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		<title>Wikipédia de Autores Algarvios - User contributions [en]</title>
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		<title>Andrade, João de Deus dos Reis</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt;Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:''' (em construção)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt;Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt;Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;hr /&gt;
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&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt;Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;br /&gt;
[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

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		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Andrade,_Jo%C3%A3o_de_Deus_dos_Reis&amp;diff=63185</id>
		<title>Andrade, João de Deus dos Reis</title>
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				<updated>2026-05-27T14:46:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt;Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;br /&gt;
[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt;Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
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[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt;Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt; Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. &amp;lt;br /&amp;gt;  Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt; Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. &amp;lt;br /&amp;gt;  Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Andrade,_Jo%C3%A3o_de_Deus_dos_Reis&amp;diff=63182</id>
		<title>Andrade, João de Deus dos Reis</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Andrade,_Jo%C3%A3o_de_Deus_dos_Reis&amp;diff=63182"/>
				<updated>2026-05-27T14:40:33Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt; Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt; Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. &amp;lt;br /&amp;gt;  Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;br /&gt;
[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt; Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. &amp;lt;br /&amp;gt;  Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
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Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

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		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Andrade,_Jo%C3%A3o_de_Deus_dos_Reis&amp;diff=63181</id>
		<title>Andrade, João de Deus dos Reis</title>
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				<updated>2026-05-27T14:37:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt; Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Andrade,_Jo%C3%A3o_de_Deus_dos_Reis&amp;diff=63180</id>
		<title>Andrade, João de Deus dos Reis</title>
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				<updated>2026-05-27T14:35:28Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: Created page with &amp;quot;File:reisdandrade.jpg&amp;lt;br /&amp;gt;  *'''Reis d'Andrade''' Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998 João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3...&amp;quot;&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;[[File:reisdandrade.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Reis d'Andrade'''&lt;br /&gt;
Olhão, 26-5-1932 - 15-3-1998&lt;br /&gt;
João de Deus dos Reis Andrade Nasceu na Fuzeta, Olhão, 26-5-1932 e faleceu em Faro, 15-3-1998.&amp;lt;br /&amp;gt; Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, chefe da Secção &amp;quot;Lotas e Vendagem de Peixe&amp;quot;. Figura incontornável da cultura olhanense. Fundou várias associações artísticas e culturais e levou as suas peças teatrais a todo o Algarve. &amp;lt;br /&amp;gt;  Frequentou a [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreia.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''º 1000- ANO 20°'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quando recebi o convite do saudoso José Barão era quase um moço pequeno. Há vinte anos, imaginem! Aonde os cabelos brancos, as rugas, as saudades, as preocupações e a úlcera?&amp;lt;br /&amp;gt; Contudo, já escrevia para os jornais e José Barão conheceu-me através de   &amp;quot;O Século&amp;quot; onde desempenhava as funções de redactor com grande brio profissional, (ele). Todavia, a ideia de fundar um semanário regionalista não lhe saía da mente e, amando como amava a província do Algarve, amadureceu o projecto e lançou para a luz radiante do sol da nossa terra, o jornal que ainda hoje se publica em Vila Real de Santo António.&lt;br /&gt;
E em boa hora o fez para defesa dos interesses algarvios, donde ressaltavam os assuntos e problemas locais, analisados e mencionados por colaboradores de honestidade comprovada. &amp;lt;br /&amp;gt; No que se refere a Fuzeta, tem esta importante localidade piscatória sido objecto de reportagens, crónicas, notícias, poemas, contos, nas páginas deste semanário desde o seu início. E verdade; desde o número um. Que os meus camaradas colaboradores ou cronistas me perdoem, mas é com orgulho que declaro que, a Branca Noiva do Mar está presente no Jornal do Algarve desde o dia 30 de Março de 1957. &amp;lt;br /&amp;gt; Com a morte do seu Director, a dedicação à Fuzeta não se apagou, tendo surgido ainda novos colaboradores para manter bem acesa a chama defensiva dos interesses desta terra.&lt;br /&gt;
Se às vezes nas suas colunas falha por ventura o nome da Fuzeta, isso não é mais do que simples contratempo (falta de espaço, atraso na composição, e sobretudo falta de assunto). Sim, porque nem todos os leitores tem pachorra de aturar as diatribes de Policarpo; os discursos prolixos de Lopinhos; as conferências do professor Aldrabako ou as poesias salobres do signatário. Isto, sem falar da barra! Porque esse assunto.. Já José Barāo dizia: &amp;quot; Se a barra da Fuzeta não for desassoreada, não é por causa do Jornal do Algarve!&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;Reis d'Andrade&amp;lt;br /&amp;gt;In &amp;quot;Crónicas do Alto da Torre&amp;quot; sobre o início da sua colaboração no jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Bibliografia''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''O Auto dos Cravos Vermelhos''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Crónicas do Alto da Torre''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Lenda das Duas Cidades''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Histórias da Minha Aldeia''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''A Branca Noiva do Mar''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Os Filhos do Ti Leandro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Alguidares de Barro''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- ''Quem conta um Conto...''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Reis d'Andrade''' nos seguintes '''links:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Num recente post o Dr. Vilhena Mesquita  in facebook de VM, 10-10-2020. relembra a figura de Reis Andrade, a propósito do falecimento da sua esposa , que sempre lutou para que &amp;quot;os algarvios não esquecessem a sua memória nem a sua obra literária&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo texto aproveita para citar algumas &amp;quot;grandes figuras da cultura algarvia...injustamente esquecidas&amp;quot; como:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emmanuel Correia, José Manuel Pereira, José Diogo Cabrita, Rodrigues Neto, Dr. Jorge Correia, Garcia Domingues,  Elvira Rocha Gomes, Quina Faleiro, Fonseca Domingues, Vivaldo Beldade, Abílio Gouveia, Fernando Mascarenhas, Antero Nobre, Aníbal Guerreiro e Luís Pereira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse mesmo post,  Brito Figueira, antigo aluno da Escola Tomás Cabreira, comenta  que  além de ter sido seu colega, recorda-se que :&amp;quot;Então, além da &amp;quot;veia&amp;quot; que despertava, era o sentido de humor. Fazíamos roda à volta dele...&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Artigo de Vilhena Mesquita sobre Reis d 'Andrade, in blogue Algarve - História e Cultura, 16-08-2009 encontra-se informação bastante completa sobre o autor e a sua personalidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Faro]][[Category:Olhão]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Main_Page&amp;diff=63179</id>
		<title>Main Page</title>
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				<updated>2026-05-27T11:58:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Autores Portugueses do Algarve'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Autores e ligações às suas escolas básicas e secundárias.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Espaço de promoção da leitura e de divulgação da nossa memória coletiva.''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:logo-wiki-algarte-2020.png]][https://agr-tc.pt/contarte/index.php?title=Legendas_foto_inicial_130_autores  legenda.*]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Introdução | Introdução]] | [[Ficha técnica | Ficha técnica]]  |  [[Contactos | Contactos]]  |  [[ESPECIAL 50 anos do 25 de Abril | Especial 25 de Abril - 50 Anos - Leituras em Liberdade]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Alguns Destaques de Leituras em Liberdade:&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Episodio1nataliac.jpg|150px|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-1-natalia-correia-por-alunos-do-aet]]&lt;br /&gt;
[[File:6.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-6-miguel-torga-por-alunos-do-aetc-jm-e-tc]]&lt;br /&gt;
[[File:7.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-7-manuel-alegre-por-alunos-do-aetc-jm-e-tc]]&lt;br /&gt;
[[File:17.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-17-leao-tolstoi]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:29.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-29-friedrich-nietzsche]]&lt;br /&gt;
[[File:34.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/ep34-leituras-em-liberdade-federico-garcia-lorca]]&lt;br /&gt;
[[File:42.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc-tomas-cabreira-faro/leituras-em-liberdade-ep-42-jean-paul-satre]]&lt;br /&gt;
[[File:49.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc-tomas-cabreira-faro/leituras-em-liberdade-ep49-casimiro-de-brito]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Mais leituras:&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/ManuelAlegre-AsMaos-por-CarolinaM-12-2-2024.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/ManuelAlegre-AsMaos-por-CarolinaM-12-2-2024.mp3  Manuel Alegre - As Mãos - lido por Carolina M. do 12.º. 2024,]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/JoseAfonso-CantarAlentejano-CatarinaEufemia-porJoaoQ-12-.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/JoseAfonso-CantarAlentejano-CatarinaEufemia-porJoaoQ-12-.mp3 José Afonso - Cantar Alentejano (Catarina Eufémia) - lido por João Q. 12.º.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBrito_PoemaUmPoucoMais_por_BeatrizLua.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBrito_PoemaUmPoucoMais_por_BeatrizLua.mp3 Casimiro de Brito - Um Pouco Mais - Lido por Beatriz L. do 12.º.]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://soundcloud.com/contarte-aaaetc/zeca-reinventado-fura-fura-por-alunos-do-pae]]&lt;br /&gt;
[https://soundcloud.com/contarte-aaaetc/zeca-reinventado-fura-fura-por-alunos-do-pae José Afonso - Fura Fura lido por PAE.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=http://agr-tc.pt/bibliotecas/leituras-audio/oviladeolhao-de-joseafonso-lido-por-beatriz.mp3]][http://agr-tc.pt/bibliotecas/leituras-audio/oviladeolhao-de-joseafonso-lido-por-beatriz.mp3 José Afonso - Ó Vila de Olhão lido por Beatriz L. do 12.º]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimiroDeBritoAArteEaPoesia-por-JoaoQ-12-2021.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimiroDeBritoAArteEaPoesia-por-JoaoQ-12-2021.mp3 Casimiro de Brito - A Arte e a Poesia - lido por João Q. 12.º.]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBritoVietname-por-MiguelGuerreiroPAE2023.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBritoVietname-por-MiguelGuerreiroPAE2023.mp3 Casimiro de Brito - Vietname lido por Miguel G. - PAE3 2024.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Autores ==&lt;br /&gt;
===Afonso, José [Zeca]===&lt;br /&gt;
 [[File:Joseafonso-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Afonso, José |  Músico. Cantor. Poeta. Cantautor. Professor na Escola Comercial e Industrial de Lagos/Escola Secundária Gil Eanes e na Escola Comercial e Industrial de Faro/Escola Secundária de Tomás Cabreira no final dos anos 50 e início dos anos 60 do século XX. Um dos mais ilustres portugueses do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Agostinho-Diniz, Isabel===&lt;br /&gt;
 [[File:IsabelMariaCarreiraAgostinhoDiniz-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Agostinho-Diniz,Isabel | Professora. Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Aleixo, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Aleixo_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Aleixo, António |  Poeta. Vila Real de Santo António. Loulé. Portimão. Patrono do Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Aleixo, Teresa===&lt;br /&gt;
 [[File:Teresa1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Aleixo, Teresa | Cantora. Compositora. Instrumentista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Algarve, Marcos===&lt;br /&gt;
 [[File:Marcos-algarve.JPG|left]]&lt;br /&gt;
 [[Algarve, Marcos |  Poeta. Escritor. Jornalista. Republicano. Comerciante. Presidente da Câmara de Portimão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Amaral, Mauro===&lt;br /&gt;
 [[File:Mauro4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Amaral, Mauro |  Músico. Cantor. Compositor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===d'Andrade, Reis===&lt;br /&gt;
 [[File:reisdandrade.jpg|50px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Andrade, João de Deus dos Reis | Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, figura incontornável da cultura olhanense.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Anjos, Eva===&lt;br /&gt;
 [[File:Evaanjos-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Anjos, Eva | Poetisa. Está ligada às artes de diversas formas: poesia, música, vídeo, cinema.&lt;br /&gt;
Foi aluna na Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro em meados dos anos 10 do século XXI.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ayres, Laura===&lt;br /&gt;
 [[File:Laura21.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ayres, Laura | Médica. Professora universitária. Virologista. Patrona do Escola Secundária de Loulé e do Laboratório Regional de Saúde Pública do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Balté, António Henrique===&lt;br /&gt;
 [[File:BALTE1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Balté, António Henrique | Médico. Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Bandeira, José Ramos===&lt;br /&gt;
 [[File:Jose ramos bandeira2.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Bandeira, José Ramos | Professor Catedrático. Farmacêutico. Investigador. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barbosa, Maria Antonieta Júdice===&lt;br /&gt;
 [[File:Barbosa_Maria-Antonieta-Judice-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barbosa, Maria Antonieta Júdice |  Poetisa. Escritora. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barcoso, Cristina===&lt;br /&gt;
 [[File:Cristinabarcoso-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barcoso, Cristina | Licenciada em História e investigadora em História do cinema. Dinamizadora cultural. É Professora (2020) no Agrupamento de Escolas de Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barracha, Margarida===&lt;br /&gt;
 [[File:Margaridagaspar-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barracha, Margarida | Professora. Autora de Livros técnicos / Manuais escolares.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barriga, Luís===&lt;br /&gt;
 [[File:Luisbarriga-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barriga, Luís | Psicólogo clínico. Investigador. Escritor. Foi aluno da Escola Comercial e Industrial de Faro / Agr. Tomás Cabreira, nos anos 70 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barros, Samora===&lt;br /&gt;
 [[File:Samora-barros1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barros, Samora | Pintor. Naturalista. Professor. Diretor da Escola Comercial e Industrial de Silves ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barroso, Júlia===&lt;br /&gt;
[[File:Barroso_Julia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barroso, Júlia |  Atriz. Cantora. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barroso, Maria de Jesus===&lt;br /&gt;
 [[File:Maria jesus.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barroso, Maria de Jesus |  Atriz. Professora. Encenadora. Deputada na Assembleia Constituinte e na Assembleia da República nos mandatos de 1979, 1980 e 1983. 1ª Dama de Portugal.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Baptista, Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Manuel batistA 5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Baptista, Manuel | Pintor. Artista plástico. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Belo, Tavares===&lt;br /&gt;
 [[File:Maestro tavares.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Belo, Tavares | Maestro. Compositor. Músico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Berger, Maria Alexandrina Pires Chaves===&lt;br /&gt;
 [[File:Berger_Maria-Alexandrina-Chaves-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Berger, Maria Alexandrina Chaves | Pintora. Professora. Iniciou os estudos na Escola de Desenho Industrial de Pedro Nunes, em Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro. Primeira pintora algarvia diplomada pela Escola Superior de Belas Artes (1922).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Branco, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Antoniobranco_.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Branco, António | Reitor da Universidade do Algarve. Poeta. Músico. Ator. Encenador. Escritor. Professor Universitário.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Braz, João===&lt;br /&gt;
 [[File:João-perfil1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Braz, João| Poeta. Jornalista. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Brito_Carlos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Carlos | Escritor. Poeta. Deputado à Assembleia Constituinte. Resistente antifascista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Casimiro de===&lt;br /&gt;
 [[File:Casimirodebrito-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Casimiro de| Poeta. Romancista. Contista. Ensaísta. É um dos mais ilustres e consagrados poetas portugueses da atualidade. &lt;br /&gt;
Foi aluno na Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreira, nos anos 50 do Século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Ferradeira ===&lt;br /&gt;
 [[File:FerradeiraFoto.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Ferradeira  | Poeta. Dramaturgo. Encenador. Pertenceu à Tertúlia da Hélice com o poeta Tito Olívio.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, José Inácio de===&lt;br /&gt;
 [[File:Joseinaciodebrito-foto.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, José Inácio de | Professor. Artista. É o autor do logotipo da AAAETC.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Sérgio ===&lt;br /&gt;
 [[File:SergioBrito_.jpg|50px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Sérgio | Licenciado em Direito. Bancário. Empresário. Escritor. Editor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Sérgio Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Sérgiopalmabrito.jpg|50px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Sérgio Palma| Escritor. Ensaísta com obras sobre turismo e aviação/TAP. Gestor. Diretor Geral da Confederação de Turismo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Vicente===&lt;br /&gt;
 [[File:Vicente brito.jpg|50px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Vicente| Médico. Pintor. Escultor. Escritor. Artista Plástico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Bulha, Dulce===&lt;br /&gt;
 [[File:Dulcebulha2010-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Bulha, Dulce | Professora de Artes Visuais na Escola Secundária de Tomás Cabreira em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Caboz, Ângela===&lt;br /&gt;
 [[File:Ângela1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Caboz, Ângela | Autora. Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabreira, Tomás===&lt;br /&gt;
 [[File:Tomascabreira-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabreira, Tomás | Professor. Militar. Político. Ministro das Finanças.&lt;br /&gt;
Patrono da Escola Secundária Tomás Cabreira pela portaria nº 2.576 de 17 de janeiro de 1921 do Governo da República.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabreira Júnior, Tomás===&lt;br /&gt;
 [[File:Cabreira-Junior_Tomas-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabreira Júnior, Tomás |  Poeta. Colega de Mário Sá-Carneiro nos liceus do Carmo e Camões em Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabrita, Fernando===&lt;br /&gt;
 [[File:Fernandocabrita-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabrita, Fernando | Poeta. Advogado. Comissário dos encontros &amp;quot;Poesia a Sul&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabrita, Sotero===&lt;br /&gt;
 [[File:Sotero-Cabrita-Fotop.png|40px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabrita, Sotero | Poeta. Antifascista, apoiou a campanha de Humberto Delgado.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Caetano, Domingos===&lt;br /&gt;
 [[File:Caetano_Domingos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Caetano, Domingos (Iris) |  Músico. Cantor. Líder do Grupo Íris. Professor de música.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Caires, Lutegarda===&lt;br /&gt;
 [[File:Caires_Lutegarda-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Caires, Lutegarda | Poeta e Romancista. Filantropa. Ativista. Foi a &amp;quot;fundadora&amp;quot; do Natal dos Hospitais.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Calado, José Vieira===&lt;br /&gt;
 [[File:Calado_Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Calado, José Vieira | Professor. Jornalista. Escritor. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campaniço, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Campanico_Carlos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campaniço, Carlos | Escritor. Diretor de Programação do Auditório Municipal de Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campião, Luís===&lt;br /&gt;
 [[File:Luiscampiao-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campião, Luís | Escritor. Dramaturgo. Ator.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campina, Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Campina_Maria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campina, Maria | Pianista. Professora. Pedagoga. Fundou em 1973, em Faro o Conservatório Regional do Algarve, a que foi atribuído o seu nome.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campinas, António Vicente===&lt;br /&gt;
 [[File:Antonio-Vicente-Campinas.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campinas, António Vicente | Poeta. Romancista. Cronista. Jornalista. Resistente antifascista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Candeias Nunes, António Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Candeias nunes1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Candeias Nunes, António Joaquim | Poeta. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Carrapato, Almeida===&lt;br /&gt;
 [[File:Carrapato5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Carrapato, Almeida | Político. Deputado. Advogado. Escritor. Governador Civil de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Carlos, Adelino da Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Adelino4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Carlos, Adelino da Palma | Escritor. Professor. Primeiro-ministro do I Governo Provisório de 16 de Maio a 18 de Julho de 1974. Advogado. Político. Bastonário da Ordem dos Advogados entre 1951 e 1956. Grão-mestre do Grande Oriente Lusitano.]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Carriço, António da Silva===&lt;br /&gt;
 [[File:Carrico_Antonio-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Carriço, António da Silva | Escritor. Foi responsável pela Biblioteca Municipal de Monchique.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Castro, Damião António Lemos Faria e===&lt;br /&gt;
 [[File:Damiao3.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Castro, Damião António Lemos Faria e | Historiador. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Centazzi, Guilherme===&lt;br /&gt;
 [[File:Centazzi3.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Centazzi, Guilherme | Médico. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cercas, José===&lt;br /&gt;
 [[File:Cercas_Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cercas, José | Pintor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===César, Adília===&lt;br /&gt;
 [[File:Cesar_Adilia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[César, Adília | Poeta. Cronista. Educadora de infância. Formadora de Expressões Artísticas. Nasceu em Lagos e reside em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Conrado, Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Conrado.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Conrado, Júlio | Escritor. Ensaísta. Crítico literário.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Contreiras, Adão===&lt;br /&gt;
 [[File:Adãocontreiras1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Contreiras, Adão | Artista Plástico. Poeta. Antifascista. Empresário (Sólimpa).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Coroa, Emílio Campos===&lt;br /&gt;
 [[File:Camposcoroa-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Coroa, Emílio Campos | Médico Oftalmologista. Professor. Ator. Dramaturgo. Democrata. Dinamizador cultural em várias vertentes (cinema, teatro, literatura...).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Correia, Arminda Nunes===&lt;br /&gt;
 [[File:Correia_Arminda-Nunes-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Correia, Arminda Nunes |  Cantora lírica. Professora de solfejo e de canto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Costa, Artur (Costinha)===&lt;br /&gt;
[[File:costinha2.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Costa, Artur (Costinha) | Pintor. Farense.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Costa, Emiliano da===&lt;br /&gt;
 [[File:Emilianodacosta-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Costa, Emiliano da | Médico. Pintor Poeta. Patrono da Escola de Estói, do Agrupamento Pinheiro e Rosa de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Costa, Manuel Inocêncio===&lt;br /&gt;
 [[File:Incenciocosta-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Costa, Manuel Inocêncio |Advogado. Professor na Escola Comercial e Industrial de Faro. Escritor. Poeta. Colaborador no blog &amp;quot;Os Costeletas&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cravinho, João===&lt;br /&gt;
 [[File:Cravinho6.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cravinho, João | Engenheiro civil. Deputado. Eurodeputado. Vice-presidente do Parlamento Europeu. Ministro de várias pastas, em diferentes governos. Escritor. Professor. Conselheiro no Conselho Nacional de Educação. Administrador do Banco Europeu da Reconstrução e Desenvolvimento. Membro do Conselho de Estado.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cruz, Gastão===&lt;br /&gt;
 [[File:Cruz_Gastao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cruz, Gastão | Poeta. Crítico Literário. Encenador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cunha, Norberto===&lt;br /&gt;
 [[File:Norbertocunha-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cunha, Norberto | Escritor. Poeta. Cronista. Filósofo.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dâmaso, Reis===&lt;br /&gt;
 [[File:Reis Damaso1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dâmaso, Reis | Escritor. Crítico literário.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dantas, Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Dantas_Julio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dantas, Júlio | Escritor. Patrono do Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, em Lagos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Davim, Joaquim Rodrigues===&lt;br /&gt;
 [[File:Davim2.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Davim, Joaquim Rodrigues | Escritor. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Deus, João de===&lt;br /&gt;
 [[File:Joaodedeus-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Deus, João de | Poeta lírico. Pedagogo. Criador do método para aprender a ler &amp;quot;Cartilha Maternal&amp;quot;. Patrono de muitas escolas/instituições de Portugal.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dias, Afonso===&lt;br /&gt;
 [[File:Dias_Afonso-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dias, Afonso | Cantor. Declamador. Poeta. Músico. Letrista. Encenador. Deputado à Assembleia Constituinte.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dias, Francisco Manuel Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Dias_Francisco-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dias, Francisco Manuel Palma |  Poeta. Encenador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dias, Jacinto Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Jacinto5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dias, Jacinto Palma |  Historiador. Investigador. Ensaísta. Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Elói, Maria da Conceição===&lt;br /&gt;
 [[File:Eloi_Maria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Elói, Maria da Conceição |Jornalista. Escritora. Cofundadora do Jornal A Avezinha, em Paderne (1921).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Estanco, Maria José===&lt;br /&gt;
 [[File:José estanco1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Estanco, Maria José |1ª Mulher Arquitecta. Professora. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Esperança, António Assis===&lt;br /&gt;
 [[File:Esperanca_Assis-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Esperança, António Assis  | Escritor. Jornalista. Escritor de Intervenção. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Évora, Fernando===&lt;br /&gt;
 [[File:Fernandoevora-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Évora, Fernando | Professor. Escritor. Historiador. Prémio Damião de Odemira (1999). Prémio da ARCA (2000).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Farinho, Idália===&lt;br /&gt;
 [[File:Farinho_Idadia-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Farinho, Idália |Professora. Poetisa. Professora na Escola Duarte Pacheco, em Loulé, e na Universidade do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Felizardo, Maria Graciete===&lt;br /&gt;
