operário de Cristo” que lutou pelo Algarve'''.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2025 - [https://jornaldoalgarve.pt/oficina-dos-sons-de-s-bras-eterniza-memoria-do-padre-jose-da-cunha-duarte/ Notícia do Jornal do Algarve] &amp;quot;Oficina dos Sons de S. Brás eterniza memória do Padre José da Cunha Duarte&amp;quot;, onde se pode ler: &amp;quot;A Oficina dos Sons de São Brás de Alportel passou a designar-se “Oficina de Sons Padre José da Cunha Duarte”, em homenagem ao padre que marcou profundamente a vida cultural, social e comunitária do concelho&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2025 - São Brás de Alportel aprova '''inscrição''' da Procissão da Aleluia no '''Inventário''' do [Património Cultural Imaterial https://rr.pt/noticia/religiao/2025/09/17/algarve-sao-bras-de-alportel-aprova-inscricao-da-procissao-da-aleluia-no-inventario-do-patrimonio-cultural-imaterial/440152/].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Livro disponibilizado online pelo [https://museu-sbras.com/biblioteca/pdf/2392.pdf Museu do Traje] e que começa com &amp;quot;Em 1982, o Padre José da Cunha Duarte, exercendo o seu ministério paroquial em '''S. Brás de Alportel''', desenvolve por todo o concelho uma série de '''iniciativas''' de carácter '''cultural''', '''social''' e '''religioso'''. É neste contexto que funda uma Escola de Música e o Centro Cultural e Social da Paróquia, que passa a dinamizar uma intensa '''recolha etnográfica''' que se estende por todo o concelho.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Padrecunhafotosdenoticias 2.jpg|1160px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[https://drive.google.com/drive/folders/1X6uy2ok0o7J5gqepbku6ugU9z0WcsQe7?usp=sharing Estas imagens são ilustrativas das notícias acima.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:PCI]][[Category:Penafiel]][[Category:S. Brás de Alportel]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php/Oliveira,_Ata%C3%ADde</id>
		<title>Oliveira, Ataíde</title>
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				<updated>2026-06-18T13:08:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[File:Ataide-oliveira-AI-da-foto1913-no-jornalAMocidade.jpg|214px]] [[File:ataide-oliveira-foto1913-no-jornalAMocidade.jpg|214px]] [[File:Ataide-oliveira-foto-no-blog-oacordado wordpress com.jpg|176px]] [[File:AtaideOliveira-1912-FotoNaMonografiaDePorches.jpg|183px]] [[File:Ataide-oliveira-foto1915-IlustracaoPortuguesa-n511-aquando-da-sua-morte e tambem-na-wikipedia.jpeg|146px]] [[File:Ataide-oliveira-AI-de foto1915-IlustracaoPoruguesa-n511-aquando-da-sua-morte e tambem-na-wikipedia.png|136px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Francisco Xavier de '''Ataíde Oliveira'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Algoz, Silves, 2/10/1842 - Loulé, 22/11/1915.&lt;br /&gt;
  Escritor. Historiador. Arqueólogo. Etnógrafo. Jornalista. Advogado. Conservador do Registo Predial. Padre. Figura maior da cultura algarvia. Foi aluno no[[:Category:Agr. João de Deus, em Faro | Liceu de Faro / Escola Secundária de João de Deus.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''''Textos e Poemas para Leitura'''''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* ''OS SENTIDOS DO AMOR''&lt;br /&gt;
Primeiro de certo é ver,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sempre a esse o meu desejo;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Olho por um e outro lado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Cá por mim nunca te vejo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Já o segundo é ouvir&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu por mim nãoo ouço nada,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Senão  suspiros e ais&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que se m'apartam d'est'alma.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