 [[File:Gracietetardaofelizardo-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Felizardo, Maria Graciete | Poetisa. Colaboradora no blogue da Associação dos Antigos Alunos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fernandes, Nascimento===&lt;br /&gt;
 [[File:Nascimento rosto1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Fernandes, Nascimento | Ator. Realizador. Dramaturgo. Produtor cinematográfico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ferreira, Vergílio===&lt;br /&gt;
 [[File:Vergilioferreira-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ferreira, Vergílio | Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ferrer, Filipe===&lt;br /&gt;
 [[File:Ferrer rosto1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ferrer, Filipe | Ator. Dramaturgo. Encenador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fogaça, Marisabel Xavier de===&lt;br /&gt;
 [[File:Fogaca_Marisabel-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Fogaça, Marisabel Xavier de |Escritora. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fraqueza, Maria José===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariajosefraqueza-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Fraqueza, Maria José | Escritora. Poetisa. Professora. Dramaturga. Dinamizadora cultural com extensa obra publicada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Freire, Corina===&lt;br /&gt;
 [[File:Freire_Corina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Freire, Corina | Cantora lírica. Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Freitas, Maria Eduarda Barjona de===&lt;br /&gt;
 [[File:Freitas_Barjona-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Freitas, Maria Eduarda Barjona de | Escritora. Enfermeira-tenente. Professora. jornalista. Investigadora. Crítica literária.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Galhoz, Maria Aliete===&lt;br /&gt;
 [[File:Galhoz_Aliete-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Galhoz, Maria Aliete | Professora. Poetisa. Ensaísta. Editora literária.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gomes, Elviro Rocha===&lt;br /&gt;
 [[File:Gomes_Rocha-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gomes, Elviro Rocha | Elviro Augusto da Rocha Gomes. Professor. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gomes, Manuel Teixeira===&lt;br /&gt;
 [[File:Gomes_Manuel-Teixeira-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gomes, Manuel Teixeira | Escritor. Presidente da República. Patrono de um agrupamento de escolas em Portimão e de uma escola básica do Agrupamento de Escolas Santa Maria dos Olivais, em Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gomes, Neto===&lt;br /&gt;
 [[File:Gomes_Neto-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gomes, Neto | Jornalista. Radialista. Escritor. Foi coautor do Livro &amp;quot;Algarve. 100 anos de República. 100 Personalidades. 1910-2010.&amp;quot; ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gonçalves, Ilena Luís Candeias===&lt;br /&gt;
 [[File:Goncalves_Ilena-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gonçalves, Ilena | Professora. Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gonzalo, Maria Eduarda===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariaeduardagonzalo1947-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gonzalo, Maria Eduarda | Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Grade, Fernando Silva===&lt;br /&gt;
 [[File:Gradefoto2.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Grade, Fernando Silva | Pintor. Artista Plástico. Biólogo. Ativista na defesa do património edificado e natural do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Guerreiro, Cândido===&lt;br /&gt;
 [[File:Candidoguerreiro-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Guerreiro, Cândido | Poeta pós-simbolista. Advogado. Dramaturgo. Notário em Faro e Loulé e Presidente da Câmara daquelas cidades. Colaborador com todos os intelectuais seus contemporâneos com publicações nos jornais regionais e em eventos culturais diversos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Haussmann, Adolf===&lt;br /&gt;
 [[File:Haussmann_Adolf-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Haussmann, Adolf |  Artista. Professor na escola de Desenho Técnico de Pedro Nunes, atual Escola Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inácio, Nuno Campos===&lt;br /&gt;
 [[File:Inácio.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Inácio, Nuno Campos | Escritor. Editor. Genealogista. Jurista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inocêncio, Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Inocencio_Pedro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Inocêncio, Pedro | Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Iria, Alberto===&lt;br /&gt;
 [[File:Iria_Alberto-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Iria, Alberto | Historiador. Bibliotecário. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Jorge, Lídia===&lt;br /&gt;
 [[File:Jorge_Lidia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Jorge, Lídia | Escritora.  Uma das mais ilustres da atualidade. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Jorge, Luiza Neto===&lt;br /&gt;
 [[File:Jorge_Luiza-Neto-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Jorge, Luiza Neto | Tradutora. Poetisa portuguesa. Professora no Liceu de Faro no início dos anos 60, onde fez parte do grupo de intelectuais que se reunia no Café Aliança. Integrou no movimento literário Poesia 61.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Jubilot, Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Jubilot_Pedro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Jubilot, Pedro | Escritor e contista olhanense premiado. Dinamizador cultural na cidade de Tavira e editor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Júdice, Nuno===&lt;br /&gt;
 [[File:Judice_Nuno-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Júdice, Nuno | Poeta. Ficcionista. Tradutor. Ensaísta. Professor catedrático.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lameira, Francisco===&lt;br /&gt;
 [[File:Lameira4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lameira, Francisco | Historiador. Professor Universitário. Investigador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Leal d'Oliveira, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Antonio leal oliveira1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Leal d'Oliveira, António | Investigador. Pedagogo. Coronel. Doutor em Educação Física. Fundador da Escola Superior de Educação Física da Sociedade de Geografia de Lisboa, precursora do INEF Instituto Nacional de Educação Física.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Leal, João===&lt;br /&gt;
 [[File:Leal_Joao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Leal, João | Jornalista. Professor. É um dos mais conceituados jornalistas algarvios. Começou há mais de seis décadas, tendo colaborado em muitas publicações da imprensa escrita, regional e nacional, e também em algumas rádios. Trabalhou pelo prestígio do seu Algarve quando exerceu funções na Região de Turismo do Algarve e no Governo Civil de Faro. Foi aluno nas escolas Serpa Pinto e Industrial e Comercial de Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, no final dos anos 40 e nos anos 50 do século XX. Foi professor na escola Primária de S. Luís, em Faro (Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira) e na Fuzeta nos anos 60 e 70 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lima, Josefa de===&lt;br /&gt;
 [[File:Lima_Josefa-de-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lima, Josefa de | Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lopes, Bernardo===&lt;br /&gt;
 [[File:Bernardo5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lopes, Bernardo | Realizador. Roteirista. Produtor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lopes, Francisco Fernandes===&lt;br /&gt;
 [[File:Franciscofernandeslopes-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lopes, Francisco Fernandes | Médico. Historiador. Escritor. Músico. Professor do liceu João de Deus, em Faro e diretor da Escola Primária Superior de Faro. Expoente da cultura algarvia, reconhecido a nível nacional e internacional. Patrono da Escola Secundária de Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lopes, Teresa Rita===&lt;br /&gt;
 [[File:Lopes_Teresa-Rita-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lopes, Teresa Rita | Poetisa. Escritora. Professora Catedrática. Vulto da Academia Portuguesa. É reconhecida mundialmente pelos seus estudos sobre Fernando Pessoa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Louro, Manuel Estanco===&lt;br /&gt;
 [[File:Manuel louro.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Louro, Manuel Estanco |  Professor. Advogado. Escritor. Publicista. Investigador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lúcio, João===&lt;br /&gt;
 [[File:Lucio_Joao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lúcio, João | Poeta. Advogado. Presidente da Câmara de Olhão e editor do semanário farense &amp;quot;O Sul&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Luís, Fernando R.===&lt;br /&gt;
 [[File:Luis_Fernando-R-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Luís, Fernando R. | Poeta. Professor. Bancário. Agente Cultural.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lupi, Nita===&lt;br /&gt;
 [[File:Lupi_Nita-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lupi, Nita | Poetisa. Cantora lírica.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Luz, Torcato da===&lt;br /&gt;
 [[File:Luz_Torcato-da-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Luz, Torcato da | Poeta. Cronista. Jornalista. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lyster Franco, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Carloslysterfranco-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lyster Franco, Carlos | Pintor. Professor. Escritor. Político. Jornalista. Editor. Diretor de jornais e revistas. Diretor da escola Pedro Nunes / Tomás Cabreira / Industrial e Comercial de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lyster Franco, Mário===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariolysterfranco-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lyster Franco, Mário | Jornalista. Escritor. Advogado. Político. Arqueólogo. Museólogo. Em 1914 com 12 anos, foi o primeiro aluno matriculado no curso elementar de comércio recém-criado na Escola Industrial e Comercial de Pedro Nunes em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Machado, José Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Machado_Jose-Pedro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Machado, José Pedro | Professor. Filólogo. Historiador. Bibliógrafo. Dicionarista notável, tendo publicado o Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa e o Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa, entre outros.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Macheira, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Macheira_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Macheira, António | Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Madeira, Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Madeira_Manuel-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Madeira, Manuel |  Poeta. Resistente antifascista e um dos impulsionadores do encontro do MUD juvenil em Bela Mandil, Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Magalhães, Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Joaquimmagalhaes-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim | Professor (1934-1975). Reitor (1969-1974) do Liceu Nacional de Faro. Presidente do Conselho Directivo do Liceu de Faro (1974-75). Foi o &amp;quot;Secretário&amp;quot; de António Aleixo tendo conseguido as primeiras edições de obras do poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marques, Agripina Costa===&lt;br /&gt;
 [[File:Agripina cara1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marques, Agripina Costa | Poeta. Tradutora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marques, Franklin===&lt;br /&gt;
 [[File:Marques_Franklin-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marques, Franklin | Professor. Aluno da escola Elementar Serpa Pinto, a então Escola Industrial e Comercial Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marques, Maria Feliciana===&lt;br /&gt;
 [[File:Marques_Maria-Feliciana-.png|left]] &lt;br /&gt;
 [[Marques, Maria Feliciana | Pseudónimo de Violeta. Poetisa. Escritora. Cofundadora, em 1921, do Jornal A Avezinha, em Paderne.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marreiros, Glória===&lt;br /&gt;
 [[File:Marreiros_Gloria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marreiros, Glória | Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marreiros, Glória Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Marreiros_Gloria-Maria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marreiros, Glória Maria | Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Martins, Gabriela Rocha===&lt;br /&gt;
 [[File:Gabriela1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Martins, Gabriela Rocha|Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mascarenhas, José Fernandes===&lt;br /&gt;
 [[File:Rodrigues José Júlio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mascarenhas, José Fernandes|Historiador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Matos, Raul===&lt;br /&gt;
 [[File:Raul de Matos1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Matos, Raul|Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mendes, António Rosa===&lt;br /&gt;
 [[File:Mendes_Antonio-Rosa-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mendes, António Rosa | Historiador. Escritor. Advogado. Professor universitário. Político. Editor. Divulgador da história do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mesquita, José Carlos Vilhena===&lt;br /&gt;
 [[File:Mesquita_Vilhena-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mesquita, José Carlos Vilhena | Historiador. Professor universitário. Divulgador do Algarve e da Cultura Algarvia. Impulsionador da Algarviana. Famalicão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Moreno, Mateus===&lt;br /&gt;
 [[File:Morenofoto1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Moreno, Mateus |Regionalista. Militar. Combatente na Grande Guerra. Poeta, Escritor. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Moscoso, Salazar===&lt;br /&gt;
 [[File:Morenofoto1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Moscoso, Salazar |Poeta. Jornalista. Professor.Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Murta, José Guerreiro===&lt;br /&gt;
 [[File:Murtafoto1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Murta, José Guerreiro |Pedagogo. Escritor. Professor. Reitor dos liceus. Jurista. Filólogo.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Negrão, Diamantina===&lt;br /&gt;
 [[File:Negrao_Diamantina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Negrão, Diamantina |Professora. Poetisa. Pintora. Escultora. Albufeira. Patrona da Escola Básica 2,3 Professora Diamantina Negrão, em Albufeira, do Agrupamento de Escolas de Ferreiras.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Néné, Tiago===&lt;br /&gt;
 [[File:Tiago-Nene1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Néné, Tiago |Poeta. Tradutor. Advogado.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nero===&lt;br /&gt;
 [[File:Nero.jpeg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nero| Poeta. Silves.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Neto, Teodomiro===&lt;br /&gt;
 [[File:Neto_Teodomiro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Neto, Teodomiro | Escritor. Historiador. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Neves, Leonel===&lt;br /&gt;
 [[File:Leonelneves.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Neves, Leonel | Escritor. Meteorologista. Escreveu, especialmente, para o público jovem, tendo diversas obras ilustradas por Tossan.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Neves Júnior, José===&lt;br /&gt;
 [[File:Neves-Junior_Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Neves Júnior, José | Professor. Reitor. Escritor. Democrata. Personalidade cultural e socialmente inquieta, onde a busca do saber e o desejo de o comunicar andaram sempre a par.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nobre, Antero===&lt;br /&gt;
 [[File:Nobre_Antero-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nobre, Antero | Intelectual. Historiador. Político. Jornalista. Presidente da Câmara de Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nobre, Roberto===&lt;br /&gt;
 [[File:RobNobre1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nobre, Roberto | Escritor. Jornalista. Pintor. Ilustrador. Caricaturista. Crítico de arte e de cinema. Realizador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nunes, Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Nunes_Pedro-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nunes, Pedro | Matemático. Geógrafo. Médico. Astrónomo. Cartógrafo. Cosmógrafo-mor do Reino de Portugal. Em 1888 Pedro Nunes foi o patrono da Escola de Desenho Industrial de Pedro Nunes, em Faro, a primeira de muitas do agora Agrupamento de Tomás Cabreira, em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Olívio, Tito===&lt;br /&gt;
 [[File:Olivio_Tito-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Olívio, Tito |  Poeta. Escritor. Ensaísta. Editor. Engenheiro civil. Foi professor nas escolas Industrial e Comercial de Silves / Secundária de Silves e Industrial e Comercial de Faro / Secundária de Tomás Cabreira e no Liceu de Faro / Escola Secundária de João de Deus.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pacheco, Rosária===&lt;br /&gt;
 [[File:Pacheco, Rosária-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pacheco, Rosária | Professora. Escritora. Fotógrafa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Palma, Fernando Manuel Gomes da===&lt;br /&gt;
 [[File:Palminha1 foto.JPG|left]]&lt;br /&gt;
 [[Palma, Fernando Manuel Gomes da | Escritor. Vice-Presidente da Associação Antigos Alunos Escola Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Palma Rodrigues, José António===&lt;br /&gt;
 [[File:Palma4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Palma Rodrigues, José António| Poeta. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Passos, Bernardo de===&lt;br /&gt;
 [[File:Bernardo passos.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Passos, Bernardo de | Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Passos, Rosalina===&lt;br /&gt;
 [[File:Passos_Rosalinda-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Passos, Rosalina | A maior (ou a única) escultora algarvia da primeira metade do século XX. Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Passos, Virgínia===&lt;br /&gt;
 [[File:Passos_Virginia-.png|left]] &lt;br /&gt;
 [[Passos, Virgínia | Pintora. Democrata. Inspirou-se nos poemas do seu irmão Bernardo de Passos, para algumas das suas aguarelas.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Penedo, Leão do Nascimento===&lt;br /&gt;
 [[File:Leão-Penedo-sépia1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Penedo, Leão | Escritor. Jornalista. Argumentista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Penteado, Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Manuel-penteado1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Penteado, Manuel | Escritor. Poeta. Médico. Dramaturgo. Militar.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pereira, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Pereira_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pereira, António |  Poeta. Magistrado do Ministério Público. Conservador. Juiz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pessanha, Fernando===&lt;br /&gt;
 [[File:Pessanha_Fernando-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pessanha, Fernando | Historiador. Conferencista. Escritor. Ensaísta. Compositor. Pianista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro, António===&lt;br /&gt;
 [[File:António Pinheiro 1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinheiro, António | Ator. Realizador. Argumentista. Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro, Maria José===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinheiro_Maria-Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinheiro, Maria José | Poetisa. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro e Rosa, José António===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinheiroerosa-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[ Pinheiro e Rosa, José António | Historiador. Compositor. Professor. Especialista em Arte Sacra. Patrono de uma das três escolas secundárias de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinto, Alexandre Serpa===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinto_Serpa-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinto, Serpa | Militar. Explorador do continente africano. Escritor. Patrono da Escola Técnica Elementar Serpa Pinto / Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira, em Faro, entre 1947 e 1951 e do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, em Cinfães.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinto, Fernando Esteves===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinto_Fernando-Esteves-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinto, Fernando Esteves | Poeta. Romancista. Cofundador do projeto literário LÓGOS – Biblioteca do Tempo. Editor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinto Serra, Joaquim Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinto serra4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinto Serra, Joaquim Manuel | Poeta. Escritor. Médico Psiquiatra. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pires, Conceição===&lt;br /&gt;
 [[File:Pires_Conceicao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pires, Conceição |  Dinamizadora Cultural. Desenhadora. Escritora. Presidente da Junta de Freguesia de Olhão. Professora particular em Olhão, onde preparou muitos alunos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pires, Deodato===&lt;br /&gt;
 [[File:Pires_Deodato-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pires, Deodato | Dinamizador Cultural. Poeta. Comerciante. Presidente do Elos Clube de Olhão. Autarca. Chegou a sócio n.º 1 do Sporting Clube Olhanense.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Porfírio, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Porfirio_Carlos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Porfírio, Carlos | Faro. Cineasta. Poeta. Pintor. Participou no movimento futurista português, designadamente como diretor da revista Portugal Futurista, em 1917. Foi aluno da Escola de Desenho Técnico de Pedro Nunes, em Faro, onde teve como professores Adolf Haussmann e Carlos Lyster Franco. Foi também aluno do Liceu de Faro. 1895 — 1970. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Quaresma, Amílcar===&lt;br /&gt;
 [[File:Quaresma_Amilcar-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Quaresma, Amílcar | Professor da  Escola Industrial e Comercial de Faro e o antigo Liceu de Faro (atual Escola Secundária João de Deus) nos  anos 60  e 70 do século XX. Dirigente associativo de várias coletividades, tendo fundado os Jograis de Estoi. Cronista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Quintinha, Julião===&lt;br /&gt;
 [[File:Julião-quintinha1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Quintinha, Julião | Escritor. Jornalista. Alfaiate. Maçon.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ramirez, Lolita===&lt;br /&gt;
 [[File:Ramirez_Lolita-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ramirez, Lolita | Professora. Poeta. Vila Real de Santo António.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rebocho, Joaquim da Costa===&lt;br /&gt;
 [[File:Rebocho1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rebocho, Joaquim da Costa | Pintor. Arquiteto. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Reis, Ema===&lt;br /&gt;
 [[File:Reis_Ema-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Reis, Ema | Musicóloga. Publicista. Usou o pseudónimo Vera Gharb. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resende, Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Julio4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Resende, Júlio | Pianista. Compositor. Músico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ricardo, Honorato Pisco===&lt;br /&gt;
 [[File:Honorato.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ricardo, Honorato Pisco | Professor. Personalidade relevante da vida cultural local e regional, nomeadamente da Fuzeta e da Conceição de Faro, destacando-se no ensino, na poesia, no jornalismo e nos jogos florais. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rocha, Lutília Gonçalves===&lt;br /&gt;
 [[File:Rocha_Lutilia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rocha, Lutília Gonçalves | Escritora. Poetisa. Colaboradora do blogue &amp;quot;Os Costeletas&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rocha-Trindade, Maria Beatriz===&lt;br /&gt;
 [[File:Beatriz trindade2.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rocha-Trindade, Maria Beatriz | Professora. Catedrática. Investigadora. Socióloga. Académica.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rodrigues, Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Rodrigues_Joaquim-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rodrigues, Joaquim | Historiador. Professor. Investigador. Ensaísta. Investigador do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. Conferencista essencialmente em temas relacionados com o Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rodrigues, José Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Rodrigues_José Júlio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rodrigues, José Júlio | Professor. Diretor do Liceu de Faro.Escritor. Investigador . Ensaísta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Romana, Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariaromana-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Romana, Maria | Enfermeira. Escritora. Poetisa. Colaboradora do blog &amp;quot;Os Costeletas&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rosa, António Ramos===&lt;br /&gt;
 [[File:Antonioramosrosa-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rosa, António Ramos | Poeta. Tradutor. Desenhador. Patrono da Biblioteca Municipal de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rosa, Vitoriano=== &lt;br /&gt;
 [[File:Rosa_Vitoriano-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rosa, Vitoriano | Escritor. Jornalista. Cofundador do primeiro cineclube no Algarve, em Olhão, da revista Algarve Ilustrado, do jornal Sporting Clube Olhanense, do jornal Correio da Manhã, dirgindo alguns destes jornais e revistas. Ativista político do MUD juvenil.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sá, Maria Clementina===&lt;br /&gt;
 [[File:Sa_Maria-Clementina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sá, Maria Clementina |Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sancho, José Dias===&lt;br /&gt;
 [[File:Sanchofoto.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sancho, José Dias | Advogado. Poeta. Ficcionista. Crítico Literário. Dramaturgo.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Santos, Manuel Neto dos===&lt;br /&gt;
 [[File:Santos_Manuel-Neto-dos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Santos, Manuel Neto dos | Poeta. Ator. Declamador. Tradutor. Autor de &amp;quot;Subsídios para a História da Poesia do Algarve&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Santos, Honorato dos===&lt;br /&gt;
 [[File:Honorato1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Santos, Honorato dos  | Historiador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Santos, Mariana Machado===&lt;br /&gt;
 [[File:Santos_Mariana-Amelia-Machado-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Santos, Mariana Machado | Publicista. Investigadora. Escritora. Professora. Bibliotecária na Bilioteca Nacional. Diretora da Biblioteca da Ajuda, em Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sarmento, Fátima Morais ===&lt;br /&gt;
 [[File:Fatimafreitas-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sarmento, Fátima Morais | Escritora. Assinou livros como Fátima Freitas e Maria Mattos. É professora de Português (2020) e desde meados da segunda década do século XXI leciona na Escola Secundária de Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Serafim, Joaquim Laginha===&lt;br /&gt;
 [[File:Laginha4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Serafim, Joaquim Laginha | Professor Catedrático. Engenheiro Civil. Autor de livros técnicos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Alberto Marques da===&lt;br /&gt;
 [[File:Alberto marques silva1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Alberto Marques da | Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Aníbal Cavaco===&lt;br /&gt;
 [[File:Cavacosilvafotonaescolatomascabreira-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Aníbal Cavaco | Professor. Escritor. Político. 1.º ministro entre 1985-1995. Presidente da República. Foi  aluno das escolas &amp;quot;Serpa Pinto&amp;quot; e &amp;quot;Industrial e Comercial de Faro&amp;quot; / Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Carlossilva-capaosherdeirosdeseptem.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Carlos | Professor. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Liliette Maltez Cardeira da===&lt;br /&gt;
 [[File:Silva_Liliette-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Liliette Maltez Cardeira da |  Professora. Poetisa. Lagoa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Orlando Augusto da===&lt;br /&gt;
 [[File:Silva_Orlando-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Orlando Augusto da |Poeta. Aluno da Escola Industrial e Comercial de Faro/Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Vitor===&lt;br /&gt;
 [[File:Vitorsilva-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Vitor | Cantor. Músico. Foi aluno da Escola Industrial e Comercial de Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Simões Júnior, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Simoes-Junior_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Simões Júnior, António | Escritor. Poeta. Ativista anti-fascista natural de Olhão. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sousa, João Brito===&lt;br /&gt;
 [[File:Sousa_Joao-Brito-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sousa, João Brito | Escritor. Poeta de Faro. Aluno na Escola Industrial e Comercial de Faro (Tomás Cabreira) nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Stockler, José dos Santos===&lt;br /&gt;
 [[File:Stockler3.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Stockler, José dos Santos| Escritor. Poeta de Faro. Aluno na Escola Industrial e Comercial de Faro (Tomás Cabreira) nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tapadinhas, Helena===&lt;br /&gt;
 [[File:Helenatapadinhas2011-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tapadinhas, Helena | Escritora de literatura infantil. Pedagoga premiada. Professora bibliotecária no Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes, em Portimão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tavares, Lorjó===&lt;br /&gt;
 [[File:José Lorjó Tavares 1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tavares, Lorjó| Dramaturgo. Escritor. Publicista. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tengarrinha, Margarida===&lt;br /&gt;
 [[File:Tengarrinha_Margarida-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tengarinha, Margarida |  Professora. Escritora. Resistente Antifascista. Política. Portimão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tóssan===&lt;br /&gt;
 [[File:Tossan-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tóssan | Pintor. Ilustrador. Caricaturista. Cenógrafo. Decorador. Poeta. Escritor. Autor do logotipo da Universidade do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Trindade, Rosa===&lt;br /&gt;
 [[File:Rosatrindade2011-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Trindade, Rosa | Pintora. Escultora com várias exposições já realizadas. Professora em escolas de Faro e Loulé, entre as quais, a Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vairinhos, Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Vairinhos4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vairinhos, Joaquim | Professor. Presidente da Câmara de Loulé. Deputado Europeu. Presidente do Comité das Regiões. Poeta. Aluno da Escola Industrial e Comercial de Faro/Escola Secundária Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Valadas, Jorge Escalço===&lt;br /&gt;
 [[File:Valadashp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Valadas, Jorge Escalço | Pintor. Professor. Primeiro diretor da Escola Técnica Elementar Serpa Pinto / Escola Tomás Cabreira em 1947.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vedes, Lina===&lt;br /&gt;
 [[File:Vedes_Lina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vedes, Lina | Professora. Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Veleda, Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Veleda_Maria-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Veleda, Maria | Escritora. Poetisa. Pedagoga. Pioneira na luta pela educação das crianças e dos direitos das mulheres. Professora. Jornalista. Ativista feminista. Patrona da Escola Básica Maria Veleda, do Agrupamento de Escolas José Afonso, em Loures. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Venda, António Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Venda_Antonio-Manuel-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Venda, António Manuel | Escritor. Gestor de Empresas.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ventura, António===&lt;br /&gt;
 [[File:António_Ventura_.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ventura, António | Historiador. Escritor. Investigador. Professor Catedrático do Departamento de História da Faculdade de Letras de Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ventura, António José===&lt;br /&gt;
 [[File:António_José_Ventura_.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ventura, António José | Professor. Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vicente, Luís===&lt;br /&gt;
 [[File:Luis face1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vicente, Luís | Ator. Encenador. Poeta. Escritor. Professor. Fundador da ACTA.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viegas, Lia===&lt;br /&gt;
 [[File:Viegas_Lia-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viegas, Lia |  Poeta. Estudou no Liceu de Faro. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viegas, Libertário===&lt;br /&gt;
 [[File:Viegas5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viegas, Libertário | Professor. Escritor. Coordenador do Centro de Área Educativa do Algarve. Presidente da Associação dos Antigos Alunos da Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viegas, Marcelino===&lt;br /&gt;
 [[File:Marcelinoviegas-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viegas, Marcelino | Jornalista. Político. Aluno da Escola Tomás Cabreira nos anos 70.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vieira, Helena===&lt;br /&gt;
 [[File:Vieira_Helena-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vieira, Helena |  Professora. Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vila, José===&lt;br /&gt;
 [[File:Josevila.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vila, José | Chefe de cozinha tradicional algarvia. Pintor. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Villar, Mariana===&lt;br /&gt;
 [[File:Vilar_Mariana-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Villar, Mariana | Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viviane===&lt;br /&gt;
 [[File:Viviane5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viviane |Cantora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Zambujal, Francisco===&lt;br /&gt;
 [[File:Franciscozambujal-caricatura-pelo-proprio-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Zambujal, Francisco | Professor. Caricaturista. Cartoonista. Um dos mais consagrados caricaturistas / cartoonistas do nosso país. Foi aluno nas escolas Serpa Pinto e Industrial e Comercial de Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, no final dos anos 40 e nos anos 50 do século XX. Foi professor na escola Primária de S. Luís, em Faro (/ Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira) nos anos 60. 70 e 80 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Zambujal, Mário===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariozambujal1954faro-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Zambujal, Mário | Jornalista. Escritor. Guionista. Apresentador televisivo. Foi aluno das escolas Técnica Elementar Serpa Pinto  e Industrial e Comercial de Faro nos anos 50 do século XX, onde frequentou o Ciclo Preparatório e o Curso Geral do Comércio.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais Autores Portugueses do Algarve===&lt;br /&gt;
 [[File:Maisautoresportuguesesdoalgarve.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mais autores | Mais autores Portugueses do Algarve]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais Autores Portugueses===&lt;br /&gt;
 [[File:Maisautoresportugueses.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mais Autores Portugueses | Mais Autores Portugueses]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais Autores===&lt;br /&gt;
 [[File:Maisautoresestrangeiros.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mais Autores Estrangeiros | Mais Autores]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As Escolas dos Autores==&lt;br /&gt;
===Camões===&lt;br /&gt;
 [[File:Liceucamoes-escolasecundariadecamoes-lisboa-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Esc. Secundária de Camões, em Lisboa | Escola Secundária de Camões, em Lisboa]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Francisco Fernandes Lopes===&lt;br /&gt;
 [[File:Escolaindustrialdeolhao-olhaosecundariadeolhao-escolafranciscofernandeslopes-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Francisco Fernandes Lopes, em Olhão | Agrupamento de Escolas Francisco Fernandes Lopes, em Olhão]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gil Eanes===&lt;br /&gt;
 [[File:Escola-gil-eanes-lagos-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Gil Eanes, em Lagos | Agrupamento de Escolas Gil Eanes, em Lagos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===João de Deus===&lt;br /&gt;
 [[File:Liceudefaro-escolasecundariajoaodedeusfaro-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. João de Deus, em Faro | Agrupamento de Escolas João de Deus, em Faro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro e Rosa===&lt;br /&gt;
 [[File:Escolasecundariapinheiroerosafaro-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Pinheiro e Rosa, em Faro | Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa, em Faro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tomás Cabreira===&lt;br /&gt;
 [[File:Escolaindustrialecomercialdefaro-escolasecundariatomascabreira-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais escolas e agrupamentos===&lt;br /&gt;
 [https://agr-tc.pt/contarte/index.php?title=Category:Escolas Para ver mais escolas clique aqui.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os Autores Patronos==&lt;br /&gt;
===Patronos de Agrupamentos, Bibliotecas, Escolas, ...===&lt;br /&gt;
 [https://agr-tc.pt/contarte/index.php?title=Category:Patronos Patronos de Agrupamentos, Bibliotecas, Escolas, ...]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Main_Page&amp;diff=63178</id>
		<title>Main Page</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Main_Page&amp;diff=63178"/>
				<updated>2026-05-27T11:58:20Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Autores Portugueses do Algarve'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Autores e ligações às suas escolas básicas e secundárias.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Espaço de promoção da leitura e de divulgação da nossa memória coletiva.''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:logo-wiki-algarte-2020.png]][https://agr-tc.pt/contarte/index.php?title=Legendas_foto_inicial_130_autores  legenda.*]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Introdução | Introdução]] | [[Ficha técnica | Ficha técnica]]  |  [[Contactos | Contactos]]  |  [[ESPECIAL 50 anos do 25 de Abril | Especial 25 de Abril - 50 Anos - Leituras em Liberdade]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Alguns Destaques de Leituras em Liberdade:&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Episodio1nataliac.jpg|150px|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-1-natalia-correia-por-alunos-do-aet]]&lt;br /&gt;
[[File:6.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-6-miguel-torga-por-alunos-do-aetc-jm-e-tc]]&lt;br /&gt;
[[File:7.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-7-manuel-alegre-por-alunos-do-aetc-jm-e-tc]]&lt;br /&gt;
[[File:17.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-17-leao-tolstoi]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:29.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-29-friedrich-nietzsche]]&lt;br /&gt;
[[File:34.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/ep34-leituras-em-liberdade-federico-garcia-lorca]]&lt;br /&gt;
[[File:42.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc-tomas-cabreira-faro/leituras-em-liberdade-ep-42-jean-paul-satre]]&lt;br /&gt;
[[File:49.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc-tomas-cabreira-faro/leituras-em-liberdade-ep49-casimiro-de-brito]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Mais leituras:&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/ManuelAlegre-AsMaos-por-CarolinaM-12-2-2024.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/ManuelAlegre-AsMaos-por-CarolinaM-12-2-2024.mp3  Manuel Alegre - As Mãos - lido por Carolina M. do 12.º. 2024,]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/JoseAfonso-CantarAlentejano-CatarinaEufemia-porJoaoQ-12-.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/JoseAfonso-CantarAlentejano-CatarinaEufemia-porJoaoQ-12-.mp3 José Afonso - Cantar Alentejano (Catarina Eufémia) - lido por João Q. 12.º.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBrito_PoemaUmPoucoMais_por_BeatrizLua.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBrito_PoemaUmPoucoMais_por_BeatrizLua.mp3 Casimiro de Brito - Um Pouco Mais - Lido por Beatriz L. do 12.º.]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://soundcloud.com/contarte-aaaetc/zeca-reinventado-fura-fura-por-alunos-do-pae]]&lt;br /&gt;
[https://soundcloud.com/contarte-aaaetc/zeca-reinventado-fura-fura-por-alunos-do-pae José Afonso - Fura Fura lido por PAE.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=http://agr-tc.pt/bibliotecas/leituras-audio/oviladeolhao-de-joseafonso-lido-por-beatriz.mp3]][http://agr-tc.pt/bibliotecas/leituras-audio/oviladeolhao-de-joseafonso-lido-por-beatriz.mp3 José Afonso - Ó Vila de Olhão lido por Beatriz L. do 12.º]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimiroDeBritoAArteEaPoesia-por-JoaoQ-12-2021.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimiroDeBritoAArteEaPoesia-por-JoaoQ-12-2021.mp3 Casimiro de Brito - A Arte e a Poesia - lido por João Q. 12.º.]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBritoVietname-por-MiguelGuerreiroPAE2023.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBritoVietname-por-MiguelGuerreiroPAE2023.mp3 Casimiro de Brito - Vietname lido por Miguel G. - PAE3 2024.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Autores ==&lt;br /&gt;
===Afonso, José [Zeca]===&lt;br /&gt;
 [[File:Joseafonso-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Afonso, José |  Músico. Cantor. Poeta. Cantautor. Professor na Escola Comercial e Industrial de Lagos/Escola Secundária Gil Eanes e na Escola Comercial e Industrial de Faro/Escola Secundária de Tomás Cabreira no final dos anos 50 e início dos anos 60 do século XX. Um dos mais ilustres portugueses do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Agostinho-Diniz, Isabel===&lt;br /&gt;
 [[File:IsabelMariaCarreiraAgostinhoDiniz-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Agostinho-Diniz,Isabel | Professora. Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Aleixo, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Aleixo_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Aleixo, António |  Poeta. Vila Real de Santo António. Loulé. Portimão. Patrono do Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Aleixo, Teresa===&lt;br /&gt;
 [[File:Teresa1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Aleixo, Teresa | Cantora. Compositora. Instrumentista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Algarve, Marcos===&lt;br /&gt;
 [[File:Marcos-algarve.JPG|left]]&lt;br /&gt;
 [[Algarve, Marcos |  Poeta. Escritor. Jornalista. Republicano. Comerciante. Presidente da Câmara de Portimão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Amaral, Mauro===&lt;br /&gt;
 [[File:Mauro4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Amaral, Mauro |  Músico. Cantor. Compositor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===d'Andrade, Reis===&lt;br /&gt;
 [[File:reisdandrade.jpg|50px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Andrade, João de Deus dos Reis | Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, figura  incontornável da cultura olhanense.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Anjos, Eva===&lt;br /&gt;
 [[File:Evaanjos-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Anjos, Eva | Poetisa. Está ligada às artes de diversas formas: poesia, música, vídeo, cinema.&lt;br /&gt;
Foi aluna na Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro em meados dos anos 10 do século XXI.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ayres, Laura===&lt;br /&gt;
 [[File:Laura21.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ayres, Laura | Médica. Professora universitária. Virologista. Patrona do Escola Secundária de Loulé e do Laboratório Regional de Saúde Pública do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Balté, António Henrique===&lt;br /&gt;
 [[File:BALTE1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Balté, António Henrique | Médico. Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Bandeira, José Ramos===&lt;br /&gt;
 [[File:Jose ramos bandeira2.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Bandeira, José Ramos | Professor Catedrático. Farmacêutico. Investigador. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barbosa, Maria Antonieta Júdice===&lt;br /&gt;
 [[File:Barbosa_Maria-Antonieta-Judice-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barbosa, Maria Antonieta Júdice |  Poetisa. Escritora. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barcoso, Cristina===&lt;br /&gt;
 [[File:Cristinabarcoso-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barcoso, Cristina | Licenciada em História e investigadora em História do cinema. Dinamizadora cultural. É Professora (2020) no Agrupamento de Escolas de Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barracha, Margarida===&lt;br /&gt;
 [[File:Margaridagaspar-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barracha, Margarida | Professora. Autora de Livros técnicos / Manuais escolares.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barriga, Luís===&lt;br /&gt;
 [[File:Luisbarriga-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barriga, Luís | Psicólogo clínico. Investigador. Escritor. Foi aluno da Escola Comercial e Industrial de Faro / Agr. Tomás Cabreira, nos anos 70 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barros, Samora===&lt;br /&gt;
 [[File:Samora-barros1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barros, Samora | Pintor. Naturalista. Professor. Diretor da Escola Comercial e Industrial de Silves ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barroso, Júlia===&lt;br /&gt;
[[File:Barroso_Julia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barroso, Júlia |  Atriz. Cantora. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barroso, Maria de Jesus===&lt;br /&gt;
 [[File:Maria jesus.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barroso, Maria de Jesus |  Atriz. Professora. Encenadora. Deputada na Assembleia Constituinte e na Assembleia da República nos mandatos de 1979, 1980 e 1983. 1ª Dama de Portugal.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Baptista, Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Manuel batistA 5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Baptista, Manuel | Pintor. Artista plástico. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Belo, Tavares===&lt;br /&gt;
 [[File:Maestro tavares.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Belo, Tavares | Maestro. Compositor. Músico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Berger, Maria Alexandrina Pires Chaves===&lt;br /&gt;
 [[File:Berger_Maria-Alexandrina-Chaves-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Berger, Maria Alexandrina Chaves | Pintora. Professora. Iniciou os estudos na Escola de Desenho Industrial de Pedro Nunes, em Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro. Primeira pintora algarvia diplomada pela Escola Superior de Belas Artes (1922).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Branco, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Antoniobranco_.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Branco, António | Reitor da Universidade do Algarve. Poeta. Músico. Ator. Encenador. Escritor. Professor Universitário.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Braz, João===&lt;br /&gt;
 [[File:João-perfil1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Braz, João| Poeta. Jornalista. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Brito_Carlos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Carlos | Escritor. Poeta. Deputado à Assembleia Constituinte. Resistente antifascista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Casimiro de===&lt;br /&gt;
 [[File:Casimirodebrito-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Casimiro de| Poeta. Romancista. Contista. Ensaísta. É um dos mais ilustres e consagrados poetas portugueses da atualidade. &lt;br /&gt;
Foi aluno na Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreira, nos anos 50 do Século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Ferradeira ===&lt;br /&gt;
 [[File:FerradeiraFoto.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Ferradeira  | Poeta. Dramaturgo. Encenador. Pertenceu à Tertúlia da Hélice com o poeta Tito Olívio.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, José Inácio de===&lt;br /&gt;
 [[File:Joseinaciodebrito-foto.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, José Inácio de | Professor. Artista. É o autor do logotipo da AAAETC.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Sérgio ===&lt;br /&gt;
 [[File:SergioBrito_.jpg|50px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Sérgio | Licenciado em Direito. Bancário. Empresário. Escritor. Editor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Sérgio Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Sérgiopalmabrito.jpg|50px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Sérgio Palma| Escritor. Ensaísta com obras sobre turismo e aviação/TAP. Gestor. Diretor Geral da Confederação de Turismo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Vicente===&lt;br /&gt;
 [[File:Vicente brito.jpg|50px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Vicente| Médico. Pintor. Escultor. Escritor. Artista Plástico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Bulha, Dulce===&lt;br /&gt;
 [[File:Dulcebulha2010-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Bulha, Dulce | Professora de Artes Visuais na Escola Secundária de Tomás Cabreira em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Caboz, Ângela===&lt;br /&gt;
 [[File:Ângela1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Caboz, Ângela | Autora. Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabreira, Tomás===&lt;br /&gt;
 [[File:Tomascabreira-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabreira, Tomás | Professor. Militar. Político. Ministro das Finanças.&lt;br /&gt;
Patrono da Escola Secundária Tomás Cabreira pela portaria nº 2.576 de 17 de janeiro de 1921 do Governo da República.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabreira Júnior, Tomás===&lt;br /&gt;
 [[File:Cabreira-Junior_Tomas-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabreira Júnior, Tomás |  Poeta. Colega de Mário Sá-Carneiro nos liceus do Carmo e Camões em Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabrita, Fernando===&lt;br /&gt;
 [[File:Fernandocabrita-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabrita, Fernando | Poeta. Advogado. Comissário dos encontros &amp;quot;Poesia a Sul&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabrita, Sotero===&lt;br /&gt;
 [[File:Sotero-Cabrita-Fotop.png|40px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabrita, Sotero | Poeta. Antifascista, apoiou a campanha de Humberto Delgado.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Caetano, Domingos===&lt;br /&gt;
 [[File:Caetano_Domingos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Caetano, Domingos (Iris) |  Músico. Cantor. Líder do Grupo Íris. Professor de música.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Caires, Lutegarda===&lt;br /&gt;
 [[File:Caires_Lutegarda-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Caires, Lutegarda | Poeta e Romancista. Filantropa. Ativista. Foi a &amp;quot;fundadora&amp;quot; do Natal dos Hospitais.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Calado, José Vieira===&lt;br /&gt;
 [[File:Calado_Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Calado, José Vieira | Professor. Jornalista. Escritor. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campaniço, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Campanico_Carlos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campaniço, Carlos | Escritor. Diretor de Programação do Auditório Municipal de Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campião, Luís===&lt;br /&gt;
 [[File:Luiscampiao-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campião, Luís | Escritor. Dramaturgo. Ator.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campina, Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Campina_Maria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campina, Maria | Pianista. Professora. Pedagoga. Fundou em 1973, em Faro o Conservatório Regional do Algarve, a que foi atribuído o seu nome.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campinas, António Vicente===&lt;br /&gt;
 [[File:Antonio-Vicente-Campinas.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campinas, António Vicente | Poeta. Romancista. Cronista. Jornalista. Resistente antifascista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Candeias Nunes, António Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Candeias nunes1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Candeias Nunes, António Joaquim | Poeta. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Carrapato, Almeida===&lt;br /&gt;
 [[File:Carrapato5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Carrapato, Almeida | Político. Deputado. Advogado. Escritor. Governador Civil de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Carlos, Adelino da Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Adelino4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Carlos, Adelino da Palma | Escritor. Professor. Primeiro-ministro do I Governo Provisório de 16 de Maio a 18 de Julho de 1974. Advogado. Político. Bastonário da Ordem dos Advogados entre 1951 e 1956. Grão-mestre do Grande Oriente Lusitano.]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Carriço, António da Silva===&lt;br /&gt;
 [[File:Carrico_Antonio-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Carriço, António da Silva | Escritor. Foi responsável pela Biblioteca Municipal de Monchique.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Castro, Damião António Lemos Faria e===&lt;br /&gt;
 [[File:Damiao3.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Castro, Damião António Lemos Faria e | Historiador. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Centazzi, Guilherme===&lt;br /&gt;
 [[File:Centazzi3.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Centazzi, Guilherme | Médico. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cercas, José===&lt;br /&gt;
 [[File:Cercas_Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cercas, José | Pintor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===César, Adília===&lt;br /&gt;
 [[File:Cesar_Adilia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[César, Adília | Poeta. Cronista. Educadora de infância. Formadora de Expressões Artísticas. Nasceu em Lagos e reside em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Conrado, Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Conrado.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Conrado, Júlio | Escritor. Ensaísta. Crítico literário.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Contreiras, Adão===&lt;br /&gt;
 [[File:Adãocontreiras1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Contreiras, Adão | Artista Plástico. Poeta. Antifascista. Empresário (Sólimpa).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Coroa, Emílio Campos===&lt;br /&gt;
 [[File:Camposcoroa-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Coroa, Emílio Campos | Médico Oftalmologista. Professor. Ator. Dramaturgo. Democrata. Dinamizador cultural em várias vertentes (cinema, teatro, literatura...).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Correia, Arminda Nunes===&lt;br /&gt;
 [[File:Correia_Arminda-Nunes-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Correia, Arminda Nunes |  Cantora lírica. Professora de solfejo e de canto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Costa, Artur (Costinha)===&lt;br /&gt;
[[File:costinha2.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Costa, Artur (Costinha) | Pintor. Farense.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Costa, Emiliano da===&lt;br /&gt;
 [[File:Emilianodacosta-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Costa, Emiliano da | Médico. Pintor Poeta. Patrono da Escola de Estói, do Agrupamento Pinheiro e Rosa de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Costa, Manuel Inocêncio===&lt;br /&gt;
 [[File:Incenciocosta-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Costa, Manuel Inocêncio |Advogado. Professor na Escola Comercial e Industrial de Faro. Escritor. Poeta. Colaborador no blog &amp;quot;Os Costeletas&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cravinho, João===&lt;br /&gt;
 [[File:Cravinho6.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cravinho, João | Engenheiro civil. Deputado. Eurodeputado. Vice-presidente do Parlamento Europeu. Ministro de várias pastas, em diferentes governos. Escritor. Professor. Conselheiro no Conselho Nacional de Educação. Administrador do Banco Europeu da Reconstrução e Desenvolvimento. Membro do Conselho de Estado.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cruz, Gastão===&lt;br /&gt;
 [[File:Cruz_Gastao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cruz, Gastão | Poeta. Crítico Literário. Encenador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cunha, Norberto===&lt;br /&gt;
 [[File:Norbertocunha-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cunha, Norberto | Escritor. Poeta. Cronista. Filósofo.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dâmaso, Reis===&lt;br /&gt;
 [[File:Reis Damaso1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dâmaso, Reis | Escritor. Crítico literário.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dantas, Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Dantas_Julio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dantas, Júlio | Escritor. Patrono do Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, em Lagos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Davim, Joaquim Rodrigues===&lt;br /&gt;
 [[File:Davim2.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Davim, Joaquim Rodrigues | Escritor. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Deus, João de===&lt;br /&gt;
 [[File:Joaodedeus-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Deus, João de | Poeta lírico. Pedagogo. Criador do método para aprender a ler &amp;quot;Cartilha Maternal&amp;quot;. Patrono de muitas escolas/instituições de Portugal.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dias, Afonso===&lt;br /&gt;
 [[File:Dias_Afonso-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dias, Afonso | Cantor. Declamador. Poeta. Músico. Letrista. Encenador. Deputado à Assembleia Constituinte.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dias, Francisco Manuel Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Dias_Francisco-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dias, Francisco Manuel Palma |  Poeta. Encenador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dias, Jacinto Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Jacinto5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dias, Jacinto Palma |  Historiador. Investigador. Ensaísta. Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Elói, Maria da Conceição===&lt;br /&gt;
 [[File:Eloi_Maria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Elói, Maria da Conceição |Jornalista. Escritora. Cofundadora do Jornal A Avezinha, em Paderne (1921).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Estanco, Maria José===&lt;br /&gt;
 [[File:José estanco1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Estanco, Maria José |1ª Mulher Arquitecta. Professora. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Esperança, António Assis===&lt;br /&gt;
 [[File:Esperanca_Assis-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Esperança, António Assis  | Escritor. Jornalista. Escritor de Intervenção. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Évora, Fernando===&lt;br /&gt;
 [[File:Fernandoevora-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Évora, Fernando | Professor. Escritor. Historiador. Prémio Damião de Odemira (1999). Prémio da ARCA (2000).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Farinho, Idália===&lt;br /&gt;
 [[File:Farinho_Idadia-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Farinho, Idália |Professora. Poetisa. Professora na Escola Duarte Pacheco, em Loulé, e na Universidade do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Felizardo, Maria Graciete===&lt;br /&gt;
 [[File:Gracietetardaofelizardo-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Felizardo, Maria Graciete | Poetisa. Colaboradora no blogue da Associação dos Antigos Alunos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fernandes, Nascimento===&lt;br /&gt;