o terceiro é cheirar bem&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Um  raminho de alecrim;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Todas as paixões s'acabam&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Só a minha não tem fim.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quanto ao quarto esse é gostar,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas que gosto posso eu ter;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ausente do bem que adoro&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mais me vale já morrer.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O quinto é apalpar,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Só em ti apalparei&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Se fores firme e constante,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Só morto te deixarei.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pág. 179 do Romanceiro e Cancioneiro do Algarve&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Áudio por Isabel S., 12.º ano, AETC, 2026.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[https://drive.google.com/file/d/1j5XDrpaibC3O6hUjrcXydDWFe2RxGInG/view?usp=sharing Vídeopoema por Luísa J., 12º D, AETC, 2026.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* ''UMA CANTIGA POPULAR''&lt;br /&gt;
Em muitas casas, principalmente no campo, usam de calar as crianças, colocando-as sobre a perna direita, balouçando-a e cantando os seguintes versos: &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — Maria Pires&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — que fazeis vós cá&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — faço filhoses&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — não tenho sal&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — vai-o buscar&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — buscar aonde&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — casa do conde&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — que é desse conde&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — está no mato&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — que é desse mato&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — queimou o fogo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — que é  desse fogo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — apagou água&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — que é dessa água&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — beberem bois&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — que é desses bois&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — debulharam trigo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — que é desse trigo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — comeram pôlas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — que é dessas pôlas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — s'tão pond'os ovos&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — que é desses ovos&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — comeram frades&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — que é desses frades&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — dizem a missa&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — que é dessa missa&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tinqlin-tim — está já dita.&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pág. 221, Contos Tradicionais do Algarve&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://drive.google.com/file/d/1kW-HjT_R5mca80Katjg7b5RRbN3G_-kG/view?usp=sharing]][https://drive.google.com/file/d/1kW-HjT_R5mca80Katjg7b5RRbN3G_-kG/view?usp=sharing  Uma Cantiga Popular - lido por Giovanna G, 12.º ano, AETC, 2026.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* ''A MOURA DE FARO''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faro é hoje a capital do Algarve. No tempo em que os sarracenos dominavam nesta província, era Faro de pouca importância, comparada com Silves ou&lt;br /&gt;
Tavira. &amp;lt;br /&amp;gt; D. Afonso III tomou o castelo de Faro em 23 de Fevereiro de 1249. &amp;lt;br /&amp;gt; [..] Diz a lenda:&amp;lt;br /&amp;gt;Parte das forças que atacaram o castelo de Faro fôra colocada no largo atualmente chamado de S. Francisco, e estas forças eram comandadas por um brioso oficial, robusto e formoso rapaz, solteiro. Este oficial pôde ver em certa ocasião a formosa e gentil filha do governador mouro e dela ficou enamorado.&amp;lt;br /&amp;gt; A presença agradável e o aspecto belicoso do nosso oficial não passaram despercebidos à moura, e esta, em breve tempo, estava em relações amorosas com o valente oficial, por intermédio de um seu escravo, também mouro, e que conhecia perfeitamente as línguas portuguesa e sarracena.