 [[File:Nascimento rosto1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Fernandes, Nascimento | Ator. Realizador. Dramaturgo. Produtor cinematográfico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ferreira, Vergílio===&lt;br /&gt;
 [[File:Vergilioferreira-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ferreira, Vergílio | Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ferrer, Filipe===&lt;br /&gt;
 [[File:Ferrer rosto1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ferrer, Filipe | Ator. Dramaturgo. Encenador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fogaça, Marisabel Xavier de===&lt;br /&gt;
 [[File:Fogaca_Marisabel-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Fogaça, Marisabel Xavier de |Escritora. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fraqueza, Maria José===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariajosefraqueza-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Fraqueza, Maria José | Escritora. Poetisa. Professora. Dramaturga. Dinamizadora cultural com extensa obra publicada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Freire, Corina===&lt;br /&gt;
 [[File:Freire_Corina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Freire, Corina | Cantora lírica. Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Freitas, Maria Eduarda Barjona de===&lt;br /&gt;
 [[File:Freitas_Barjona-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Freitas, Maria Eduarda Barjona de | Escritora. Enfermeira-tenente. Professora. jornalista. Investigadora. Crítica literária.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Galhoz, Maria Aliete===&lt;br /&gt;
 [[File:Galhoz_Aliete-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Galhoz, Maria Aliete | Professora. Poetisa. Ensaísta. Editora literária.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gomes, Elviro Rocha===&lt;br /&gt;
 [[File:Gomes_Rocha-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gomes, Elviro Rocha | Elviro Augusto da Rocha Gomes. Professor. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gomes, Manuel Teixeira===&lt;br /&gt;
 [[File:Gomes_Manuel-Teixeira-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gomes, Manuel Teixeira | Escritor. Presidente da República. Patrono de um agrupamento de escolas em Portimão e de uma escola básica do Agrupamento de Escolas Santa Maria dos Olivais, em Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gomes, Neto===&lt;br /&gt;
 [[File:Gomes_Neto-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gomes, Neto | Jornalista. Radialista. Escritor. Foi coautor do Livro &amp;quot;Algarve. 100 anos de República. 100 Personalidades. 1910-2010.&amp;quot; ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gonçalves, Ilena Luís Candeias===&lt;br /&gt;
 [[File:Goncalves_Ilena-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gonçalves, Ilena | Professora. Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gonzalo, Maria Eduarda===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariaeduardagonzalo1947-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gonzalo, Maria Eduarda | Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Grade, Fernando Silva===&lt;br /&gt;
 [[File:Gradefoto2.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Grade, Fernando Silva | Pintor. Artista Plástico. Biólogo. Ativista na defesa do património edificado e natural do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Guerreiro, Cândido===&lt;br /&gt;
 [[File:Candidoguerreiro-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Guerreiro, Cândido | Poeta pós-simbolista. Advogado. Dramaturgo. Notário em Faro e Loulé e Presidente da Câmara daquelas cidades. Colaborador com todos os intelectuais seus contemporâneos com publicações nos jornais regionais e em eventos culturais diversos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Haussmann, Adolf===&lt;br /&gt;
 [[File:Haussmann_Adolf-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Haussmann, Adolf |  Artista. Professor na escola de Desenho Técnico de Pedro Nunes, atual Escola Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inácio, Nuno Campos===&lt;br /&gt;
 [[File:Inácio.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Inácio, Nuno Campos | Escritor. Editor. Genealogista. Jurista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inocêncio, Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Inocencio_Pedro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Inocêncio, Pedro | Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Iria, Alberto===&lt;br /&gt;
 [[File:Iria_Alberto-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Iria, Alberto | Historiador. Bibliotecário. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Jorge, Lídia===&lt;br /&gt;
 [[File:Jorge_Lidia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Jorge, Lídia | Escritora.  Uma das mais ilustres da atualidade. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Jorge, Luiza Neto===&lt;br /&gt;
 [[File:Jorge_Luiza-Neto-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Jorge, Luiza Neto | Tradutora. Poetisa portuguesa. Professora no Liceu de Faro no início dos anos 60, onde fez parte do grupo de intelectuais que se reunia no Café Aliança. Integrou no movimento literário Poesia 61.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Jubilot, Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Jubilot_Pedro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Jubilot, Pedro | Escritor e contista olhanense premiado. Dinamizador cultural na cidade de Tavira e editor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Júdice, Nuno===&lt;br /&gt;
 [[File:Judice_Nuno-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Júdice, Nuno | Poeta. Ficcionista. Tradutor. Ensaísta. Professor catedrático.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lameira, Francisco===&lt;br /&gt;
 [[File:Lameira4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lameira, Francisco | Historiador. Professor Universitário. Investigador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Leal d'Oliveira, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Antonio leal oliveira1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Leal d'Oliveira, António | Investigador. Pedagogo. Coronel. Doutor em Educação Física. Fundador da Escola Superior de Educação Física da Sociedade de Geografia de Lisboa, precursora do INEF Instituto Nacional de Educação Física.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Leal, João===&lt;br /&gt;
 [[File:Leal_Joao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Leal, João | Jornalista. Professor. É um dos mais conceituados jornalistas algarvios. Começou há mais de seis décadas, tendo colaborado em muitas publicações da imprensa escrita, regional e nacional, e também em algumas rádios. Trabalhou pelo prestígio do seu Algarve quando exerceu funções na Região de Turismo do Algarve e no Governo Civil de Faro. Foi aluno nas escolas Serpa Pinto e Industrial e Comercial de Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, no final dos anos 40 e nos anos 50 do século XX. Foi professor na escola Primária de S. Luís, em Faro (Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira) e na Fuzeta nos anos 60 e 70 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lima, Josefa de===&lt;br /&gt;
 [[File:Lima_Josefa-de-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lima, Josefa de | Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lopes, Bernardo===&lt;br /&gt;
 [[File:Bernardo5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lopes, Bernardo | Realizador. Roteirista. Produtor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lopes, Francisco Fernandes===&lt;br /&gt;
 [[File:Franciscofernandeslopes-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lopes, Francisco Fernandes | Médico. Historiador. Escritor. Músico. Professor do liceu João de Deus, em Faro e diretor da Escola Primária Superior de Faro. Expoente da cultura algarvia, reconhecido a nível nacional e internacional. Patrono da Escola Secundária de Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lopes, Teresa Rita===&lt;br /&gt;
 [[File:Lopes_Teresa-Rita-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lopes, Teresa Rita | Poetisa. Escritora. Professora Catedrática. Vulto da Academia Portuguesa. É reconhecida mundialmente pelos seus estudos sobre Fernando Pessoa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Louro, Manuel Estanco===&lt;br /&gt;
 [[File:Manuel louro.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Louro, Manuel Estanco |  Professor. Advogado. Escritor. Publicista. Investigador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lúcio, João===&lt;br /&gt;
 [[File:Lucio_Joao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lúcio, João | Poeta. Advogado. Presidente da Câmara de Olhão e editor do semanário farense &amp;quot;O Sul&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Luís, Fernando R.===&lt;br /&gt;
 [[File:Luis_Fernando-R-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Luís, Fernando R. | Poeta. Professor. Bancário. Agente Cultural.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lupi, Nita===&lt;br /&gt;
 [[File:Lupi_Nita-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lupi, Nita | Poetisa. Cantora lírica.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Luz, Torcato da===&lt;br /&gt;
 [[File:Luz_Torcato-da-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Luz, Torcato da | Poeta. Cronista. Jornalista. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lyster Franco, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Carloslysterfranco-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lyster Franco, Carlos | Pintor. Professor. Escritor. Político. Jornalista. Editor. Diretor de jornais e revistas. Diretor da escola Pedro Nunes / Tomás Cabreira / Industrial e Comercial de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lyster Franco, Mário===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariolysterfranco-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lyster Franco, Mário | Jornalista. Escritor. Advogado. Político. Arqueólogo. Museólogo. Em 1914 com 12 anos, foi o primeiro aluno matriculado no curso elementar de comércio recém-criado na Escola Industrial e Comercial de Pedro Nunes em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Machado, José Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Machado_Jose-Pedro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Machado, José Pedro | Professor. Filólogo. Historiador. Bibliógrafo. Dicionarista notável, tendo publicado o Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa e o Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa, entre outros.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Macheira, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Macheira_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Macheira, António | Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Madeira, Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Madeira_Manuel-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Madeira, Manuel |  Poeta. Resistente antifascista e um dos impulsionadores do encontro do MUD juvenil em Bela Mandil, Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Magalhães, Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Joaquimmagalhaes-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim | Professor (1934-1975). Reitor (1969-1974) do Liceu Nacional de Faro. Presidente do Conselho Directivo do Liceu de Faro (1974-75). Foi o &amp;quot;Secretário&amp;quot; de António Aleixo tendo conseguido as primeiras edições de obras do poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marques, Agripina Costa===&lt;br /&gt;
 [[File:Agripina cara1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marques, Agripina Costa | Poeta. Tradutora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marques, Franklin===&lt;br /&gt;
 [[File:Marques_Franklin-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marques, Franklin | Professor. Aluno da escola Elementar Serpa Pinto, a então Escola Industrial e Comercial Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marques, Maria Feliciana===&lt;br /&gt;
 [[File:Marques_Maria-Feliciana-.png|left]] &lt;br /&gt;
 [[Marques, Maria Feliciana | Pseudónimo de Violeta. Poetisa. Escritora. Cofundadora, em 1921, do Jornal A Avezinha, em Paderne.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marreiros, Glória===&lt;br /&gt;
 [[File:Marreiros_Gloria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marreiros, Glória | Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marreiros, Glória Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Marreiros_Gloria-Maria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marreiros, Glória Maria | Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Martins, Gabriela Rocha===&lt;br /&gt;
 [[File:Gabriela1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Martins, Gabriela Rocha|Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mascarenhas, José Fernandes===&lt;br /&gt;
 [[File:Rodrigues José Júlio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mascarenhas, José Fernandes|Historiador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Matos, Raul===&lt;br /&gt;
 [[File:Raul de Matos1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Matos, Raul|Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mendes, António Rosa===&lt;br /&gt;
 [[File:Mendes_Antonio-Rosa-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mendes, António Rosa | Historiador. Escritor. Advogado. Professor universitário. Político. Editor. Divulgador da história do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mesquita, José Carlos Vilhena===&lt;br /&gt;
 [[File:Mesquita_Vilhena-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mesquita, José Carlos Vilhena | Historiador. Professor universitário. Divulgador do Algarve e da Cultura Algarvia. Impulsionador da Algarviana. Famalicão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Moreno, Mateus===&lt;br /&gt;
 [[File:Morenofoto1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Moreno, Mateus |Regionalista. Militar. Combatente na Grande Guerra. Poeta, Escritor. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Moscoso, Salazar===&lt;br /&gt;
 [[File:Morenofoto1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Moscoso, Salazar |Poeta. Jornalista. Professor.Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Murta, José Guerreiro===&lt;br /&gt;
 [[File:Murtafoto1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Murta, José Guerreiro |Pedagogo. Escritor. Professor. Reitor dos liceus. Jurista. Filólogo.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Negrão, Diamantina===&lt;br /&gt;
 [[File:Negrao_Diamantina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Negrão, Diamantina |Professora. Poetisa. Pintora. Escultora. Albufeira. Patrona da Escola Básica 2,3 Professora Diamantina Negrão, em Albufeira, do Agrupamento de Escolas de Ferreiras.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Néné, Tiago===&lt;br /&gt;
 [[File:Tiago-Nene1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Néné, Tiago |Poeta. Tradutor. Advogado.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nero===&lt;br /&gt;
 [[File:Nero.jpeg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nero| Poeta. Silves.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Neto, Teodomiro===&lt;br /&gt;
 [[File:Neto_Teodomiro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Neto, Teodomiro | Escritor. Historiador. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Neves, Leonel===&lt;br /&gt;
 [[File:Leonelneves.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Neves, Leonel | Escritor. Meteorologista. Escreveu, especialmente, para o público jovem, tendo diversas obras ilustradas por Tossan.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Neves Júnior, José===&lt;br /&gt;
 [[File:Neves-Junior_Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Neves Júnior, José | Professor. Reitor. Escritor. Democrata. Personalidade cultural e socialmente inquieta, onde a busca do saber e o desejo de o comunicar andaram sempre a par.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nobre, Antero===&lt;br /&gt;
 [[File:Nobre_Antero-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nobre, Antero | Intelectual. Historiador. Político. Jornalista. Presidente da Câmara de Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nobre, Roberto===&lt;br /&gt;
 [[File:RobNobre1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nobre, Roberto | Escritor. Jornalista. Pintor. Ilustrador. Caricaturista. Crítico de arte e de cinema. Realizador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nunes, Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Nunes_Pedro-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nunes, Pedro | Matemático. Geógrafo. Médico. Astrónomo. Cartógrafo. Cosmógrafo-mor do Reino de Portugal. Em 1888 Pedro Nunes foi o patrono da Escola de Desenho Industrial de Pedro Nunes, em Faro, a primeira de muitas do agora Agrupamento de Tomás Cabreira, em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Olívio, Tito===&lt;br /&gt;
 [[File:Olivio_Tito-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Olívio, Tito |  Poeta. Escritor. Ensaísta. Editor. Engenheiro civil. Foi professor nas escolas Industrial e Comercial de Silves / Secundária de Silves e Industrial e Comercial de Faro / Secundária de Tomás Cabreira e no Liceu de Faro / Escola Secundária de João de Deus.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pacheco, Rosária===&lt;br /&gt;
 [[File:Pacheco, Rosária-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pacheco, Rosária | Professora. Escritora. Fotógrafa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Palma, Fernando Manuel Gomes da===&lt;br /&gt;
 [[File:Palminha1 foto.JPG|left]]&lt;br /&gt;
 [[Palma, Fernando Manuel Gomes da | Escritor. Vice-Presidente da Associação Antigos Alunos Escola Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Palma Rodrigues, José António===&lt;br /&gt;
 [[File:Palma4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Palma Rodrigues, José António| Poeta. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Passos, Bernardo de===&lt;br /&gt;
 [[File:Bernardo passos.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Passos, Bernardo de | Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Passos, Rosalina===&lt;br /&gt;
 [[File:Passos_Rosalinda-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Passos, Rosalina | A maior (ou a única) escultora algarvia da primeira metade do século XX. Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Passos, Virgínia===&lt;br /&gt;
 [[File:Passos_Virginia-.png|left]] &lt;br /&gt;
 [[Passos, Virgínia | Pintora. Democrata. Inspirou-se nos poemas do seu irmão Bernardo de Passos, para algumas das suas aguarelas.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Penedo, Leão do Nascimento===&lt;br /&gt;
 [[File:Leão-Penedo-sépia1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Penedo, Leão | Escritor. Jornalista. Argumentista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Penteado, Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Manuel-penteado1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Penteado, Manuel | Escritor. Poeta. Médico. Dramaturgo. Militar.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pereira, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Pereira_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pereira, António |  Poeta. Magistrado do Ministério Público. Conservador. Juiz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pessanha, Fernando===&lt;br /&gt;
 [[File:Pessanha_Fernando-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pessanha, Fernando | Historiador. Conferencista. Escritor. Ensaísta. Compositor. Pianista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro, António===&lt;br /&gt;
 [[File:António Pinheiro 1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinheiro, António | Ator. Realizador. Argumentista. Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro, Maria José===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinheiro_Maria-Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinheiro, Maria José | Poetisa. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro e Rosa, José António===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinheiroerosa-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[ Pinheiro e Rosa, José António | Historiador. Compositor. Professor. Especialista em Arte Sacra. Patrono de uma das três escolas secundárias de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinto, Alexandre Serpa===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinto_Serpa-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinto, Serpa | Militar. Explorador do continente africano. Escritor. Patrono da Escola Técnica Elementar Serpa Pinto / Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira, em Faro, entre 1947 e 1951 e do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, em Cinfães.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinto, Fernando Esteves===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinto_Fernando-Esteves-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinto, Fernando Esteves | Poeta. Romancista. Cofundador do projeto literário LÓGOS – Biblioteca do Tempo. Editor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinto Serra, Joaquim Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinto serra4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinto Serra, Joaquim Manuel | Poeta. Escritor. Médico Psiquiatra. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pires, Conceição===&lt;br /&gt;
 [[File:Pires_Conceicao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pires, Conceição |  Dinamizadora Cultural. Desenhadora. Escritora. Presidente da Junta de Freguesia de Olhão. Professora particular em Olhão, onde preparou muitos alunos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pires, Deodato===&lt;br /&gt;
 [[File:Pires_Deodato-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pires, Deodato | Dinamizador Cultural. Poeta. Comerciante. Presidente do Elos Clube de Olhão. Autarca. Chegou a sócio n.º 1 do Sporting Clube Olhanense.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Porfírio, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Porfirio_Carlos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Porfírio, Carlos | Faro. Cineasta. Poeta. Pintor. Participou no movimento futurista português, designadamente como diretor da revista Portugal Futurista, em 1917. Foi aluno da Escola de Desenho Técnico de Pedro Nunes, em Faro, onde teve como professores Adolf Haussmann e Carlos Lyster Franco. Foi também aluno do Liceu de Faro. 1895 — 1970. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Quaresma, Amílcar===&lt;br /&gt;
 [[File:Quaresma_Amilcar-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Quaresma, Amílcar | Professor da  Escola Industrial e Comercial de Faro e o antigo Liceu de Faro (atual Escola Secundária João de Deus) nos  anos 60  e 70 do século XX. Dirigente associativo de várias coletividades, tendo fundado os Jograis de Estoi. Cronista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Quintinha, Julião===&lt;br /&gt;
 [[File:Julião-quintinha1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Quintinha, Julião | Escritor. Jornalista. Alfaiate. Maçon.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ramirez, Lolita===&lt;br /&gt;
 [[File:Ramirez_Lolita-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ramirez, Lolita | Professora. Poeta. Vila Real de Santo António.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rebocho, Joaquim da Costa===&lt;br /&gt;
 [[File:Rebocho1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rebocho, Joaquim da Costa | Pintor. Arquiteto. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Reis, Ema===&lt;br /&gt;
 [[File:Reis_Ema-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Reis, Ema | Musicóloga. Publicista. Usou o pseudónimo Vera Gharb. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resende, Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Julio4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Resende, Júlio | Pianista. Compositor. Músico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ricardo, Honorato Pisco===&lt;br /&gt;
 [[File:Honorato.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ricardo, Honorato Pisco | Professor. Personalidade relevante da vida cultural local e regional, nomeadamente da Fuzeta e da Conceição de Faro, destacando-se no ensino, na poesia, no jornalismo e nos jogos florais. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rocha, Lutília Gonçalves===&lt;br /&gt;
 [[File:Rocha_Lutilia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rocha, Lutília Gonçalves | Escritora. Poetisa. Colaboradora do blogue &amp;quot;Os Costeletas&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rocha-Trindade, Maria Beatriz===&lt;br /&gt;
 [[File:Beatriz trindade2.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rocha-Trindade, Maria Beatriz | Professora. Catedrática. Investigadora. Socióloga. Académica.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rodrigues, Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Rodrigues_Joaquim-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rodrigues, Joaquim | Historiador. Professor. Investigador. Ensaísta. Investigador do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. Conferencista essencialmente em temas relacionados com o Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rodrigues, José Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Rodrigues_José Júlio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rodrigues, José Júlio | Professor. Diretor do Liceu de Faro.Escritor. Investigador . Ensaísta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Romana, Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariaromana-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Romana, Maria | Enfermeira. Escritora. Poetisa. Colaboradora do blog &amp;quot;Os Costeletas&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rosa, António Ramos===&lt;br /&gt;
 [[File:Antonioramosrosa-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rosa, António Ramos | Poeta. Tradutor. Desenhador. Patrono da Biblioteca Municipal de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rosa, Vitoriano=== &lt;br /&gt;
 [[File:Rosa_Vitoriano-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rosa, Vitoriano | Escritor. Jornalista. Cofundador do primeiro cineclube no Algarve, em Olhão, da revista Algarve Ilustrado, do jornal Sporting Clube Olhanense, do jornal Correio da Manhã, dirgindo alguns destes jornais e revistas. Ativista político do MUD juvenil.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sá, Maria Clementina===&lt;br /&gt;
 [[File:Sa_Maria-Clementina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sá, Maria Clementina |Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sancho, José Dias===&lt;br /&gt;
 [[File:Sanchofoto.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sancho, José Dias | Advogado. Poeta. Ficcionista. Crítico Literário. Dramaturgo.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Santos, Manuel Neto dos===&lt;br /&gt;
 [[File:Santos_Manuel-Neto-dos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Santos, Manuel Neto dos | Poeta. Ator. Declamador. Tradutor. Autor de &amp;quot;Subsídios para a História da Poesia do Algarve&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Santos, Honorato dos===&lt;br /&gt;
 [[File:Honorato1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Santos, Honorato dos  | Historiador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Santos, Mariana Machado===&lt;br /&gt;
 [[File:Santos_Mariana-Amelia-Machado-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Santos, Mariana Machado | Publicista. Investigadora. Escritora. Professora. Bibliotecária na Bilioteca Nacional. Diretora da Biblioteca da Ajuda, em Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sarmento, Fátima Morais ===&lt;br /&gt;
 [[File:Fatimafreitas-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sarmento, Fátima Morais | Escritora. Assinou livros como Fátima Freitas e Maria Mattos. É professora de Português (2020) e desde meados da segunda década do século XXI leciona na Escola Secundária de Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Serafim, Joaquim Laginha===&lt;br /&gt;
 [[File:Laginha4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Serafim, Joaquim Laginha | Professor Catedrático. Engenheiro Civil. Autor de livros técnicos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Alberto Marques da===&lt;br /&gt;
 [[File:Alberto marques silva1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Alberto Marques da | Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Aníbal Cavaco===&lt;br /&gt;
 [[File:Cavacosilvafotonaescolatomascabreira-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Aníbal Cavaco | Professor. Escritor. Político. 1.º ministro entre 1985-1995. Presidente da República. Foi  aluno das escolas &amp;quot;Serpa Pinto&amp;quot; e &amp;quot;Industrial e Comercial de Faro&amp;quot; / Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Carlossilva-capaosherdeirosdeseptem.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Carlos | Professor. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Liliette Maltez Cardeira da===&lt;br /&gt;
 [[File:Silva_Liliette-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Liliette Maltez Cardeira da |  Professora. Poetisa. Lagoa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Orlando Augusto da===&lt;br /&gt;
 [[File:Silva_Orlando-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Orlando Augusto da |Poeta. Aluno da Escola Industrial e Comercial de Faro/Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Vitor===&lt;br /&gt;
 [[File:Vitorsilva-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Vitor | Cantor. Músico. Foi aluno da Escola Industrial e Comercial de Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Simões Júnior, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Simoes-Junior_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Simões Júnior, António | Escritor. Poeta. Ativista anti-fascista natural de Olhão. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sousa, João Brito===&lt;br /&gt;
 [[File:Sousa_Joao-Brito-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sousa, João Brito | Escritor. Poeta de Faro. Aluno na Escola Industrial e Comercial de Faro (Tomás Cabreira) nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Stockler, José dos Santos===&lt;br /&gt;
 [[File:Stockler3.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Stockler, José dos Santos| Escritor. Poeta de Faro. Aluno na Escola Industrial e Comercial de Faro (Tomás Cabreira) nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tapadinhas, Helena===&lt;br /&gt;
 [[File:Helenatapadinhas2011-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tapadinhas, Helena | Escritora de literatura infantil. Pedagoga premiada. Professora bibliotecária no Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes, em Portimão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tavares, Lorjó===&lt;br /&gt;
 [[File:José Lorjó Tavares 1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tavares, Lorjó| Dramaturgo. Escritor. Publicista. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tengarrinha, Margarida===&lt;br /&gt;
 [[File:Tengarrinha_Margarida-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tengarinha, Margarida |  Professora. Escritora. Resistente Antifascista. Política. Portimão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tóssan===&lt;br /&gt;