&amp;lt;br /&amp;gt; Em certo dia conseguiu o oficial que a sua namorada o recebesse em curto rendez-vous dentro do castelo, combinando-se que o mouro intermediário lhe abrisse, alta noite, a porta, hoje da Senhora do Repouso. Antes da noite dirigiu-se o oficial a algum dos seus camaradas e disse-lhes: ...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pode [https://al34908.wixsite.com/meusite ver o texto completo e ouvir esta lenda] no separador &amp;quot;A Lenda de Faro - Lenda&amp;quot;, do menu &amp;quot;Autores Algarvios&amp;quot;, [https://al34908.wixsite.com/meusite no site] da Matilde V., 12.º E, 2026.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;____________________&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Biografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ataíde de Oliveira foi uma das mais destacadas figuras algarvias do final do século XIX e do início do século XX. Historiador, etnógrafo, jornalista, advogado e escritor, é considerado uma das personalidades mais relevantes da cultura algarvia.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Frequentou o Liceu de Faro e o Seminário de São José, em Faro, prosseguindo depois os seus estudos na Universidade de Coimbra, onde concluiu as licenciaturas em Teologia e em Direito. Foi ordenado sacerdote católico, embora não tenha desenvolvido uma carreira pastoral prolongada, dedicando-se sobretudo às atividades intelectuais e profissionais.&amp;lt;br /&amp;gt; Fundou e dirigiu o jornal O Algarvio e colaborou em diversos periódicos, afirmando-se igualmente como um prolífico investigador e divulgador da história, da arqueologia, da etnografia e das tradições populares do Algarve. Licenciado em Direito, exerceu advocacia em Loulé e desempenhou, durante cerca de trinta anos, o cargo de Conservador do Registo Predial da comarca, que constituiu a sua principal atividade profissional remunerada. &amp;lt;br /&amp;gt; Ataíde de Oliveira deixou uma vasta obra dedicada ao Algarve, onde se destacam estudos históricos, monografias de diversas localidades, recolhas de contos, lendas, romances e canções tradicionais, contribuindo decisivamente para a preservação da memória e do património cultural da região. A sua produção continua a constituir uma referência incontornável para o conhecimento da história e da identidade algarvias.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;____________________&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''''Biografia de D. Francisco Gomes do Avelar : Arcebispo-Bispo do Algarve''''', 409 p., Porto : Typographia Universal, '''1902'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Contos infantis''''', 235 p., Faro : Tipografia do Algarve e do Alentejo, '''1897'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Contos tradicionaes do Algarve''''', 526 p., Porto : Tipografia Universal, '''1905''' [2 volumes em edições posteriores].&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Memórias para a história eclesiástica do Bispado do Algarve''''', 315 p. Porto : Tipographia Universal, '''1908'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Monografia do Algoz''''', 258 p., Faro : Algarve em Foco, '''1987'''. Reprodução facsimilada de: Lisboa: Imprensa Lucas, '''1905'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''A monografia de Alvor''''', 272 p., Porto : Livraria Figueirinhas, '''1907'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Monografia de Estoi : a vetusta Ossonoba''''', 199 p. Porto : Companhia Portuguesa Editora, '''1914'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Monografia de Estombar : concelho de Lagoa''''', 255 [VII + 27] p., Faro : Algarve em Foco, 1987. Ed. fac-simile de: Porto : Typographia Universal, '''1911'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Monografia do concelho de Loulé''''', 358 p., Porto : Typographia Universal, '''1905'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Monografia da Luz de Tavira''''', 235 p., Porto : Empresa Gráfica A Universal, '''1913'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Monografia do concelho de Olhão da Restauração''''', 365 p., Porto : Typographia Universal, '''1906'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Monografia de Paderna ou Paderne do concelho de Albufeira''''', 249 p., Porto : Livraria Portuense, '''1910'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Monografia de Porches : concelho de Lagoa''''', 191 [IX + 22] p., Faro : Algarve em Foco, 1987. Ed. fac-simile de: Porto : Tipografia Universal, '''1912'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Monografia de São Bartolomeu de Messines''''', 266 p. Faro : Algarve em Foco, 1987., Ed. fac-simile de: Porto : Livraria Lopes &amp;amp; C.