 [[File:Tossan-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tóssan | Pintor. Ilustrador. Caricaturista. Cenógrafo. Decorador. Poeta. Escritor. Autor do logotipo da Universidade do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Trindade, Rosa===&lt;br /&gt;
 [[File:Rosatrindade2011-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Trindade, Rosa | Pintora. Escultora com várias exposições já realizadas. Professora em escolas de Faro e Loulé, entre as quais, a Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vairinhos, Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Vairinhos4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vairinhos, Joaquim | Professor. Presidente da Câmara de Loulé. Deputado Europeu. Presidente do Comité das Regiões. Poeta. Aluno da Escola Industrial e Comercial de Faro/Escola Secundária Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Valadas, Jorge Escalço===&lt;br /&gt;
 [[File:Valadashp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Valadas, Jorge Escalço | Pintor. Professor. Primeiro diretor da Escola Técnica Elementar Serpa Pinto / Escola Tomás Cabreira em 1947.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vedes, Lina===&lt;br /&gt;
 [[File:Vedes_Lina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vedes, Lina | Professora. Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Veleda, Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Veleda_Maria-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Veleda, Maria | Escritora. Poetisa. Pedagoga. Pioneira na luta pela educação das crianças e dos direitos das mulheres. Professora. Jornalista. Ativista feminista. Patrona da Escola Básica Maria Veleda, do Agrupamento de Escolas José Afonso, em Loures. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Venda, António Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Venda_Antonio-Manuel-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Venda, António Manuel | Escritor. Gestor de Empresas.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ventura, António===&lt;br /&gt;
 [[File:António_Ventura_.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ventura, António | Historiador. Escritor. Investigador. Professor Catedrático do Departamento de História da Faculdade de Letras de Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ventura, António José===&lt;br /&gt;
 [[File:António_José_Ventura_.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ventura, António José | Professor. Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vicente, Luís===&lt;br /&gt;
 [[File:Luis face1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vicente, Luís | Ator. Encenador. Poeta. Escritor. Professor. Fundador da ACTA.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viegas, Lia===&lt;br /&gt;
 [[File:Viegas_Lia-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viegas, Lia |  Poeta. Estudou no Liceu de Faro. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viegas, Libertário===&lt;br /&gt;
 [[File:Viegas5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viegas, Libertário | Professor. Escritor. Coordenador do Centro de Área Educativa do Algarve. Presidente da Associação dos Antigos Alunos da Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viegas, Marcelino===&lt;br /&gt;
 [[File:Marcelinoviegas-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viegas, Marcelino | Jornalista. Político. Aluno da Escola Tomás Cabreira nos anos 70.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vieira, Helena===&lt;br /&gt;
 [[File:Vieira_Helena-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vieira, Helena |  Professora. Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vila, José===&lt;br /&gt;
 [[File:Josevila.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vila, José | Chefe de cozinha tradicional algarvia. Pintor. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Villar, Mariana===&lt;br /&gt;
 [[File:Vilar_Mariana-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Villar, Mariana | Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viviane===&lt;br /&gt;
 [[File:Viviane5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viviane |Cantora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Zambujal, Francisco===&lt;br /&gt;
 [[File:Franciscozambujal-caricatura-pelo-proprio-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Zambujal, Francisco | Professor. Caricaturista. Cartoonista. Um dos mais consagrados caricaturistas / cartoonistas do nosso país. Foi aluno nas escolas Serpa Pinto e Industrial e Comercial de Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, no final dos anos 40 e nos anos 50 do século XX. Foi professor na escola Primária de S. Luís, em Faro (/ Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira) nos anos 60. 70 e 80 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Zambujal, Mário===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariozambujal1954faro-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Zambujal, Mário | Jornalista. Escritor. Guionista. Apresentador televisivo. Foi aluno das escolas Técnica Elementar Serpa Pinto  e Industrial e Comercial de Faro nos anos 50 do século XX, onde frequentou o Ciclo Preparatório e o Curso Geral do Comércio.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais Autores Portugueses do Algarve===&lt;br /&gt;
 [[File:Maisautoresportuguesesdoalgarve.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mais autores | Mais autores Portugueses do Algarve]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais Autores Portugueses===&lt;br /&gt;
 [[File:Maisautoresportugueses.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mais Autores Portugueses | Mais Autores Portugueses]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais Autores===&lt;br /&gt;
 [[File:Maisautoresestrangeiros.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mais Autores Estrangeiros | Mais Autores]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As Escolas dos Autores==&lt;br /&gt;
===Camões===&lt;br /&gt;
 [[File:Liceucamoes-escolasecundariadecamoes-lisboa-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Esc. Secundária de Camões, em Lisboa | Escola Secundária de Camões, em Lisboa]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Francisco Fernandes Lopes===&lt;br /&gt;
 [[File:Escolaindustrialdeolhao-olhaosecundariadeolhao-escolafranciscofernandeslopes-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Francisco Fernandes Lopes, em Olhão | Agrupamento de Escolas Francisco Fernandes Lopes, em Olhão]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gil Eanes===&lt;br /&gt;
 [[File:Escola-gil-eanes-lagos-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Gil Eanes, em Lagos | Agrupamento de Escolas Gil Eanes, em Lagos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===João de Deus===&lt;br /&gt;
 [[File:Liceudefaro-escolasecundariajoaodedeusfaro-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. João de Deus, em Faro | Agrupamento de Escolas João de Deus, em Faro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro e Rosa===&lt;br /&gt;
 [[File:Escolasecundariapinheiroerosafaro-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Pinheiro e Rosa, em Faro | Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa, em Faro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tomás Cabreira===&lt;br /&gt;
 [[File:Escolaindustrialecomercialdefaro-escolasecundariatomascabreira-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais escolas e agrupamentos===&lt;br /&gt;
 [https://agr-tc.pt/contarte/index.php?title=Category:Escolas Para ver mais escolas clique aqui.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os Autores Patronos==&lt;br /&gt;
===Patronos de Agrupamentos, Bibliotecas, Escolas, ...===&lt;br /&gt;
 [https://agr-tc.pt/contarte/index.php?title=Category:Patronos Patronos de Agrupamentos, Bibliotecas, Escolas, ...]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
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				<updated>2026-05-27T11:57:39Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Main_Page&amp;diff=63176</id>
		<title>Main Page</title>
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				<updated>2026-05-27T11:55:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Autores Portugueses do Algarve'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Autores e ligações às suas escolas básicas e secundárias.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Espaço de promoção da leitura e de divulgação da nossa memória coletiva.''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:logo-wiki-algarte-2020.png]][https://agr-tc.pt/contarte/index.php?title=Legendas_foto_inicial_130_autores  legenda.*]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Introdução | Introdução]] | [[Ficha técnica | Ficha técnica]]  |  [[Contactos | Contactos]]  |  [[ESPECIAL 50 anos do 25 de Abril | Especial 25 de Abril - 50 Anos - Leituras em Liberdade]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Alguns Destaques de Leituras em Liberdade:&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Episodio1nataliac.jpg|150px|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-1-natalia-correia-por-alunos-do-aet]]&lt;br /&gt;
[[File:6.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-6-miguel-torga-por-alunos-do-aetc-jm-e-tc]]&lt;br /&gt;
[[File:7.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-7-manuel-alegre-por-alunos-do-aetc-jm-e-tc]]&lt;br /&gt;
[[File:17.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-17-leao-tolstoi]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:29.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/leituras-em-liberdade-ep-29-friedrich-nietzsche]]&lt;br /&gt;
[[File:34.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc/ep34-leituras-em-liberdade-federico-garcia-lorca]]&lt;br /&gt;
[[File:42.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc-tomas-cabreira-faro/leituras-em-liberdade-ep-42-jean-paul-satre]]&lt;br /&gt;
[[File:49.png|link=https://soundcloud.com/radio-escolar-tc-tomas-cabreira-faro/leituras-em-liberdade-ep49-casimiro-de-brito]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Mais leituras:&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/ManuelAlegre-AsMaos-por-CarolinaM-12-2-2024.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/ManuelAlegre-AsMaos-por-CarolinaM-12-2-2024.mp3  Manuel Alegre - As Mãos - lido por Carolina M. do 12.º. 2024,]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/JoseAfonso-CantarAlentejano-CatarinaEufemia-porJoaoQ-12-.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/JoseAfonso-CantarAlentejano-CatarinaEufemia-porJoaoQ-12-.mp3 José Afonso - Cantar Alentejano (Catarina Eufémia) - lido por João Q. 12.º.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBrito_PoemaUmPoucoMais_por_BeatrizLua.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBrito_PoemaUmPoucoMais_por_BeatrizLua.mp3 Casimiro de Brito - Um Pouco Mais - Lido por Beatriz L. do 12.º.]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://soundcloud.com/contarte-aaaetc/zeca-reinventado-fura-fura-por-alunos-do-pae]]&lt;br /&gt;
[https://soundcloud.com/contarte-aaaetc/zeca-reinventado-fura-fura-por-alunos-do-pae José Afonso - Fura Fura lido por PAE.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=http://agr-tc.pt/bibliotecas/leituras-audio/oviladeolhao-de-joseafonso-lido-por-beatriz.mp3]][http://agr-tc.pt/bibliotecas/leituras-audio/oviladeolhao-de-joseafonso-lido-por-beatriz.mp3 José Afonso - Ó Vila de Olhão lido por Beatriz L. do 12.º]&amp;amp;nbsp;&amp;amp;nbsp;[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimiroDeBritoAArteEaPoesia-por-JoaoQ-12-2021.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimiroDeBritoAArteEaPoesia-por-JoaoQ-12-2021.mp3 Casimiro de Brito - A Arte e a Poesia - lido por João Q. 12.º.]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Ouvir-.png|18px|link=https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBritoVietname-por-MiguelGuerreiroPAE2023.mp3]][https://agr-tc.pt/25-de-Abril_50-Anos/CasimirodeBritoVietname-por-MiguelGuerreiroPAE2023.mp3 Casimiro de Brito - Vietname lido por Miguel G. - PAE3 2024.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
== Autores ==&lt;br /&gt;
===Afonso, José [Zeca]===&lt;br /&gt;
 [[File:Joseafonso-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Afonso, José |  Músico. Cantor. Poeta. Cantautor. Professor na Escola Comercial e Industrial de Lagos/Escola Secundária Gil Eanes e na Escola Comercial e Industrial de Faro/Escola Secundária de Tomás Cabreira no final dos anos 50 e início dos anos 60 do século XX. Um dos mais ilustres portugueses do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Agostinho-Diniz, Isabel===&lt;br /&gt;
 [[File:IsabelMariaCarreiraAgostinhoDiniz-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Agostinho-Diniz,Isabel | Professora. Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Aleixo, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Aleixo_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Aleixo, António |  Poeta. Vila Real de Santo António. Loulé. Portimão. Patrono do Agrupamento de Escolas Poeta António Aleixo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Aleixo, Teresa===&lt;br /&gt;
 [[File:Teresa1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Aleixo, Teresa | Cantora. Compositora. Instrumentista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Algarve, Marcos===&lt;br /&gt;
 [[File:Marcos-algarve.JPG|left]]&lt;br /&gt;
 [[Algarve, Marcos |  Poeta. Escritor. Jornalista. Republicano. Comerciante. Presidente da Câmara de Portimão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Amaral, Mauro===&lt;br /&gt;
 [[File:Mauro4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Amaral, Mauro |  Músico. Cantor. Compositor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===d'Andrade, Reis===&lt;br /&gt;
 [[File:reisdandrade.jpg|50px|left]&lt;br /&gt;
 [[Andrade, João de Deus dos Reis | Poeta, dramaturgo, jornalista, filatelista, músico, pintor, caricaturista, figura  incontornável da cultura olhanense.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Anjos, Eva===&lt;br /&gt;
 [[File:Evaanjos-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Anjos, Eva | Poetisa. Está ligada às artes de diversas formas: poesia, música, vídeo, cinema.&lt;br /&gt;
Foi aluna na Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro em meados dos anos 10 do século XXI.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ayres, Laura===&lt;br /&gt;
 [[File:Laura21.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ayres, Laura | Médica. Professora universitária. Virologista. Patrona do Escola Secundária de Loulé e do Laboratório Regional de Saúde Pública do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Balté, António Henrique===&lt;br /&gt;
 [[File:BALTE1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Balté, António Henrique | Médico. Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Bandeira, José Ramos===&lt;br /&gt;
 [[File:Jose ramos bandeira2.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Bandeira, José Ramos | Professor Catedrático. Farmacêutico. Investigador. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barbosa, Maria Antonieta Júdice===&lt;br /&gt;
 [[File:Barbosa_Maria-Antonieta-Judice-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barbosa, Maria Antonieta Júdice |  Poetisa. Escritora. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barcoso, Cristina===&lt;br /&gt;
 [[File:Cristinabarcoso-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barcoso, Cristina | Licenciada em História e investigadora em História do cinema. Dinamizadora cultural. É Professora (2020) no Agrupamento de Escolas de Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barracha, Margarida===&lt;br /&gt;
 [[File:Margaridagaspar-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barracha, Margarida | Professora. Autora de Livros técnicos / Manuais escolares.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barriga, Luís===&lt;br /&gt;
 [[File:Luisbarriga-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barriga, Luís | Psicólogo clínico. Investigador. Escritor. Foi aluno da Escola Comercial e Industrial de Faro / Agr. Tomás Cabreira, nos anos 70 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barros, Samora===&lt;br /&gt;
 [[File:Samora-barros1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barros, Samora | Pintor. Naturalista. Professor. Diretor da Escola Comercial e Industrial de Silves ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barroso, Júlia===&lt;br /&gt;
[[File:Barroso_Julia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barroso, Júlia |  Atriz. Cantora. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Barroso, Maria de Jesus===&lt;br /&gt;
 [[File:Maria jesus.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Barroso, Maria de Jesus |  Atriz. Professora. Encenadora. Deputada na Assembleia Constituinte e na Assembleia da República nos mandatos de 1979, 1980 e 1983. 1ª Dama de Portugal.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Baptista, Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Manuel batistA 5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Baptista, Manuel | Pintor. Artista plástico. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Belo, Tavares===&lt;br /&gt;
 [[File:Maestro tavares.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Belo, Tavares | Maestro. Compositor. Músico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Berger, Maria Alexandrina Pires Chaves===&lt;br /&gt;
 [[File:Berger_Maria-Alexandrina-Chaves-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Berger, Maria Alexandrina Chaves | Pintora. Professora. Iniciou os estudos na Escola de Desenho Industrial de Pedro Nunes, em Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro. Primeira pintora algarvia diplomada pela Escola Superior de Belas Artes (1922).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Branco, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Antoniobranco_.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Branco, António | Reitor da Universidade do Algarve. Poeta. Músico. Ator. Encenador. Escritor. Professor Universitário.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Braz, João===&lt;br /&gt;
 [[File:João-perfil1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Braz, João| Poeta. Jornalista. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Brito_Carlos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Carlos | Escritor. Poeta. Deputado à Assembleia Constituinte. Resistente antifascista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Casimiro de===&lt;br /&gt;
 [[File:Casimirodebrito-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Casimiro de| Poeta. Romancista. Contista. Ensaísta. É um dos mais ilustres e consagrados poetas portugueses da atualidade. &lt;br /&gt;
Foi aluno na Escola Industrial e Comercial de Faro / Agr. Tomás Cabreira, nos anos 50 do Século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Ferradeira ===&lt;br /&gt;
 [[File:FerradeiraFoto.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Ferradeira  | Poeta. Dramaturgo. Encenador. Pertenceu à Tertúlia da Hélice com o poeta Tito Olívio.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, José Inácio de===&lt;br /&gt;
 [[File:Joseinaciodebrito-foto.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, José Inácio de | Professor. Artista. É o autor do logotipo da AAAETC.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Sérgio ===&lt;br /&gt;
 [[File:SergioBrito_.jpg|50px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Sérgio | Licenciado em Direito. Bancário. Empresário. Escritor. Editor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Sérgio Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Sérgiopalmabrito.jpg|50px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Sérgio Palma| Escritor. Ensaísta com obras sobre turismo e aviação/TAP. Gestor. Diretor Geral da Confederação de Turismo]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Brito, Vicente===&lt;br /&gt;
 [[File:Vicente brito.jpg|50px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Brito, Vicente| Médico. Pintor. Escultor. Escritor. Artista Plástico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Bulha, Dulce===&lt;br /&gt;
 [[File:Dulcebulha2010-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Bulha, Dulce | Professora de Artes Visuais na Escola Secundária de Tomás Cabreira em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Caboz, Ângela===&lt;br /&gt;
 [[File:Ângela1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Caboz, Ângela | Autora. Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabreira, Tomás===&lt;br /&gt;
 [[File:Tomascabreira-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabreira, Tomás | Professor. Militar. Político. Ministro das Finanças.&lt;br /&gt;
Patrono da Escola Secundária Tomás Cabreira pela portaria nº 2.576 de 17 de janeiro de 1921 do Governo da República.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabreira Júnior, Tomás===&lt;br /&gt;
 [[File:Cabreira-Junior_Tomas-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabreira Júnior, Tomás |  Poeta. Colega de Mário Sá-Carneiro nos liceus do Carmo e Camões em Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabrita, Fernando===&lt;br /&gt;
 [[File:Fernandocabrita-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabrita, Fernando | Poeta. Advogado. Comissário dos encontros &amp;quot;Poesia a Sul&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cabrita, Sotero===&lt;br /&gt;
 [[File:Sotero-Cabrita-Fotop.png|40px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabrita, Sotero | Poeta. Antifascista, apoiou a campanha de Humberto Delgado.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Caetano, Domingos===&lt;br /&gt;
 [[File:Caetano_Domingos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Caetano, Domingos (Iris) |  Músico. Cantor. Líder do Grupo Íris. Professor de música.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Caires, Lutegarda===&lt;br /&gt;
 [[File:Caires_Lutegarda-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Caires, Lutegarda | Poeta e Romancista. Filantropa. Ativista. Foi a &amp;quot;fundadora&amp;quot; do Natal dos Hospitais.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Calado, José Vieira===&lt;br /&gt;
 [[File:Calado_Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Calado, José Vieira | Professor. Jornalista. Escritor. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campaniço, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Campanico_Carlos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campaniço, Carlos | Escritor. Diretor de Programação do Auditório Municipal de Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campião, Luís===&lt;br /&gt;
 [[File:Luiscampiao-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campião, Luís | Escritor. Dramaturgo. Ator.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campina, Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Campina_Maria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campina, Maria | Pianista. Professora. Pedagoga. Fundou em 1973, em Faro o Conservatório Regional do Algarve, a que foi atribuído o seu nome.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campinas, António Vicente===&lt;br /&gt;
 [[File:Antonio-Vicente-Campinas.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Campinas, António Vicente | Poeta. Romancista. Cronista. Jornalista. Resistente antifascista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Candeias Nunes, António Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Candeias nunes1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Candeias Nunes, António Joaquim | Poeta. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Carrapato, Almeida===&lt;br /&gt;
 [[File:Carrapato5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Carrapato, Almeida | Político. Deputado. Advogado. Escritor. Governador Civil de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Carlos, Adelino da Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Adelino4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Carlos, Adelino da Palma | Escritor. Professor. Primeiro-ministro do I Governo Provisório de 16 de Maio a 18 de Julho de 1974. Advogado. Político. Bastonário da Ordem dos Advogados entre 1951 e 1956. Grão-mestre do Grande Oriente Lusitano.]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Carriço, António da Silva===&lt;br /&gt;
 [[File:Carrico_Antonio-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Carriço, António da Silva | Escritor. Foi responsável pela Biblioteca Municipal de Monchique.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Castro, Damião António Lemos Faria e===&lt;br /&gt;
 [[File:Damiao3.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Castro, Damião António Lemos Faria e | Historiador. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Centazzi, Guilherme===&lt;br /&gt;
 [[File:Centazzi3.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Centazzi, Guilherme | Médico. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cercas, José===&lt;br /&gt;
 [[File:Cercas_Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cercas, José | Pintor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===César, Adília===&lt;br /&gt;
 [[File:Cesar_Adilia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[César, Adília | Poeta. Cronista. Educadora de infância. Formadora de Expressões Artísticas. Nasceu em Lagos e reside em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Conrado, Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Conrado.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Conrado, Júlio | Escritor. Ensaísta. Crítico literário.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Contreiras, Adão===&lt;br /&gt;
 [[File:Adãocontreiras1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Contreiras, Adão | Artista Plástico. Poeta. Antifascista. Empresário (Sólimpa).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Coroa, Emílio Campos===&lt;br /&gt;
 [[File:Camposcoroa-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Coroa, Emílio Campos | Médico Oftalmologista. Professor. Ator. Dramaturgo. Democrata. Dinamizador cultural em várias vertentes (cinema, teatro, literatura...).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Correia, Arminda Nunes===&lt;br /&gt;
 [[File:Correia_Arminda-Nunes-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Correia, Arminda Nunes |  Cantora lírica. Professora de solfejo e de canto.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Costa, Artur (Costinha)===&lt;br /&gt;
[[File:costinha2.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Costa, Artur (Costinha) | Pintor. Farense.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Costa, Emiliano da===&lt;br /&gt;
 [[File:Emilianodacosta-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Costa, Emiliano da | Médico. Pintor Poeta. Patrono da Escola de Estói, do Agrupamento Pinheiro e Rosa de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Costa, Manuel Inocêncio===&lt;br /&gt;
 [[File:Incenciocosta-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Costa, Manuel Inocêncio |Advogado. Professor na Escola Comercial e Industrial de Faro. Escritor. Poeta. Colaborador no blog &amp;quot;Os Costeletas&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cravinho, João===&lt;br /&gt;
 [[File:Cravinho6.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cravinho, João | Engenheiro civil. Deputado. Eurodeputado. Vice-presidente do Parlamento Europeu. Ministro de várias pastas, em diferentes governos. Escritor. Professor. Conselheiro no Conselho Nacional de Educação. Administrador do Banco Europeu da Reconstrução e Desenvolvimento. Membro do Conselho de Estado.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cruz, Gastão===&lt;br /&gt;
 [[File:Cruz_Gastao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cruz, Gastão | Poeta. Crítico Literário. Encenador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Cunha, Norberto===&lt;br /&gt;
 [[File:Norbertocunha-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cunha, Norberto | Escritor. Poeta. Cronista. Filósofo.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dâmaso, Reis===&lt;br /&gt;
 [[File:Reis Damaso1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dâmaso, Reis | Escritor. Crítico literário.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dantas, Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Dantas_Julio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dantas, Júlio | Escritor. Patrono do Agrupamento de Escolas Júlio Dantas, em Lagos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Davim, Joaquim Rodrigues===&lt;br /&gt;
 [[File:Davim2.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Davim, Joaquim Rodrigues | Escritor. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Deus, João de===&lt;br /&gt;
 [[File:Joaodedeus-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Deus, João de | Poeta lírico. Pedagogo. Criador do método para aprender a ler &amp;quot;Cartilha Maternal&amp;quot;. Patrono de muitas escolas/instituições de Portugal.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dias, Afonso===&lt;br /&gt;
 [[File:Dias_Afonso-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dias, Afonso | Cantor. Declamador. Poeta. Músico. Letrista. Encenador. Deputado à Assembleia Constituinte.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dias, Francisco Manuel Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Dias_Francisco-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dias, Francisco Manuel Palma |  Poeta. Encenador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Dias, Jacinto Palma===&lt;br /&gt;
 [[File:Jacinto5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Dias, Jacinto Palma |  Historiador. Investigador. Ensaísta. Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Elói, Maria da Conceição===&lt;br /&gt;
 [[File:Eloi_Maria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Elói, Maria da Conceição |Jornalista. Escritora. Cofundadora do Jornal A Avezinha, em Paderne (1921).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Estanco, Maria José===&lt;br /&gt;
 [[File:José estanco1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Estanco, Maria José |1ª Mulher Arquitecta. Professora. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Esperança, António Assis===&lt;br /&gt;
 [[File:Esperanca_Assis-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Esperança, António Assis  | Escritor. Jornalista. Escritor de Intervenção. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Évora, Fernando===&lt;br /&gt;
 [[File:Fernandoevora-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Évora, Fernando | Professor. Escritor. Historiador. Prémio Damião de Odemira (1999). Prémio da ARCA (2000).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Farinho, Idália===&lt;br /&gt;
 [[File:Farinho_Idadia-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Farinho, Idália |Professora. Poetisa. Professora na Escola Duarte Pacheco, em Loulé, e na Universidade do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Felizardo, Maria Graciete===&lt;br /&gt;
 [[File:Gracietetardaofelizardo-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Felizardo, Maria Graciete | Poetisa. Colaboradora no blogue da Associação dos Antigos Alunos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fernandes, Nascimento===&lt;br /&gt;
 [[File:Nascimento rosto1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Fernandes, Nascimento | Ator. Realizador. Dramaturgo. Produtor cinematográfico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ferreira, Vergílio===&lt;br /&gt;
 [[File:Vergilioferreira-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ferreira, Vergílio | Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ferrer, Filipe===&lt;br /&gt;
 [[File:Ferrer rosto1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ferrer, Filipe | Ator. Dramaturgo. Encenador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fogaça, Marisabel Xavier de===&lt;br /&gt;
 [[File:Fogaca_Marisabel-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Fogaça, Marisabel Xavier de |Escritora. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Fraqueza, Maria José===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariajosefraqueza-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Fraqueza, Maria José | Escritora. Poetisa. Professora. Dramaturga. Dinamizadora cultural com extensa obra publicada.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Freire, Corina===&lt;br /&gt;
 [[File:Freire_Corina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Freire, Corina | Cantora lírica. Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Freitas, Maria Eduarda Barjona de===&lt;br /&gt;
 [[File:Freitas_Barjona-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Freitas, Maria Eduarda Barjona de | Escritora. Enfermeira-tenente. Professora. jornalista. Investigadora. Crítica literária.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Galhoz, Maria Aliete===&lt;br /&gt;
 [[File:Galhoz_Aliete-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Galhoz, Maria Aliete | Professora. Poetisa. Ensaísta. Editora literária.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gomes, Elviro Rocha===&lt;br /&gt;
 [[File:Gomes_Rocha-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gomes, Elviro Rocha | Elviro Augusto da Rocha Gomes. Professor. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gomes, Manuel Teixeira===&lt;br /&gt;
 [[File:Gomes_Manuel-Teixeira-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gomes, Manuel Teixeira | Escritor. Presidente da República. Patrono de um agrupamento de escolas em Portimão e de uma escola básica do Agrupamento de Escolas Santa Maria dos Olivais, em Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gomes, Neto===&lt;br /&gt;
 [[File:Gomes_Neto-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gomes, Neto | Jornalista. Radialista. Escritor. Foi coautor do Livro &amp;quot;Algarve. 100 anos de República. 100 Personalidades. 1910-2010.&amp;quot; ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gonçalves, Ilena Luís Candeias===&lt;br /&gt;
 [[File:Goncalves_Ilena-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gonçalves, Ilena | Professora. Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gonzalo, Maria Eduarda===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariaeduardagonzalo1947-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Gonzalo, Maria Eduarda | Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Grade, Fernando Silva===&lt;br /&gt;
 [[File:Gradefoto2.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Grade, Fernando Silva | Pintor. Artista Plástico. Biólogo. Ativista na defesa do património edificado e natural do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Guerreiro, Cândido===&lt;br /&gt;
 [[File:Candidoguerreiro-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Guerreiro, Cândido | Poeta pós-simbolista. Advogado. Dramaturgo. Notário em Faro e Loulé e Presidente da Câmara daquelas cidades. Colaborador com todos os intelectuais seus contemporâneos com publicações nos jornais regionais e em eventos culturais diversos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Haussmann, Adolf===&lt;br /&gt;
 [[File:Haussmann_Adolf-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Haussmann, Adolf |  Artista. Professor na escola de Desenho Técnico de Pedro Nunes, atual Escola Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inácio, Nuno Campos===&lt;br /&gt;
 [[File:Inácio.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Inácio, Nuno Campos | Escritor. Editor. Genealogista. Jurista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Inocêncio, Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Inocencio_Pedro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Inocêncio, Pedro | Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Iria, Alberto===&lt;br /&gt;
 [[File:Iria_Alberto-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Iria, Alberto | Historiador. Bibliotecário. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Jorge, Lídia===&lt;br /&gt;
 [[File:Jorge_Lidia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Jorge, Lídia | Escritora.  Uma das mais ilustres da atualidade. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Jorge, Luiza Neto===&lt;br /&gt;
 [[File:Jorge_Luiza-Neto-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Jorge, Luiza Neto | Tradutora. Poetisa portuguesa. Professora no Liceu de Faro no início dos anos 60, onde fez parte do grupo de intelectuais que se reunia no Café Aliança. Integrou no movimento literário Poesia 61.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Jubilot, Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Jubilot_Pedro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Jubilot, Pedro | Escritor e contista olhanense premiado. Dinamizador cultural na cidade de Tavira e editor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Júdice, Nuno===&lt;br /&gt;
 [[File:Judice_Nuno-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Júdice, Nuno | Poeta. Ficcionista. Tradutor. Ensaísta. Professor catedrático.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lameira, Francisco===&lt;br /&gt;
 [[File:Lameira4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lameira, Francisco | Historiador. Professor Universitário. Investigador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Leal d'Oliveira, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Antonio leal oliveira1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Leal d'Oliveira, António | Investigador. Pedagogo. Coronel. Doutor em Educação Física. Fundador da Escola Superior de Educação Física da Sociedade de Geografia de Lisboa, precursora do INEF Instituto Nacional de Educação Física.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Leal, João===&lt;br /&gt;
 [[File:Leal_Joao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Leal, João | Jornalista. Professor. É um dos mais conceituados jornalistas algarvios. Começou há mais de seis décadas, tendo colaborado em muitas publicações da imprensa escrita, regional e nacional, e também em algumas rádios. Trabalhou pelo prestígio do seu Algarve quando exerceu funções na Região de Turismo do Algarve e no Governo Civil de Faro. Foi aluno nas escolas Serpa Pinto e Industrial e Comercial de Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, no final dos anos 40 e nos anos 50 do século XX. Foi professor na escola Primária de S. Luís, em Faro (Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira) e na Fuzeta nos anos 60 e 70 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lima, Josefa de===&lt;br /&gt;
 [[File:Lima_Josefa-de-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lima, Josefa de | Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lopes, Bernardo===&lt;br /&gt;
 [[File:Bernardo5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lopes, Bernardo | Realizador. Roteirista. Produtor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lopes, Francisco Fernandes===&lt;br /&gt;
 [[File:Franciscofernandeslopes-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lopes, Francisco Fernandes | Médico. Historiador. Escritor. Músico. Professor do liceu João de Deus, em Faro e diretor da Escola Primária Superior de Faro. Expoente da cultura algarvia, reconhecido a nível nacional e internacional. Patrono da Escola Secundária de Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lopes, Teresa Rita===&lt;br /&gt;
 [[File:Lopes_Teresa-Rita-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lopes, Teresa Rita | Poetisa. Escritora. Professora Catedrática. Vulto da Academia Portuguesa. É reconhecida mundialmente pelos seus estudos sobre Fernando Pessoa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Louro, Manuel Estanco===&lt;br /&gt;
 [[File:Manuel louro.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Louro, Manuel Estanco |  Professor. Advogado. Escritor. Publicista. Investigador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lúcio, João===&lt;br /&gt;
 [[File:Lucio_Joao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lúcio, João | Poeta. Advogado. Presidente da Câmara de Olhão e editor do semanário farense &amp;quot;O Sul&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Luís, Fernando R.===&lt;br /&gt;
 [[File:Luis_Fernando-R-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Luís, Fernando R. | Poeta. Professor. Bancário. Agente Cultural.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lupi, Nita===&lt;br /&gt;
 [[File:Lupi_Nita-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lupi, Nita | Poetisa. Cantora lírica.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Luz, Torcato da===&lt;br /&gt;
 [[File:Luz_Torcato-da-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Luz, Torcato da | Poeta. Cronista. Jornalista. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lyster Franco, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Carloslysterfranco-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lyster Franco, Carlos | Pintor. Professor. Escritor. Político. Jornalista. Editor. Diretor de jornais e revistas. Diretor da escola Pedro Nunes / Tomás Cabreira / Industrial e Comercial de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Lyster Franco, Mário===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariolysterfranco-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lyster Franco, Mário | Jornalista. Escritor. Advogado. Político. Arqueólogo. Museólogo. Em 1914 com 12 anos, foi o primeiro aluno matriculado no curso elementar de comércio recém-criado na Escola Industrial e Comercial de Pedro Nunes em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Machado, José Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Machado_Jose-Pedro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Machado, José Pedro | Professor. Filólogo. Historiador. Bibliógrafo. Dicionarista notável, tendo publicado o Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa e o Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa, entre outros.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Macheira, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Macheira_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Macheira, António | Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Madeira, Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Madeira_Manuel-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Madeira, Manuel |  Poeta. Resistente antifascista e um dos impulsionadores do encontro do MUD juvenil em Bela Mandil, Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Magalhães, Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Joaquimmagalhaes-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim | Professor (1934-1975). Reitor (1969-1974) do Liceu Nacional de Faro. Presidente do Conselho Directivo do Liceu de Faro (1974-75). Foi o &amp;quot;Secretário&amp;quot; de António Aleixo tendo conseguido as primeiras edições de obras do poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marques, Agripina Costa===&lt;br /&gt;
 [[File:Agripina cara1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marques, Agripina Costa | Poeta. Tradutora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marques, Franklin===&lt;br /&gt;
 [[File:Marques_Franklin-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marques, Franklin | Professor. Aluno da escola Elementar Serpa Pinto, a então Escola Industrial e Comercial Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marques, Maria Feliciana===&lt;br /&gt;
 [[File:Marques_Maria-Feliciana-.png|left]] &lt;br /&gt;
 [[Marques, Maria Feliciana | Pseudónimo de Violeta. Poetisa. Escritora. Cofundadora, em 1921, do Jornal A Avezinha, em Paderne.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marreiros, Glória===&lt;br /&gt;
 [[File:Marreiros_Gloria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marreiros, Glória | Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Marreiros, Glória Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Marreiros_Gloria-Maria-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Marreiros, Glória Maria | Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Martins, Gabriela Rocha===&lt;br /&gt;
 [[File:Gabriela1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Martins, Gabriela Rocha|Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mascarenhas, José Fernandes===&lt;br /&gt;
 [[File:Rodrigues José Júlio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mascarenhas, José Fernandes|Historiador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Matos, Raul===&lt;br /&gt;
 [[File:Raul de Matos1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Matos, Raul|Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mendes, António Rosa===&lt;br /&gt;
 [[File:Mendes_Antonio-Rosa-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mendes, António Rosa | Historiador. Escritor. Advogado. Professor universitário. Político. Editor. Divulgador da história do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mesquita, José Carlos Vilhena===&lt;br /&gt;
 [[File:Mesquita_Vilhena-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mesquita, José Carlos Vilhena | Historiador. Professor universitário. Divulgador do Algarve e da Cultura Algarvia. Impulsionador da Algarviana. Famalicão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Moreno, Mateus===&lt;br /&gt;
 [[File:Morenofoto1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Moreno, Mateus |Regionalista. Militar. Combatente na Grande Guerra. Poeta, Escritor. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Moscoso, Salazar===&lt;br /&gt;
 [[File:Morenofoto1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Moscoso, Salazar |Poeta. Jornalista. Professor.Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Murta, José Guerreiro===&lt;br /&gt;
 [[File:Murtafoto1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Murta, José Guerreiro |Pedagogo. Escritor. Professor. Reitor dos liceus. Jurista. Filólogo.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Negrão, Diamantina===&lt;br /&gt;
 [[File:Negrao_Diamantina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Negrão, Diamantina |Professora. Poetisa. Pintora. Escultora. Albufeira. Patrona da Escola Básica 2,3 Professora Diamantina Negrão, em Albufeira, do Agrupamento de Escolas de Ferreiras.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Néné, Tiago===&lt;br /&gt;
 [[File:Tiago-Nene1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Néné, Tiago |Poeta. Tradutor. Advogado.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nero===&lt;br /&gt;
 [[File:Nero.jpeg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nero| Poeta. Silves.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Neto, Teodomiro===&lt;br /&gt;
 [[File:Neto_Teodomiro-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Neto, Teodomiro | Escritor. Historiador. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Neves, Leonel===&lt;br /&gt;
 [[File:Leonelneves.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Neves, Leonel | Escritor. Meteorologista. Escreveu, especialmente, para o público jovem, tendo diversas obras ilustradas por Tossan.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Neves Júnior, José===&lt;br /&gt;
 [[File:Neves-Junior_Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Neves Júnior, José | Professor. Reitor. Escritor. Democrata. Personalidade cultural e socialmente inquieta, onde a busca do saber e o desejo de o comunicar andaram sempre a par.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nobre, Antero===&lt;br /&gt;
 [[File:Nobre_Antero-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nobre, Antero | Intelectual. Historiador. Político. Jornalista. Presidente da Câmara de Olhão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nobre, Roberto===&lt;br /&gt;
 [[File:RobNobre1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nobre, Roberto | Escritor. Jornalista. Pintor. Ilustrador. Caricaturista. Crítico de arte e de cinema. Realizador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Nunes, Pedro===&lt;br /&gt;
 [[File:Nunes_Pedro-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nunes, Pedro | Matemático. Geógrafo. Médico. Astrónomo. Cartógrafo. Cosmógrafo-mor do Reino de Portugal. Em 1888 Pedro Nunes foi o patrono da Escola de Desenho Industrial de Pedro Nunes, em Faro, a primeira de muitas do agora Agrupamento de Tomás Cabreira, em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Olívio, Tito===&lt;br /&gt;
 [[File:Olivio_Tito-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Olívio, Tito |  Poeta. Escritor. Ensaísta. Editor. Engenheiro civil. Foi professor nas escolas Industrial e Comercial de Silves / Secundária de Silves e Industrial e Comercial de Faro / Secundária de Tomás Cabreira e no Liceu de Faro / Escola Secundária de João de Deus.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pacheco, Rosária===&lt;br /&gt;
 [[File:Pacheco, Rosária-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pacheco, Rosária | Professora. Escritora. Fotógrafa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Palma, Fernando Manuel Gomes da===&lt;br /&gt;
 [[File:Palminha1 foto.JPG|left]]&lt;br /&gt;
 [[Palma, Fernando Manuel Gomes da | Escritor. Vice-Presidente da Associação Antigos Alunos Escola Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Palma Rodrigues, José António===&lt;br /&gt;
 [[File:Palma4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Palma Rodrigues, José António| Poeta. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Passos, Bernardo de===&lt;br /&gt;
 [[File:Bernardo passos.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Passos, Bernardo de | Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Passos, Rosalina===&lt;br /&gt;
 [[File:Passos_Rosalinda-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Passos, Rosalina | A maior (ou a única) escultora algarvia da primeira metade do século XX. Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Passos, Virgínia===&lt;br /&gt;
 [[File:Passos_Virginia-.png|left]] &lt;br /&gt;
 [[Passos, Virgínia | Pintora. Democrata. Inspirou-se nos poemas do seu irmão Bernardo de Passos, para algumas das suas aguarelas.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Penedo, Leão do Nascimento===&lt;br /&gt;
 [[File:Leão-Penedo-sépia1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Penedo, Leão | Escritor. Jornalista. Argumentista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Penteado, Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Manuel-penteado1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Penteado, Manuel | Escritor. Poeta. Médico. Dramaturgo. Militar.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pereira, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Pereira_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pereira, António |  Poeta. Magistrado do Ministério Público. Conservador. Juiz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pessanha, Fernando===&lt;br /&gt;
 [[File:Pessanha_Fernando-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pessanha, Fernando | Historiador. Conferencista. Escritor. Ensaísta. Compositor. Pianista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro, António===&lt;br /&gt;
 [[File:António Pinheiro 1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinheiro, António | Ator. Realizador. Argumentista. Escritor. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro, Maria José===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinheiro_Maria-Jose-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinheiro, Maria José | Poetisa. Professora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro e Rosa, José António===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinheiroerosa-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[ Pinheiro e Rosa, José António | Historiador. Compositor. Professor. Especialista em Arte Sacra. Patrono de uma das três escolas secundárias de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinto, Alexandre Serpa===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinto_Serpa-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinto, Serpa | Militar. Explorador do continente africano. Escritor. Patrono da Escola Técnica Elementar Serpa Pinto / Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira, em Faro, entre 1947 e 1951 e do Agrupamento de Escolas General Serpa Pinto, em Cinfães.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinto, Fernando Esteves===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinto_Fernando-Esteves-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinto, Fernando Esteves | Poeta. Romancista. Cofundador do projeto literário LÓGOS – Biblioteca do Tempo. Editor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinto Serra, Joaquim Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Pinto serra4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pinto Serra, Joaquim Manuel | Poeta. Escritor. Médico Psiquiatra. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pires, Conceição===&lt;br /&gt;
 [[File:Pires_Conceicao-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pires, Conceição |  Dinamizadora Cultural. Desenhadora. Escritora. Presidente da Junta de Freguesia de Olhão. Professora particular em Olhão, onde preparou muitos alunos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pires, Deodato===&lt;br /&gt;
 [[File:Pires_Deodato-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pires, Deodato | Dinamizador Cultural. Poeta. Comerciante. Presidente do Elos Clube de Olhão. Autarca. Chegou a sócio n.º 1 do Sporting Clube Olhanense.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Porfírio, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Porfirio_Carlos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Porfírio, Carlos | Faro. Cineasta. Poeta. Pintor. Participou no movimento futurista português, designadamente como diretor da revista Portugal Futurista, em 1917. Foi aluno da Escola de Desenho Técnico de Pedro Nunes, em Faro, onde teve como professores Adolf Haussmann e Carlos Lyster Franco. Foi também aluno do Liceu de Faro. 1895 — 1970. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Quaresma, Amílcar===&lt;br /&gt;
 [[File:Quaresma_Amilcar-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Quaresma, Amílcar | Professor da  Escola Industrial e Comercial de Faro e o antigo Liceu de Faro (atual Escola Secundária João de Deus) nos  anos 60  e 70 do século XX. Dirigente associativo de várias coletividades, tendo fundado os Jograis de Estoi. Cronista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Quintinha, Julião===&lt;br /&gt;
 [[File:Julião-quintinha1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Quintinha, Julião | Escritor. Jornalista. Alfaiate. Maçon.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ramirez, Lolita===&lt;br /&gt;
 [[File:Ramirez_Lolita-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ramirez, Lolita | Professora. Poeta. Vila Real de Santo António.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rebocho, Joaquim da Costa===&lt;br /&gt;
 [[File:Rebocho1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rebocho, Joaquim da Costa | Pintor. Arquiteto. Professor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Reis, Ema===&lt;br /&gt;
 [[File:Reis_Ema-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Reis, Ema | Musicóloga. Publicista. Usou o pseudónimo Vera Gharb. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Resende, Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Julio4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Resende, Júlio | Pianista. Compositor. Músico.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ricardo, Honorato Pisco===&lt;br /&gt;
 [[File:Honorato.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ricardo, Honorato Pisco | Professor. Personalidade relevante da vida cultural local e regional, nomeadamente da Fuzeta e da Conceição de Faro, destacando-se no ensino, na poesia, no jornalismo e nos jogos florais. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rocha, Lutília Gonçalves===&lt;br /&gt;
 [[File:Rocha_Lutilia-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rocha, Lutília Gonçalves | Escritora. Poetisa. Colaboradora do blogue &amp;quot;Os Costeletas&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rocha-Trindade, Maria Beatriz===&lt;br /&gt;
 [[File:Beatriz trindade2.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rocha-Trindade, Maria Beatriz | Professora. Catedrática. Investigadora. Socióloga. Académica.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rodrigues, Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Rodrigues_Joaquim-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rodrigues, Joaquim | Historiador. Professor. Investigador. Ensaísta. Investigador do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. Conferencista essencialmente em temas relacionados com o Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rodrigues, José Júlio===&lt;br /&gt;
 [[File:Rodrigues_José Júlio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rodrigues, José Júlio | Professor. Diretor do Liceu de Faro.Escritor. Investigador . Ensaísta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Romana, Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariaromana-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Romana, Maria | Enfermeira. Escritora. Poetisa. Colaboradora do blog &amp;quot;Os Costeletas&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rosa, António Ramos===&lt;br /&gt;
 [[File:Antonioramosrosa-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rosa, António Ramos | Poeta. Tradutor. Desenhador. Patrono da Biblioteca Municipal de Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Rosa, Vitoriano=== &lt;br /&gt;
 [[File:Rosa_Vitoriano-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Rosa, Vitoriano | Escritor. Jornalista. Cofundador do primeiro cineclube no Algarve, em Olhão, da revista Algarve Ilustrado, do jornal Sporting Clube Olhanense, do jornal Correio da Manhã, dirgindo alguns destes jornais e revistas. Ativista político do MUD juvenil.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sá, Maria Clementina===&lt;br /&gt;
 [[File:Sa_Maria-Clementina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sá, Maria Clementina |Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sancho, José Dias===&lt;br /&gt;
 [[File:Sanchofoto.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sancho, José Dias | Advogado. Poeta. Ficcionista. Crítico Literário. Dramaturgo.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Santos, Manuel Neto dos===&lt;br /&gt;
 [[File:Santos_Manuel-Neto-dos-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Santos, Manuel Neto dos | Poeta. Ator. Declamador. Tradutor. Autor de &amp;quot;Subsídios para a História da Poesia do Algarve&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Santos, Honorato dos===&lt;br /&gt;
 [[File:Honorato1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Santos, Honorato dos  | Historiador.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Santos, Mariana Machado===&lt;br /&gt;
 [[File:Santos_Mariana-Amelia-Machado-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Santos, Mariana Machado | Publicista. Investigadora. Escritora. Professora. Bibliotecária na Bilioteca Nacional. Diretora da Biblioteca da Ajuda, em Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sarmento, Fátima Morais ===&lt;br /&gt;
 [[File:Fatimafreitas-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sarmento, Fátima Morais | Escritora. Assinou livros como Fátima Freitas e Maria Mattos. É professora de Português (2020) e desde meados da segunda década do século XXI leciona na Escola Secundária de Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Serafim, Joaquim Laginha===&lt;br /&gt;
 [[File:Laginha4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Serafim, Joaquim Laginha | Professor Catedrático. Engenheiro Civil. Autor de livros técnicos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Alberto Marques da===&lt;br /&gt;
 [[File:Alberto marques silva1.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Alberto Marques da | Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Aníbal Cavaco===&lt;br /&gt;
 [[File:Cavacosilvafotonaescolatomascabreira-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Aníbal Cavaco | Professor. Escritor. Político. 1.º ministro entre 1985-1995. Presidente da República. Foi  aluno das escolas &amp;quot;Serpa Pinto&amp;quot; e &amp;quot;Industrial e Comercial de Faro&amp;quot; / Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Carlos===&lt;br /&gt;
 [[File:Carlossilva-capaosherdeirosdeseptem.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Carlos | Professor. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Liliette Maltez Cardeira da===&lt;br /&gt;
 [[File:Silva_Liliette-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Liliette Maltez Cardeira da |  Professora. Poetisa. Lagoa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Orlando Augusto da===&lt;br /&gt;
 [[File:Silva_Orlando-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Orlando Augusto da |Poeta. Aluno da Escola Industrial e Comercial de Faro/Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Silva, Vitor===&lt;br /&gt;
 [[File:Vitorsilva-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Vitor | Cantor. Músico. Foi aluno da Escola Industrial e Comercial de Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Simões Júnior, António===&lt;br /&gt;
 [[File:Simoes-Junior_Antonio-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Simões Júnior, António | Escritor. Poeta. Ativista anti-fascista natural de Olhão. ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Sousa, João Brito===&lt;br /&gt;
 [[File:Sousa_Joao-Brito-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Sousa, João Brito | Escritor. Poeta de Faro. Aluno na Escola Industrial e Comercial de Faro (Tomás Cabreira) nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Stockler, José dos Santos===&lt;br /&gt;
 [[File:Stockler3.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Stockler, José dos Santos| Escritor. Poeta de Faro. Aluno na Escola Industrial e Comercial de Faro (Tomás Cabreira) nos anos 50 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tapadinhas, Helena===&lt;br /&gt;
 [[File:Helenatapadinhas2011-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tapadinhas, Helena | Escritora de literatura infantil. Pedagoga premiada. Professora bibliotecária no Agrupamento de Escolas Manuel Teixeira Gomes, em Portimão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tavares, Lorjó===&lt;br /&gt;
 [[File:José Lorjó Tavares 1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tavares, Lorjó| Dramaturgo. Escritor. Publicista. Jornalista.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tengarrinha, Margarida===&lt;br /&gt;