ª, '''1909'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Monografia do concelho de Vila Real de Santo António''''', 297 [18] p., Faro : Algave em Foco, 3.ª ed, 1999.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''As mouras encantadas e os encantamentos no Algarve''''', 302 p., Lisboa : Arquimedes Livros, 2010. Ed. fac-simile de: Tavira: Typographia Burocrática, '''1898'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Romanceiro e cancioneiro do Algarve : contos tradiccionais do Algarve''''', 432 p., Porto : Typographia Universal, '''1905'''.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Listamos aqui o seguinte livro para chamar a atenção de que '''não é de Ataíde''', embora algumas bibliotecas o possam indicar como tal. É de Francisco Xavier de Oliveira, também conhecido como Cavaleiro de Oliveira.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Viagem à Ilha do Amor''''', 139 [4] p., Porto : Caixotim, 2001. Ed. facsimilada de: Haia, '''1744'''. &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A talho de foice, fica também aqui a referência ao livro de João Baptista da Silva Lopes, que, embora tenha o mesmo título do quarto livro desta lista, é outro livro, com outras memórias, de outro autor. Ataíde colocou um subtítulo no seu livro: '''''Continuação'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''''Memórias para a história ecclesiastica do Bispado do Algarve''''', 654 p.; Lisboa : Tipografia da Academia Real das Sciencias de Lisboa, 1848.			&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A lista acima foi feita a partir dos catálogos online da [https://biblioteca.cm-faro.pt/Opac/Pages/Search/Results.aspx?Database=105297_BMFARO&amp;amp;SearchText=AUT=%22Oliveira,%20Francisco%20Xavier%20de%20Ata%C3%ADde%22 BMF] e da [https://biblioteca.ualg.pt/Opac/Pages/Search/Results.aspx?SearchText=PAU%3dataide%25+AND+PAU%3doliveira%25+AND+PAU%3dfrancisco%25&amp;amp;DataBase=10121_FUSAO&amp;amp;Operator= UAlg.].&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Capas1-livros-ataideOliveira.jpg|600px]][[File:Capas2-livros-ataideOliveira.jpg|600px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Capas3-livros-ataideOliveira.jpg|600px]][[File:Capas4-livros-ataideOliveira.jpg|600px]]&amp;lt;br /&amp;gt;([https://drive.google.com/drive/folders/1m0MAlUVQKakxnlpVGM9T5Dxia-QX20Pf?usp=sharing Aqui pode encontrar as imagens das capas acima.])&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;____________________&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Livros disponíveis para download:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode [https://drive.google.com/drive/folders/1blbWK7rFugPY4P-IrQE1KaoBwNNeqRbz?usp=sharing descarregar gratuitamente] versões em PDF de 12 obras da lista acima, que se encontram em domínio público, ou seja, já não estão protegidas por direitos de autor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Disponibilizamos as seguintes obras de Ataíde Oliveira: ''Contos Tradicionais'' (1.º volume), ''As Mouras Encantadas'', ''Romanceiro e Cancioneiro do Algarve'' e as monografias de ''Algoz'', ''Alvor'', ''Loulé'', ''Olhão'', ''Porches'', ''Messines'' e ''Vila Real de Santo António''.&amp;lt;br /&amp;gt; Estão também disponíveis para download Viagem à Ilha do Amor'', de Francisco Xavier de Oliveira, e ''Memórias para a História Eclesiástica do Bispado do Algarve'', de João Baptista da Silva Lopes.&amp;lt;br /&amp;gt; Clique [https://drive.google.com/drive/folders/1blbWK7rFugPY4P-IrQE1KaoBwNNeqRbz?usp=sharing aqui] ou numa das capas abaixo para aceder à pasta do Google Drive da wikialgarve.pt, onde encontrará todos os livros disponíveis para consulta e download.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Livros-de-Ataide-para-download.jpg|link=https://drive.google.com/drive/folders/1blbWK7rFugPY4P-IrQE1KaoBwNNeqRbz?usp=sharing]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;____________________&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Publicações sobre (ou com referências a) Ataíde Oliveira''' disponíveis — na sua maioria — online na plataforma ''[https://sapientia.ualg.pt'' Sapientia]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 1995 - '''''Acerca do romanceiro e cancioneiro do Algarve de Ataíde Oliveira''''', artigo científico de '''Vanda Anastácio'''. (A ligação para o download, na Sapientia, está a remeter para um artigo de outro autor.