 [[File:Tengarrinha_Margarida-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tengarinha, Margarida |  Professora. Escritora. Resistente Antifascista. Política. Portimão.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tóssan===&lt;br /&gt;
 [[File:Tossan-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tóssan | Pintor. Ilustrador. Caricaturista. Cenógrafo. Decorador. Poeta. Escritor. Autor do logotipo da Universidade do Algarve.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Trindade, Rosa===&lt;br /&gt;
 [[File:Rosatrindade2011-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Trindade, Rosa | Pintora. Escultora com várias exposições já realizadas. Professora em escolas de Faro e Loulé, entre as quais, a Escola Secundária de Tomás Cabreira, em Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vairinhos, Joaquim===&lt;br /&gt;
 [[File:Vairinhos4.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vairinhos, Joaquim | Professor. Presidente da Câmara de Loulé. Deputado Europeu. Presidente do Comité das Regiões. Poeta. Aluno da Escola Industrial e Comercial de Faro/Escola Secundária Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Valadas, Jorge Escalço===&lt;br /&gt;
 [[File:Valadashp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Valadas, Jorge Escalço | Pintor. Professor. Primeiro diretor da Escola Técnica Elementar Serpa Pinto / Escola Tomás Cabreira em 1947.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vedes, Lina===&lt;br /&gt;
 [[File:Vedes_Lina-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vedes, Lina | Professora. Escritora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Veleda, Maria===&lt;br /&gt;
 [[File:Veleda_Maria-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Veleda, Maria | Escritora. Poetisa. Pedagoga. Pioneira na luta pela educação das crianças e dos direitos das mulheres. Professora. Jornalista. Ativista feminista. Patrona da Escola Básica Maria Veleda, do Agrupamento de Escolas José Afonso, em Loures. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Venda, António Manuel===&lt;br /&gt;
 [[File:Venda_Antonio-Manuel-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Venda, António Manuel | Escritor. Gestor de Empresas.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ventura, António===&lt;br /&gt;
 [[File:António_Ventura_.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ventura, António | Historiador. Escritor. Investigador. Professor Catedrático do Departamento de História da Faculdade de Letras de Lisboa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Ventura, António José===&lt;br /&gt;
 [[File:António_José_Ventura_.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Ventura, António José | Professor. Poeta.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vicente, Luís===&lt;br /&gt;
 [[File:Luis face1.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vicente, Luís | Ator. Encenador. Poeta. Escritor. Professor. Fundador da ACTA.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viegas, Lia===&lt;br /&gt;
 [[File:Viegas_Lia-.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viegas, Lia |  Poeta. Estudou no Liceu de Faro. Faro.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viegas, Libertário===&lt;br /&gt;
 [[File:Viegas5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viegas, Libertário | Professor. Escritor. Coordenador do Centro de Área Educativa do Algarve. Presidente da Associação dos Antigos Alunos da Tomás Cabreira.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viegas, Marcelino===&lt;br /&gt;
 [[File:Marcelinoviegas-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viegas, Marcelino | Jornalista. Político. Aluno da Escola Tomás Cabreira nos anos 70.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vieira, Helena===&lt;br /&gt;
 [[File:Vieira_Helena-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vieira, Helena |  Professora. Poetisa.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Vila, José===&lt;br /&gt;
 [[File:Josevila.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Vila, José | Chefe de cozinha tradicional algarvia. Pintor. Escritor.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Villar, Mariana===&lt;br /&gt;
 [[File:Vilar_Mariana-.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Villar, Mariana | Atriz.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Viviane===&lt;br /&gt;
 [[File:Viviane5.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Viviane |Cantora.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Zambujal, Francisco===&lt;br /&gt;
 [[File:Franciscozambujal-caricatura-pelo-proprio-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Zambujal, Francisco | Professor. Caricaturista. Cartoonista. Um dos mais consagrados caricaturistas / cartoonistas do nosso país. Foi aluno nas escolas Serpa Pinto e Industrial e Comercial de Faro / Escola Secundária de Tomás Cabreira, no final dos anos 40 e nos anos 50 do século XX. Foi professor na escola Primária de S. Luís, em Faro (/ Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira) nos anos 60. 70 e 80 do século XX.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Zambujal, Mário===&lt;br /&gt;
 [[File:Mariozambujal1954faro-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Zambujal, Mário | Jornalista. Escritor. Guionista. Apresentador televisivo. Foi aluno das escolas Técnica Elementar Serpa Pinto  e Industrial e Comercial de Faro nos anos 50 do século XX, onde frequentou o Ciclo Preparatório e o Curso Geral do Comércio.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais Autores Portugueses do Algarve===&lt;br /&gt;
 [[File:Maisautoresportuguesesdoalgarve.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mais autores | Mais autores Portugueses do Algarve]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais Autores Portugueses===&lt;br /&gt;
 [[File:Maisautoresportugueses.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mais Autores Portugueses | Mais Autores Portugueses]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais Autores===&lt;br /&gt;
 [[File:Maisautoresestrangeiros.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mais Autores Estrangeiros | Mais Autores]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==As Escolas dos Autores==&lt;br /&gt;
===Camões===&lt;br /&gt;
 [[File:Liceucamoes-escolasecundariadecamoes-lisboa-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Esc. Secundária de Camões, em Lisboa | Escola Secundária de Camões, em Lisboa]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Francisco Fernandes Lopes===&lt;br /&gt;
 [[File:Escolaindustrialdeolhao-olhaosecundariadeolhao-escolafranciscofernandeslopes-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Francisco Fernandes Lopes, em Olhão | Agrupamento de Escolas Francisco Fernandes Lopes, em Olhão]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Gil Eanes===&lt;br /&gt;
 [[File:Escola-gil-eanes-lagos-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Gil Eanes, em Lagos | Agrupamento de Escolas Gil Eanes, em Lagos]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===João de Deus===&lt;br /&gt;
 [[File:Liceudefaro-escolasecundariajoaodedeusfaro-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. João de Deus, em Faro | Agrupamento de Escolas João de Deus, em Faro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Pinheiro e Rosa===&lt;br /&gt;
 [[File:Escolasecundariapinheiroerosafaro-hp.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Pinheiro e Rosa, em Faro | Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa, em Faro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Tomás Cabreira===&lt;br /&gt;
 [[File:Escolaindustrialecomercialdefaro-escolasecundariatomascabreira-hp.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[:Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro | Agrupamento de Escolas Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Mais escolas e agrupamentos===&lt;br /&gt;
 [https://agr-tc.pt/contarte/index.php?title=Category:Escolas Para ver mais escolas clique aqui.]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os Autores Patronos==&lt;br /&gt;
===Patronos de Agrupamentos, Bibliotecas, Escolas, ...===&lt;br /&gt;
 [https://agr-tc.pt/contarte/index.php?title=Category:Patronos Patronos de Agrupamentos, Bibliotecas, Escolas, ...]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Tributo-a-Joaquim-Magalh%C3%A3es&amp;diff=63175</id>
		<title>Tributo-a-Joaquim-Magalhães</title>
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				<updated>2026-05-08T12:26:15Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Magalhães - Patrono dos Poetas Algarvios'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BERNARDO CAETANO — É o melhor aluno de 2024/2025&lt;br /&gt;
ANA PAULA MARQUES — Escreve um artigo sobre a AAAETC e sobre o melhor aluno&lt;br /&gt;
JOÃO LEAL — Despede-se do seu amigo Márinho, presta homenagem a Mário Zambujal e escreve sobre o aniversário da Associação&lt;br /&gt;
JOSÉ GRAÇA GAGO — Recorda o Professor Uva&lt;br /&gt;
JOSÉ ROGÉRIO GUERREIRO — Escreve artigos sobre a escola e sobre o aniversário da AAAETC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:MagalhaesEOsPoetasAlgarviosLogoWiki.png|1000px]]&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
_______________________________________&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Wiki e Podcast EM CONSTRUÇÃO''''' - 2025/2027&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 '''Lídia Jorge:'''&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;'''Joaquim Magalhães''' pôs de lado a criação literária própria para se entregar à leitura e ao estudo dos grandes autores. Houve nele um ator que levou os outros a entenderem teatro, um poeta que em vez de escrever e publicar poesia, leu poesia e fez outros serem poetas.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 '''António Aleixo''' (a homenagear o ''Dr. Joaquim Magalhães'')''':'''&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;Não há nenhum milionário&amp;lt;br /&amp;gt;que seja feliz como eu&amp;lt;br /&amp;gt;Tenho como secretário&amp;lt;br /&amp;gt;um professor do liceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 '''Joaquim Magalhães''' (quadra ao jeito ''aleixiano'')''':'''&amp;lt;br /&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;Cada um é como é,&amp;lt;br /&amp;gt;e, por isso, eu sou assim,&amp;lt;br /&amp;gt;dei todo o meu tempo aos outros,&amp;lt;br /&amp;gt;fiquei sem tempo para mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Leituras de Joaquim Magalhães - Apresentação=&lt;br /&gt;
 [[Leituras de Joaquim Magalhães - Apresentação (JM) | Leituras de Joaquim Magalhães (JM)- Apresentação da wiki e do Podcast.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Poetas Algarvios - Prefácios, apresentações de livros e outras ligações de Joaquim Magalhães a escritores algarvios=&lt;br /&gt;
 [[Prefácios e apresentações de Joaquim Magalhães em Livros de Poetas e Escritores Algarvios | Prefácios e apresentações de Joaquim Magalhães em Livros de Poetas e Escritores Algarvios.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==António Aleixo - Quando Começo a Cantar...==&lt;br /&gt;
 [[File:Aleixo-capa-e-pag3deQuandoComecoACantar3ed-BMF.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[António Aleixo - Quando Começo a Cantar... | Livro de Poesia com prefácio de JM - Explicação Indispensável.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==António Aleixo - Este livro que vos deixo==&lt;br /&gt;
 [[File:Aleixo-estelivroquevosdeixo.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[António Aleixo - Este livro que vos deixo | O &amp;quot;livro&amp;quot; do Grande Poeta Algarvio, António Aleixo, preparado e apresentado por Joaquim Magalhães com prefácio(s), biografia(s) e testemunho/poema.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==António Aleixo - Inéditos==&lt;br /&gt;
 [[File:Aleixo-capa-de-ineditos-e-foto.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[António Aleixo - Inéditos | Livro de Poesia com prefácio de Joaquim Magalhães: &amp;quot;Pequena Explicação&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Artur, Oliva da Mata - Não Vão as Estrelas Acordar==&lt;br /&gt;
 [[File:Artur-OlivaDaMata NaoVaoAsEstrelasAcordar-BMO Capa-e-JM.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Artur, Oliva da Mata - Não Vão as Estrelas Acordar | Livro de Poesia com prefácio de JM - Cartão de Apresentação.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Braz, João==&lt;br /&gt;
 [[File:JoseBraz ColetaneaDePoemasDeDezPoetasAlgarvios.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Braz, João Braz - Coletânea de Poemas de Dez Poetas Algarvios | Livro de Poesia com prefácio de JM.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cabrita, Sotero - Meditações==&lt;br /&gt;
 [[File:SoteroCabrita-Meditacoes-1956-capa-e-foto.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Cabrita, Sotero - Meditações | Livro de Poesia com prefácio de JM.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Carriço, Silva - Memória das Coisas==&lt;br /&gt;
 [[File:SilvaCarrico-memoriadascoisas-capa-e-foto-p.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Carriço, Silva - Memória das Coisas | Os costumes, a linguagem, a história, as pessoas, os sítios, estão nestas “memórias”... Do Algarve, e não só. De um Algarve, em Portugal. Do Norte até o Sul. Prefácio de JM - Sinal Verde Desnecessário.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Costa, Emiliano - Asas - Depoimento de Joaquim Magalhães==&lt;br /&gt;
 [[File:EmilianoDaCosta Asas.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Costa, Emiliano - Asas - Depoimento de Joaquim Magalhães | Livro de Poesia com Prefácio / Depoimento de JM.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Costa, Emiliano - Rosairinha - Prefácio / Duas Palavras por Joaquim Magalhães==&lt;br /&gt;
 [[File:EmilianoDaCosta Rosairinha.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Costa, Emiliano - Rosairinha - Prefácio / Duas Palavras por Joaquim Magalhães | Livro de Poesia com Prefácio / Duas Palavras de Joaquim Magalhães.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Fraqueza, Maria José - Murmúrios do Mar==&lt;br /&gt;
 [[File:MariaJoseFraqueza MurmuriosDoMar.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Fraqueza, Maria José - Murmúrios do Mar | Livro de Poesia com prefácio de JM.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guerreiro, Aníbal C. - Esboços de um Algarve Menor==&lt;br /&gt;
 [[File:AnibalCGuerreiro EsbocosDeUmAlgarveMenor.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Guerreiro, Aníbal C. - Esboços de um Algarve Menor | Livro sobre Faro e também biográfico com prefácio de JM.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Guerreiro, Cândido - e JM==&lt;br /&gt;
 [[File:CandidoGuerreiro RevistaAlgarviaJaneiro1950 pag9 notula-de-JM.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Guerreiro, Cândido - e JM | Alguns poemas de Cândido Guerreiro, patriarca dos poetas algarvios e amigo de Joaquim Magalhães.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Jorge, Lídia - Joaquim Magalhães: Figura Tutelar==&lt;br /&gt;
 [[File:AnaisDoMunicipioDeFaroVol42-2022-artigoDeLidiaJorgeSobreJoaquimMagalhaes-capa-e-foto-p.png|left]] &lt;br /&gt;
 [[Jorge, Lídia - Joaquim Magalhães: Figura Tutelar | Faro, 2020 - In: Anais do Município de Faro, Vol. 42, p. 27-29, 2020.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Leiria, Sebastião - Cantigas do Bem Querer e outros versos==&lt;br /&gt;
 [[File:SebastiaoLeiria CantigasDeBemQuererEOutrosVersos.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Leiria, Sebastião - Cantigas do Bem Querer e outros versos | Livro de Poesia apresentando por JM.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Lopes, Teresa Rita - Aluna de Joaquim Magalhães==&lt;br /&gt;
 [[File:TeresaRitaLopes MestreMeuQueridoMestre-no-CatalogoDoEspolioDocumentalJM.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Lopes, Teresa Rita - Aluna de Joaquim Magalhães | Lopes, Teresa Rita - Aluna de Joaquim Magalhães.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Macheira, António Até Amanhã, Meu Filho - Contos e Narrativas==&lt;br /&gt;
 [[File:AntonioMacheira_AteAmanhaMeuFilho.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Macheira, António - Até Amanhã, Meu Filho - Contos e Narrativas - Prefácio de JM | Livro com prefácio de JM.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Nobre, Aníbal - Livro de Poesia com Prefácio de JM==&lt;br /&gt;
 [[File:AnibalNobre BarcaDaVida fotonolivroseeufossepoetade1998.jpg|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Nobre, Aníbal - Prefácio de JM | Nobre, Aníbal - Livro de Poesia com Prefácio de JM]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Olívio, Tito - Sonetos Proibidos e outros Poemas==&lt;br /&gt;
 [[File:TitoOlivio SonetosProibidosEOutrosPoemas.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Olívio, Tito - Sonetos Proibidos e outros Poemas | Livro de Poesia com prefácio de JM - Boa Viagem.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Palma, Joaquim Rita da - Cinzas do meu Pensamento==&lt;br /&gt;
 [[File:JoaquimRitaDaPalma-CinzasDoMeuPensamento.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Palma, Joaquim Rita da - Cinzas do meu Pensamento | Livro de ?????????? com prefácio de JM - Átrio quase desnecessário.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos==&lt;br /&gt;
 [[File:BernardodePassos-AObraPoetica.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos | Livro de Poesia com prefácio de JM.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pereira, António - A Minha Rua Tem O Mar Ao Fundo - JM==&lt;br /&gt;
 [[File:AntonioPereira-AMinhaRuaTemOMarAoFundo.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pereira, António - A Minha Rua Tem O Mar Ao Fundo - JM | Prefácio de JM em coletânea de poesia e troca de correspondência.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pires, Deodato - Cantos e Recantos dos meus encantos==&lt;br /&gt;
 [[File:DeodatoPires-Cantos e Recantos do meu Encanto-Opiniao de Joaquim Magalhaes-capa-foto-p.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Pires, Deodato - Cantos e Recantos dos meus encantos | Livro de Poesia com prefácio de JM - Opinião.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Serra, Santos - A desordem da Harmonia==&lt;br /&gt;
 [[File:SantosSerra ADesordemDaHarmonia.jpg|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Serra, Santos - A desordem da Harmonia  | JM apresentou o livro A Desordem da Harmonia de Santos Serra e este apresentou a obra Pretérito Imperfeito de JM, em 1996]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Silva, Maria Gabriela Sousa e - O Olhar, a escuta e o Sentir em Emiliano da Costa==&lt;br /&gt;
 [[File:MariaGabrielaSousaESilva-OOlharAEscutaEOSentirEmEmilianoDaCosta.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Maria Gabriela Sousa e - O Olhar, a escuta e o Sentir em Emiliano da Costa | Livro de Poesia com prefácio de JM.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Tengarrinha, José e Magalhães, Joaquim - Manuel Teixeira Gomes A Vida e a Obra==&lt;br /&gt;
 [[File:JoseTengarrinha-e-JM ManuelTeixeiraGomes-AVidaEAObra.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tengarrinha, José e Magalhães, Joaquim - Manuel Teixeira Gomes A Vida e a Obra | Duas conferências reunidas em livro, &amp;quot;Esboço do Perfil Literário de Teixeira Gomes&amp;quot; de JM e &amp;quot;???????????&amp;quot; de José Tengarrinha.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Tóssan==&lt;br /&gt;
 [[File:AdeusTossan-CartaDeJoaquimMagalhes.png|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Tóssan_e_o_Professor_Magalhães  | Alguns Poemas de Tossán e a carta de JM publicada na imprensa regional e no Livro Cartas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Livros e publicações '''DE''' Joaquim Magalhães=&lt;br /&gt;
 [[Livros e publicações de Joaquim Magalhães | Livros e publicações de Joaquim Magalhães]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Os 7 Dias da Semana - O nosso Calendário==&lt;br /&gt;
 [[File:Os7DiasDaSemana-FotoDeJM-na-pag.jpg|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Os 7 Dias da Semana - O nosso Calendário | Faro: Câmara Municipal, 2009 - Livro de Crónicas de Joaquim Magalhães.  Para celebrar o Centenário do nascimento do Dr. Joaquim Magalhães a CMF escolheu e publicou em livro algumas crónicas publicadas regularmente no Jornal &amp;quot;O Algarve&amp;quot; de 1948 até 1976.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Acerca de Bernardo de Passos: poeta da ternura==&lt;br /&gt;
 [[File:AcercaDeBernardoDEPassosPoetaDaTernuraCapa FotoDeJMnaContraCapa.jpg|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Acerca de Bernardo de Passos: poeta da ternura | Lagos, 1978 - 27 p. - Publicação de palestra realizada em 29/10/1977, na Câmara Municipal de São Brás de Alportel, em comemoração do 101.º aniversário do nascimento de Bernardo de Passos.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A aventura poética de Emiliano da Costa==&lt;br /&gt;
 [[File:AAventuraPoeticaDeEmilianoDaCostaCapa-FotoDeJMeEmilianoNaPag124DoLivroPreteritoImperfeito.jpg|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - A aventura poética de Emiliano da Costa | 1962 - 34 p. - Conferência no Salão Nobre da Câmara Municipal de Faro, na sessão solene de homenagem ao Poeta, realizada em 2 de dezembro de 1956.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Alocução comemorativa da tomada de Faro aos mouros==&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Alocução comemorativa da tomada de Faro aos mouros | 1981 - In: Anais do Município de Faro, n.° 11, 1981, p. 89-92.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Alocução sobre a integração de Silves==&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Alocução sobre a integração de Silves | Silves, 1970.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ao encontro de António Aleixo==&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Ao encontro de António Aleixo | 1978 ?? ou 1980 ?? faol ou o seguinte????- In: 1° Congresso Nacional sobre o Algarve / org. Racal Clube . - [Silves] : Racal Clube, 1980. - p. 65-67.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Breve reflexão sobre cultura, educação e cidadania==&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Breve reflexão sobre cultura, educação e cidadania | 1980 - In: 1° Congresso Nacional sobre o Algarve / org. Racal Clube . - [Silves] : Racal Clube, 1980. - p. 65-67.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Cartas Sem Código Postal==&lt;br /&gt;
 [[File:CartasSemCodigoPostalCapa-FotoDeJMnaRevistaAlgarvia1950.jpg||82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Cartas Sem Código Postal | Tavira: Câmara Municipal, 1999 - Cartas de JM a amigos e ??????????????'. (?????Nas páginas 44 e 45, JM fala do livro Cantigas do Bem Querer e Outros Versos de Sebastião Leiria.)]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Catálogo do espólio documental de Joaquim Magalhães (1909-1999)==&lt;br /&gt;
 [[File:CatalogoDoEspolioDocumentalDeJoaquimMagalhaesCapa-FotoDeJMeEsposaNaPag131.jpg|left|82px]]&lt;br /&gt;
 [[Catálogo do espólio documental de Joaquim Magalhães 1909-1999 | Faro: Universidade do Algarve, 2013 - Coordenação de António Rosa Mendes; investigação e tratamento documental de Andreia Fidalgo e Susana Calado Martins.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Esboço do perfil literário de Teixeira Gomes==&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Esboço do perfil literário de Teixeira Gomes | 1960, Portimão -  Conferência proferida na sessão solene comemorativa do centenário do nascimento do escritor e Presidente da República, realizada na Câmara Municipal de Portimão, em 27 de Maio de 1960.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Uma Escrita na Primeira Pessoa==&lt;br /&gt;
 [[File:UmaEscritaNaPrimeiraPessoaCapa FotoDeJMnaCapa.jpg|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Uma Escrita na Primeira Pessoa | 2016, Lisboa - Livro de Joaquim Magalhães por Joaquim Romero Magalhães. O prefácio é de Lídia Jorge.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==João de Deus, esse desconhecido==&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - João de Deus, esse desconhecido | 1995.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Mais uma fala acerca de João de Deus==&lt;br /&gt;
 [[File:MaisUmaFalaAcercaDeJoaoDeDeuscapa-FotoDeJMNaPag7DaBrochuraRuaJM-Albufeira.jpg|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Mais uma fala acerca de João de Deus | Faro, 1979 - Conferência na inauguração da Exposição Comemorativa das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro, 7 de maio de 1977, publicada no VIII volume dos &amp;quot;Anais do Município&amp;quot;, 1979 e também individualmente numa separata editada por ?????.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Manuel Teixeira Gomes: a vida e a obra==&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim e Tengarrinha, José Manuel Tengarrinha - Esboço do perfil literário de Teixeira Gomes | Faro, 1998 - Conferências proferidas na Câmara Municipal de Portimão por Joaquim Magalhães, em 27 de maio de 1960 e por José Manuel Tengarrinha, em 28 de agosto de 1997.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Pretérito imperfeito==&lt;br /&gt;
 [[File:PreteritoImperfeitoCapa-FotoDeJMnaContraCapa.jpg|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Pretérito imperfeito | Faro, 1996 - Livro de Poesia de Joaquim Magalhães.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Romance do Poeta Aleixo e O poeta Aleixo: o romance da sua vida...==&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim - Romance do Poeta Aleixo | O Romance do Poeta Aleixo é um poema de Joaquim Magalhães publicado em livro em 1959. Em 1985, o jornal escolar &amp;quot;Preto no Branco&amp;quot; republicou este poema.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=Livros e publicações '''SOBRE''' Joaquim Magalhães=&lt;br /&gt;
 [[Livros e publicações sobre Joaquim Magalhães | Livros e publicações sobre Joaquim Magalhães.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Chagas, João Romero - Prof. Joaquim Magalhães: &amp;quot;um Algarvio Natural do Porto&amp;quot; ao Serviço da Cultura e do Próximo==&lt;br /&gt;
 [[File:Revista Al-Ulya-Loule-n14-14-2014-ArtigoDeJoaoChagas-sobre-JoaquimMagalhaes-capa-e-foto-p.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Chagas, João Romero - Prof. Joaquim Magalhães: &amp;quot;um Algarvio Natural do Porto&amp;quot; ao Serviço da Cultura e do Próximo | Loulé, 2014 - In: Al-Ulyã: Revista do Arquivo Histórico Municipal de Loulé, n.° 14, p. 121-144, 2014.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Gonçalves, Alexandra R. - A cidade velha pela mão de Joaquim Magalhães==&lt;br /&gt;
 [[File:AnaisDeFaroCapa2018-ArtigoDeAlexandraRGonçalves-ACidadeVelhaPelaMaoDeJoaquimMagalhaes-capa-e-foto-p.jpg|left]] &lt;br /&gt;
 [[Gonçalves, Alexandra R. - A cidade velha pela mão de Joaquim Magalhães | Faro, 2018 - In: Anais do Município de Faro, 2018. Vol. 40, p. 371-376.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Jorge, Lídia - Joaquim Magalhães: Figura Tutelar==&lt;br /&gt;
 [[File:AnaisDoMunicipioDeFaroVol42-2022-artigoDeLidiaJorgeSobreJoaquimMagalhaes-capa-e-foto-p.png|left]] &lt;br /&gt;
 [[Jorge, Lídia - Joaquim Magalhães: Figura Tutelar | Faro, 2020 - In: Anais do Município de Faro, Vol. 42, p. 27-29, 2020.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Mendes, António Rosa; Fidalgo, Andreia; Martins, Susana Calado - Catálogo do espólio documental de Joaquim Magalhães (1909-1999)==&lt;br /&gt;
 [[File:CatalogoDoEspolioDocumentalDeJoaquimMagalhaes1909-1999-capa-e-autores-p.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Catálogo do espólio documental de Joaquim Magalhães 1909-1999 | Faro: Universidade do Algarve, 2013 - Coordenação de António Rosa Mendes; investigação e tratamento documental de Andreia Fidalgo e Susana Calado Martins.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Mesquita, José Carlos Vilhena - Joaquim Magalhães, o paladino da poesia algarvia==&lt;br /&gt;
 [[File:RevisteStilus-n2-2000-ArtigoDeJoseCarlosVilhenaMesquita-sobre-JoaquimMagalhaes-capa-e-foto-p.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Mesquita, José Carlos Vilhena - Joaquim Magalhães, o paladino da poesia algarvia | Faro, 2000 - In: Stiltus: Revista de Cultura Regional, n.° 2, jan.jun., p. 23-42, 2000. Lídia Jorge numa homenagem: &amp;quot;O Dr. Joaquim Magalhães criou no Algarve uma autêntica família cultural e espiritual... era um homem bom de grande capacidade de envolvimento humano&amp;quot;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Magalhães, Joaquim Romero; Nobre, Idalina; Batista; Patrícia - Rua Joaquim Magalhães - Toponímia de Albufeira==&lt;br /&gt;
 [[File:RuaJoaquimMagalhaesAlbufeira2008Capa FotoDeJPeixotoMagalhaes ComTextosDoFilho-DeIdalinaMestre-eDePatriciaBatista.jpg|82px|left]]&lt;br /&gt;
 [[Magalhães, Joaquim Romero; Nobre, Idalina e Batista; Patrícia - Rua Joaquim Magalhães - Toponímia de Albufeira | Publicação com texto de JRM, filho de JM: Magalhães e a sua relação com Albufeira]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Santos, Sara - O Círculo Cultural do Algarve a partir do espólio documental de Joaquim Magalhães==&lt;br /&gt;
 [[File:AnaisDeFaroCapa2022-ArtigoDeSaraSantos-OCirculoCulturalDoAlgarveAPartirDoEspolioDocumentalDeJoaquimMagalhaes-cara-e-foto-p.jpg|left]]&lt;br /&gt;
 [[Santos, Sara - O Círculo Cultural do Algarve a partir do espólio documental de Joaquim Magalhães | Faro, 2022 - In: Anais do Município de Faro, 2022. Vol. 44, p. 117-134.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Silva, Alberto Marques da - Janela Azul==&lt;br /&gt;
 [[File:AlbertoMarquesSilva-JanelaAzul-Faro1963-capa-e-foto-p.png|left]]&lt;br /&gt;
 [[Silva, Alberto Marques da - Janela Azul | Livro com poemas dedicados a figuras ilustres de Faro e do Algarve. Nas páginas 83 a 87 encontramos um poema dedicado a JM.]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Ficha_t%C3%A9cnica&amp;diff=63174</id>
		<title>Ficha técnica</title>
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				<updated>2026-05-07T19:06:34Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Wikipédia de Autores Portugueses do Algarve'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Colaboradores:'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pretende-se que as Bibliotecas do Algarve, nomeadamente as Escolares, e quem mais o queira fazer, colaborem neste projeto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aceitam-se sugestões e leituras áudio. Podem também propor ou enviar alterações ou incrementos a páginas já  existente. Podem, ainda, fazer e enviar uma página completa para novos autores, que será confirmada e publicada. Todas as colaborações serão publicadas com os devidos créditos.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Pessanha,_Fernando&amp;diff=63173</id>
		<title>Pessanha, Fernando</title>
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				<updated>2026-03-11T12:59:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[File:Fernandopessanha.jpg|127px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Fernando Pessanha'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Faro, 1980.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Escritor. Ensaísta. Músico. Pianista. Compositor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Fp11marco2026a.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Palestra na Tomás Cabreira. 11/03/2026&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Excerto do livro '''''Hotel Anaidaug'''''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O horizonte assomava-se apontado a norte, ostentando um singular turvo cinza-esverdeado,&lt;br /&gt;