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2000 - '''''O imaginário popular na obra de Ataíde Oliveira''''', capítulo de '''José Carlos Vilhena Mesquita''', no livro '''''O Algarve encantado na obra de Carlos Porfírio'''''. Este livro &amp;quot;resulta da simbiose entre a recolha oral feita por Ataíde de Oliveira no final do séc. XIX e as 9 pinturas realizadas por Carlos Porfírio, em meados do século XX&amp;quot;. [https://sapientia.ualg.pt/bitstreams/e9c60920-bdf0-48da-9ff0-db564d84a5dd/download DOWNLOAD].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2001 - '''''Portuguese jocular and novellistic tales in Francisco Xavier de Ataíde Oliveira's collection of folktales from Algarve''''', artigo científico de '''Lise Lynaes'''. [https://sapientia.ualg.pt/bitstreams/7f06b2b7-58fc-4620-ac0b-4df1c4475ebe/download DOWNLOAD]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2003 - '''''O imaginário fantástico nos contos tradicionais do Algarve recolhidos por Ataíde Oliveira''''', artigo de '''Margarida Tengarrinha''' na revista Al-Úlyá, n.º 9, pág. 111–118, Loulé, 2003. Fica também aqui a indicação de outro artigo da mesma autora: '''O imaginário fantástico nos &amp;quot;Contos tradicionais do Algarve&amp;quot;''', publicado no livro 6.º Congresso do Algarve : Racal Clube, '''1990''', pág. 111-116.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2006 - '''''O monografismo algarvio - O pioneirismo de Ataíde Oliveira''''', artigo científico de '''José Carlos Vilhena Mesquita'''. [https://sapientia.ualg.pt/bitstreams/83d5bc1f-0772-494f-8f97-ca5aa52ae7a9/download DOWNLOAD]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2012 - '''''Contributo para o estudo da literatura oral no Algarve''''', Mestrado de '''Elisabete Andrade Reis'''. [https://sapientia.ualg.pt/bitstreams/19f30c06-ed87-4fab-8912-03d7d15ba53b/download DOWNLOAD]. [https://sapientia.ualg.pt/entities/publication/204b86bf-4d34-4dd8-aebf-38d183961718 Página para descarregar anexos].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Publicacoes-e-artigos-sobre-ataide capas.png|700px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;____________________&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Ataíde Oliveira''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- '''Publicação de 2015'' da [https://rededearquivosdoalgarve.wordpress.com/wp-content/uploads/2015/11/2015_11-exposicao-arquivo-novembro.pdf Rede de Arquivos do Algarve] onde se pode ler que: os seus pais &amp;quot;mandaram os seus dois filhos, Francisco e João, frequentar os estudos preparatórios no '''Liceu de Faro'''&amp;quot; e que &amp;quot;Francisco Xavier mostrou vocação para a vida eclesiástica tendo-se matriculado a 28 de setembro de 1861, ainda com 17 anos, no '''Seminário de S. José de Faro'''&amp;quot; e também que concluiu, na '''Universidade de Coimbra''', duas licenciaturas: &amp;quot;'''Direito''', que concluiu a 11 de junho de 1874, e '''Teologia''', que terminou a 8 de junho de 1875&amp;quot;.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- '''Artigo''' &amp;quot;Ataíde de Oliveira ('''1842/3?''' – 1915) – qual o verdadeiro '''ano de nascimento?'''&amp;quot;, no [https://oacordado.wordpress.com/2018/03/20/ataide-de-oliveira-uma-retificacao/ blog-wordpress O Acordado].&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Foto-de-olhao-1906-na-monografia-de-olhao-de-ataide-oliveira.jpg|376px]] [[File:Ilustracao-1900-em-contros-tradicionais-de-AtaideOliveira.jpg||144px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Imagens em livros de Ataíde Oliveira.&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Silves]][[Category:Faro]][[Category:Loulé]][[Category:PCI]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php/Andrade,_Jo%C3%A3o_de_Deus_dos_Reis</id>
		<title>Andrade, João de Deus dos Reis</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php/Andrade,_Jo%C3%A3o_de_Deus_dos_Reis"/>
				<updated>2026-05-27T14:35:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt;Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:''' (em construção)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

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