coroado de indefinida visibilidade. Lentamente, foram surgindo novas formas, inicialmente&lt;br /&gt;
amorfas mas, posteriormente, dotadas de traços mais acentuados e definidos, tanto a estibordo&lt;br /&gt;
como a bombordo: as embaciadas margens que se aproximavam. Ondas de curiosos reflexos prateados atiravam-se de encontro ao casco da embarcação, libertando gorgolejantes laivos de espuma e salpicastes gotas salgadas em redor da proa.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Notas Biográficas'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Fernando Pessanha''' nasceu em Faro, em 1980 onde foi aluno das Escolas Secundárias João de Deus e Tomás Cabreira. É licenciado em Património Cultural e mestre em História do Algarve, pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve. Na área da História é autor de ''A Cidade Islâmica de Faro'' e de vários artigos publicados em Portugal, Espanha e Marrocos. No campo da ficção é autor de ''Encontros Improváveis'' e de ''Hotel Anaidaug''. Actualmente exerce funções no Arquivo Histórico Municipal de Vila Real de Santo António, localidade onde vive. Para além da História e da Literatura, dedica-se também à Musica: é pianista e compositor com obra registada na Sociedade Portuguesa de Autores.&amp;lt;br/&amp;gt; in https://www.wook.pt/autor/fernando-pessanha/3124388&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
* '''Bibliografia'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''O Pianista e a Cantora'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Encontros Improváveis'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''A Cidade Islâmica de Faro'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Subsídios para a História do Baixo-Guadiana e dos Algarves D'aquém e D'álem-mar'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Hotel Anaidaug'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''D. Fernando de Meneses, Capitão de Ceuta, 1º conde de Alcoutim e 2º Marquês de Vila Real'''''&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Fernando Pessanha''' nos seguintes '''links''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [https://www.algarveprimeiro.com/d/fernando-pessanha/270-41  &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2011 -[https://vimeo.com/34348912 '''Fernando Pessanha''' “Memórias&amp;quot; PROJECTO 364. Filmado no Auditório Pedro Ruivo, no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina, Faro, a 28 de Dezembro de 2011. Realização: Sofia Afonso.Som: Tatiana Saavedra. '''Fernando Pessanha''' nasceu em Faro, em 1980. Começou por estudar música numa pequena escola, na sua cidade natal, em Vila Real de Santo António. Posteriormente estudou piano no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina, com a professora Oxanna Anikeeva. É Licenciado em Património Cultural, Mestrando em História do Algarve e Professor de História Local na UTL de Vila Real de Santo António, para além de pianista e compositor da banda algarvia ''IN TENTO'' trio. A História e a Literatura têm sido, ao longo dos anos, as influências mais directas na sua produção musical.]  &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2015 -[https://planetalgarve.com/2015/08/11/fernando-pessanha-ao-piano-na-casa-alvaro-de-campos-em-tavira-16-de-agosto/  Notícia sobre o concerto para piano In Tento piano solo, do pianista e compositor '''Fernando Pessanha'''  na Casa Álvaro de Campos, em Tavira. Depois da apresentação da banda sonora de «Hotel Anaidaug», no 32.º EDITA-Festival internacional de la Edición, la Poesía y las Artes, em Espanha, é a vez da cidade de Álvaro de Campos receber o músico algarvio, conhecido pelo seu trabalho com o saudoso IN TENTO trio. O evento encontra-se integrado no ciclo “Músicas Vadias”.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2018 -[https://algarveinformativo.blogspot.com/2018/10/fernando-pessanha-recorda-ataques-de.html Notícia sobre o novo trabalho do historiador algarvio '''Fernando Pessanha''' intitulado «Ataques da pirataria à foz do Guadiana e a acção de António Leite, alcaide-mor de Arenilha», na sequência da investigação originalmente publicada no vol. XL dos Anais do Município de Faro.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* in [[File:Logo-arquivo-pt.png | link=https://arquivo.pt/ | https://arquivo.pt]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2013 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20170927192252/http://algarveprimeiro.com/d/fernando-pessanha/270-41  Notícia sobre '''Fernando Pessanha''']&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2013 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20131029180551/http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=140764 Notícia sobre a apresentação do livro &amp;quot;Encontros Improváveis&amp;quot;]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2016 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20170215000253/http://blocodedevaneios.blogspot.pt/search/label/Fernando%20Pessanha  Crítica a vários  livros do autor e uma entrevista]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2018 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20181026061016/https://jornaldoalgarve.pt/tag/fernando-pessanha/ Várias notícias sobre as suas obras bibliograficas]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2019 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20190522185229/http://independent.academia.edu/Pessanha Vários textos de história do Algarve para download]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Fernandopessanhaaopiano.jpg|225px]]&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Músicos]][[Category:Faro]][[Category:Vila Real de Santo António]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

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		<title>Pessanha, Fernando</title>
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[File:Fernandopessanha.jpg|127px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Fernando Pessanha'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Faro, 1980.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Escritor. Ensaísta. Músico. Pianista. Compositor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Fp11marco2026a.jpg]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Palestra na Tomás Cabreira. 11/03/2026&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Excerto do livro '''''Hotel Anaidaug'''''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O horizonte assomava-se apontado a norte, ostentando um singular turvo cinza-esverdeado,&lt;br /&gt;
coroado de indefinida visibilidade. Lentamente, foram surgindo novas formas, inicialmente&lt;br /&gt;
amorfas mas, posteriormente, dotadas de traços mais acentuados e definidos, tanto a estibordo&lt;br /&gt;
como a bombordo: as embaciadas margens que se aproximavam. Ondas de curiosos reflexos prateados atiravam-se de encontro ao casco da embarcação, libertando gorgolejantes laivos de espuma e salpicastes gotas salgadas em redor da proa.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Notas Biográficas'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Fernando Pessanha''' nasceu em Faro, em 1980 onde foi aluno das Escolas Secundárias João de Deus e Tomás Cabreira. É licenciado em Património Cultural e mestre em História do Algarve, pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve. Na área da História é autor de ''A Cidade Islâmica de Faro'' e de vários artigos publicados em Portugal, Espanha e Marrocos. No campo da ficção é autor de ''Encontros Improváveis'' e de ''Hotel Anaidaug''. Actualmente exerce funções no Arquivo Histórico Municipal de Vila Real de Santo António, localidade onde vive. Para além da História e da Literatura, dedica-se também à Musica: é pianista e compositor com obra registada na Sociedade Portuguesa de Autores.&amp;lt;br/&amp;gt; in https://www.wook.pt/autor/fernando-pessanha/3124388&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
* '''Bibliografia'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''O Pianista e a Cantora'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Encontros Improváveis'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''A Cidade Islâmica de Faro'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Subsídios para a História do Baixo-Guadiana e dos Algarves D'aquém e D'álem-mar'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Hotel Anaidaug'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''D. Fernando de Meneses, Capitão de Ceuta, 1º conde de Alcoutim e 2º Marquês de Vila Real'''''&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Fernando Pessanha''' nos seguintes '''links''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [https://www.algarveprimeiro.com/d/fernando-pessanha/270-41  &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2011 -[https://vimeo.com/34348912 '''Fernando Pessanha''' “Memórias&amp;quot; PROJECTO 364. Filmado no Auditório Pedro Ruivo, no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina, Faro, a 28 de Dezembro de 2011. Realização: Sofia Afonso.Som: Tatiana Saavedra. '''Fernando Pessanha''' nasceu em Faro, em 1980. Começou por estudar música numa pequena escola, na sua cidade natal, em Vila Real de Santo António. Posteriormente estudou piano no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina, com a professora Oxanna Anikeeva. É Licenciado em Património Cultural, Mestrando em História do Algarve e Professor de História Local na UTL de Vila Real de Santo António, para além de pianista e compositor da banda algarvia ''IN TENTO'' trio. A História e a Literatura têm sido, ao longo dos anos, as influências mais directas na sua produção musical.]  &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2015 -[https://planetalgarve.com/2015/08/11/fernando-pessanha-ao-piano-na-casa-alvaro-de-campos-em-tavira-16-de-agosto/  Notícia sobre o concerto para piano In Tento piano solo, do pianista e compositor '''Fernando Pessanha'''  na Casa Álvaro de Campos, em Tavira. Depois da apresentação da banda sonora de «Hotel Anaidaug», no 32.º EDITA-Festival internacional de la Edición, la Poesía y las Artes, em Espanha, é a vez da cidade de Álvaro de Campos receber o músico algarvio, conhecido pelo seu trabalho com o saudoso IN TENTO trio. O evento encontra-se integrado no ciclo “Músicas Vadias”.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2018 -[https://algarveinformativo.blogspot.com/2018/10/fernando-pessanha-recorda-ataques-de.html Notícia sobre o novo trabalho do historiador algarvio '''Fernando Pessanha''' intitulado «Ataques da pirataria à foz do Guadiana e a acção de António Leite, alcaide-mor de Arenilha», na sequência da investigação originalmente publicada no vol. XL dos Anais do Município de Faro.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* in [[File:Logo-arquivo-pt.png | link=https://arquivo.pt/ | https://arquivo.pt]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2013 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20170927192252/http://algarveprimeiro.com/d/fernando-pessanha/270-41  Notícia sobre '''Fernando Pessanha''']&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2013 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20131029180551/http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=140764 Notícia sobre a apresentação do livro &amp;quot;Encontros Improváveis&amp;quot;]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2016 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20170215000253/http://blocodedevaneios.blogspot.pt/search/label/Fernando%20Pessanha  Crítica a vários  livros do autor e uma entrevista]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2018 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20181026061016/https://jornaldoalgarve.pt/tag/fernando-pessanha/ Várias notícias sobre as suas obras bibliograficas]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2019 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20190522185229/http://independent.academia.edu/Pessanha Vários textos de história do Algarve para download]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Fernandopessanhaaopiano.jpg|225px]]&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Músicos]][[Category:Faro]][[Category:Vila Real de Santo António]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[File:Fernandopessanha.jpg|127px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Fernando Pessanha'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Faro, 1980.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Escritor. Ensaísta. Músico. Pianista. Compositor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Excerto do livro '''''Hotel Anaidaug'''''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O horizonte assomava-se apontado a norte, ostentando um singular turvo cinza-esverdeado,&lt;br /&gt;
coroado de indefinida visibilidade. Lentamente, foram surgindo novas formas, inicialmente&lt;br /&gt;
amorfas mas, posteriormente, dotadas de traços mais acentuados e definidos, tanto a estibordo&lt;br /&gt;
como a bombordo: as embaciadas margens que se aproximavam. Ondas de curiosos reflexos prateados atiravam-se de encontro ao casco da embarcação, libertando gorgolejantes laivos de espuma e salpicastes gotas salgadas em redor da proa.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Notas Biográficas'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Fernando Pessanha''' nasceu em Faro, em 1980 onde foi aluno das Escolas Secundárias João de Deus e Tomás Cabreira. É licenciado em Património Cultural e mestre em História do Algarve, pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve. Na área da História é autor de ''A Cidade Islâmica de Faro'' e de vários artigos publicados em Portugal, Espanha e Marrocos. No campo da ficção é autor de ''Encontros Improváveis'' e de ''Hotel Anaidaug''. Actualmente exerce funções no Arquivo Histórico Municipal de Vila Real de Santo António, localidade onde vive. Para além da História e da Literatura, dedica-se também à Musica: é pianista e compositor com obra registada na Sociedade Portuguesa de Autores.&amp;lt;br/&amp;gt; in https://www.wook.pt/autor/fernando-pessanha/3124388&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
* '''Bibliografia'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''O Pianista e a Cantora'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Encontros Improváveis'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''A Cidade Islâmica de Faro'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Subsídios para a História do Baixo-Guadiana e dos Algarves D'aquém e D'álem-mar'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Hotel Anaidaug'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''D. Fernando de Meneses, Capitão de Ceuta, 1º conde de Alcoutim e 2º Marquês de Vila Real'''''&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Fernando Pessanha''' nos seguintes '''links''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [https://www.algarveprimeiro.com/d/fernando-pessanha/270-41  &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2011 -[https://vimeo.com/34348912 '''Fernando Pessanha''' “Memórias&amp;quot; PROJECTO 364. Filmado no Auditório Pedro Ruivo, no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina, Faro, a 28 de Dezembro de 2011. Realização: Sofia Afonso.Som: Tatiana Saavedra. '''Fernando Pessanha''' nasceu em Faro, em 1980. Começou por estudar música numa pequena escola, na sua cidade natal, em Vila Real de Santo António. Posteriormente estudou piano no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina, com a professora Oxanna Anikeeva. É Licenciado em Património Cultural, Mestrando em História do Algarve e Professor de História Local na UTL de Vila Real de Santo António, para além de pianista e compositor da banda algarvia ''IN TENTO'' trio. A História e a Literatura têm sido, ao longo dos anos, as influências mais directas na sua produção musical.]  &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2015 -[https://planetalgarve.com/2015/08/11/fernando-pessanha-ao-piano-na-casa-alvaro-de-campos-em-tavira-16-de-agosto/  Notícia sobre o concerto para piano In Tento piano solo, do pianista e compositor '''Fernando Pessanha'''  na Casa Álvaro de Campos, em Tavira. Depois da apresentação da banda sonora de «Hotel Anaidaug», no 32.º EDITA-Festival internacional de la Edición, la Poesía y las Artes, em Espanha, é a vez da cidade de Álvaro de Campos receber o músico algarvio, conhecido pelo seu trabalho com o saudoso IN TENTO trio. O evento encontra-se integrado no ciclo “Músicas Vadias”.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2018 -[https://algarveinformativo.blogspot.com/2018/10/fernando-pessanha-recorda-ataques-de.html Notícia sobre o novo trabalho do historiador algarvio '''Fernando Pessanha''' intitulado «Ataques da pirataria à foz do Guadiana e a acção de António Leite, alcaide-mor de Arenilha», na sequência da investigação originalmente publicada no vol. XL dos Anais do Município de Faro.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* in [[File:Logo-arquivo-pt.png | link=https://arquivo.pt/ | https://arquivo.pt]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2013 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20170927192252/http://algarveprimeiro.com/d/fernando-pessanha/270-41  Notícia sobre '''Fernando Pessanha''']&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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- 2013 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20131029180551/http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=140764 Notícia sobre a apresentação do livro &amp;quot;Encontros Improváveis&amp;quot;]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2016 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20170215000253/http://blocodedevaneios.blogspot.pt/search/label/Fernando%20Pessanha  Crítica a vários  livros do autor e uma entrevista]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2018 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20181026061016/https://jornaldoalgarve.pt/tag/fernando-pessanha/ Várias notícias sobre as suas obras bibliograficas]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2019 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20190522185229/http://independent.academia.edu/Pessanha Vários textos de história do Algarve para download]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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[[File:Fernandopessanhaaopiano.jpg|225px]]&lt;br /&gt;
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		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
[[File:Fernandopessanha.jpg|127px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Fernando Pessanha'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Faro, 1980.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Escritor. Ensaísta. Músico. Pianista. Compositor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Excerto do livro '''''Hotel Anaidaug'''''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;quot;O horizonte assomava-se apontado a norte, ostentando um singular turvo cinza-esverdeado,&lt;br /&gt;
coroado de indefinida visibilidade. Lentamente, foram surgindo novas formas, inicialmente&lt;br /&gt;
amorfas mas, posteriormente, dotadas de traços mais acentuados e definidos, tanto a estibordo&lt;br /&gt;
como a bombordo: as embaciadas margens que se aproximavam. Ondas de curiosos reflexos prateados atiravam-se de encontro ao casco da embarcação, libertando gorgolejantes laivos de espuma e salpicastes gotas salgadas em redor da proa.&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Notas Biográficas'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Fernando Pessanha''' nasceu em Faro, em 1980 onde foi aluno das Escolas Secundárias João de Deus e Tomás Cabreira. É licenciado em Património Cultural e mestre em História do Algarve, pela Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade do Algarve. Na área da História é autor de ''A Cidade Islâmica de Faro'' e de vários artigos publicados em Portugal, Espanha e Marrocos. No campo da ficção é autor de ''Encontros Improváveis'' e de ''Hotel Anaidaug''. Actualmente exerce funções no Arquivo Histórico Municipal de Vila Real de Santo António, localidade onde vive. Para além da História e da Literatura, dedica-se também à Musica: é pianista e compositor com obra registada na Sociedade Portuguesa de Autores.&amp;lt;br/&amp;gt; in https://www.wook.pt/autor/fernando-pessanha/3124388&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
     &lt;br /&gt;
* '''Bibliografia'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''O Pianista e a Cantora'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Encontros Improváveis'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''A Cidade Islâmica de Faro'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Subsídios para a História do Baixo-Guadiana e dos Algarves D'aquém e D'álem-mar'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''Hotel Anaidaug'''''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''''D. Fernando de Meneses, Capitão de Ceuta, 1º conde de Alcoutim e 2º Marquês de Vila Real'''''&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Veja mais sobre '''Fernando Pessanha''' nos seguintes '''links''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- [https://www.algarveprimeiro.com/d/fernando-pessanha/270-41  &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2011 -[https://vimeo.com/34348912 '''Fernando Pessanha''' “Memórias&amp;quot; PROJECTO 364. Filmado no Auditório Pedro Ruivo, no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina, Faro, a 28 de Dezembro de 2011. Realização: Sofia Afonso.Som: Tatiana Saavedra. '''Fernando Pessanha''' nasceu em Faro, em 1980. Começou por estudar música numa pequena escola, na sua cidade natal, em Vila Real de Santo António. Posteriormente estudou piano no Conservatório Regional do Algarve Maria Campina, com a professora Oxanna Anikeeva. É Licenciado em Património Cultural, Mestrando em História do Algarve e Professor de História Local na UTL de Vila Real de Santo António, para além de pianista e compositor da banda algarvia ''IN TENTO'' trio. A História e a Literatura têm sido, ao longo dos anos, as influências mais directas na sua produção musical.]  &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2015 -[https://planetalgarve.com/2015/08/11/fernando-pessanha-ao-piano-na-casa-alvaro-de-campos-em-tavira-16-de-agosto/  Notícia sobre o concerto para piano In Tento piano solo, do pianista e compositor '''Fernando Pessanha'''  na Casa Álvaro de Campos, em Tavira. Depois da apresentação da banda sonora de «Hotel Anaidaug», no 32.º EDITA-Festival internacional de la Edición, la Poesía y las Artes, em Espanha, é a vez da cidade de Álvaro de Campos receber o músico algarvio, conhecido pelo seu trabalho com o saudoso IN TENTO trio. O evento encontra-se integrado no ciclo “Músicas Vadias”.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2018 -[https://algarveinformativo.blogspot.com/2018/10/fernando-pessanha-recorda-ataques-de.html Notícia sobre o novo trabalho do historiador algarvio '''Fernando Pessanha''' intitulado «Ataques da pirataria à foz do Guadiana e a acção de António Leite, alcaide-mor de Arenilha», na sequência da investigação originalmente publicada no vol. XL dos Anais do Município de Faro.]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* in [[File:Logo-arquivo-pt.png | link=https://arquivo.pt/ | https://arquivo.pt]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2013 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20170927192252/http://algarveprimeiro.com/d/fernando-pessanha/270-41  Notícia sobre '''Fernando Pessanha''']&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2013 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20131029180551/http://www.regiao-sul.pt/noticia.php?refnoticia=140764 Notícia sobre a apresentação do livro &amp;quot;Encontros Improváveis&amp;quot;]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2016 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20170215000253/http://blocodedevaneios.blogspot.pt/search/label/Fernando%20Pessanha  Crítica a vários  livros do autor e uma entrevista]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2018 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20181026061016/https://jornaldoalgarve.pt/tag/fernando-pessanha/ Várias notícias sobre as suas obras bibliograficas]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- 2019 -[https://m.arquivo.pt/wayback/20190522185229/http://independent.academia.edu/Pessanha Vários textos de história do Algarve para download]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Fernandopessanhaaopiano.jpg|225px]]&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Músicos]][[Category:Faro]][[Category:Vila Real de Santo António]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Agr. Tomás Cabreira, em Faro]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63168</id>
		<title>Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63168"/>
				<updated>2025-12-10T16:38:05Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesLeituras-Logo-estr.png|800px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:BernardoPassosFoto3.jpg]] [[File:Mural bernardoPassos.jpg|180px]] [[File:BernardoPassos-por-HPassos_AlmanaqueDoAlgarveVol9.jpg|111px]] [[File:BernardoDePassosEstatuaEmSBrasDeAlportel.jpg|182px]] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Bernardo de Passos''' (1876–1930)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
  Poeta e jornalista de São Brás de Alportel, muito ligado ao movimento republicano e à poesia de inspiração social e regional. Formou-se em Direito em Coimbra, onde conviveu com figuras ligadas ao ideal republicano e à Geração de 90. Depois regressou ao Algarve, onde se destacou pela sua poesia social, cívica e profundamente humana.&amp;lt;br /&amp;gt;A sua casa natal, em São Brás de Alportel, é hoje Casa-Museu Bernardo de Passos, centro de preservação da sua memória literária e cívica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O texto que se segue, o '''prefácio  de Joaquim Magalhães''' à &amp;quot;Obra Poética de Bernardo Passos&amp;quot;  apresenta o poeta como um homem tímido, sensível e de vida discreta. A sua obra poética, embora breve, revela um lirismo marcado pela sensibilidade, bondade, ternura e patriotismo sentimental, combina a delicadeza lírica com o amor ao próximo, à natureza e à pátria, tornando-a acessível e ao mesmo tempo rica em sensibilidade, convidando o leitor a descobrir pessoalmente as nuances e riquezas dos seus poemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''PALAVRAS DE INTRODUÇÃO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 1&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas datas assinalam naturalmente a vida de '''Bernardo de Passos'''. Uma vida sem grandes aventuras, que não as teve um homem tímido e sensível como ele foi.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em 1876 — nascimento, a 29 de Outubro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
EM 1930 — morte, em Faro, a 2 de Junho.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A existência do poeta decorre assim, entre estes dois pontos no tempo; e entre estes dois sítios: a sua vila natal e a cidade em que exerceu várias funções.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Filho de jornalista, republicano desde a infância, assim se pode dizer, como também do mesmo modo se pode afirmar que foi poeta, quando descobriu a veia, por volta dos nove anos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Quiseram destiná-lo à vida comercial. Experimentou a de farmacêutico, em S. Brás e em Lisboa, onde aliás fez os respetivos preparatórios. Mas a vida comercial não o seduziu.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Foi solicitador na sua vila natal; e também aqui escrivão do juízo de paz.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Com o advento da República, no começo do mês em que completava 34 anos, foi nomeado administrador do concelho e comissário de polícia de Faro, por inerência de cargo, bem entendido.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Mais tarde conseguiram os amigos convencê-lo a estabilizar-se nas funções de Secretário da Câmara de Faro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nesta cidade deu lições, gratuitamente, claro, no Centro Republicano. Em Faro escreveu em jornais. Em Faro, com outro amador jornalista, António Santos, funda &amp;quot;O Correio do Sul&amp;quot; (1 de Fevereiro de 1920).&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estas, algumas, as mais significativas atividades do homem e do cidadão. Porque a grande aventura de Bernardo de Passos é evidentemente a obra poética. Não muito extensa, em autor tão Auto exigente, como foi. Meia dúzia de títulos, apenas, no total.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;ADEUS&amp;quot; — 1902; &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; — 1907; &amp;quot;PORTU-GAL NA CRUZ&amp;quot; — 1909; &amp;quot;BANDEIRA DA REPÚBLICA&amp;quot; — 1913. E mais: &amp;quot;A ÁRVORE E O NINHO&amp;quot; — 1931; e &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; — 1936, postumamente publicados, mas organizados pelo autor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O volume de poesias dispersas, que fora anunciado será o que corresponderia às tais já referidas composições &amp;quot;muito antigas&amp;quot; e outras que em seus rascunhos aparecem e agora se incluem nesta publicação.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 2&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de '''Bernardo de Passos''' é toda ela de expressão lírica. O que o poeta escreveu é reflexo da sua vida interior, o espelho de uma sensibilidade e de uma consciência. Do seu amor ao Belo, da sua ternura pelo fraco, pelo desvalido, pelo pobre, pelo desamparado.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Deste modo, a bondade, a ternura, a delicadeza, a timidez, o sorriso, são as notas dominantes do seu lirismo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acrescentem-se-lhes as notas de patriotismo sentimental e o inevitável pendor saudosista de todo o português que se preza, seja poeta ou não.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Logo no primeiro livro, &amp;quot;ADEUS&amp;quot;, de 1902, publicado dois anos depois da morte de António Nobre, autor do &amp;quot;Só&amp;quot;, e num tempo em que a pessoa de Junqueiro e a sua poesia marcam, entre nós, o clima de sensibilidade, os temas desenvolvidos, melhor dizendo inspiradores, são, no nosso poeta, além do &amp;quot;Adeus&amp;quot; do título, o desencanto, a dúvida, o &amp;quot;spleen&amp;quot;, a doçura do pranto, as ruínas, o inverno, a dor inútil, o apelo e a presença do sorriso, como palavras mais vezes presentes.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Aliás estas são as que servem de título a vários dos poemas do volume inicial. E revelam insofismavelmente, sem necessidade de aprofundamentos psicológicos difíceis, uma sensibilidade, dominada por uma melancolia saudosista, sem rebuscar formas de expressão.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;O GRÃO DE TRIGO&amp;quot; (Versos à Natureza e à Vida) sugere-nos a ideia de uma como que retificação ou reconciliação com a vida e consequentemente uma espécie de libertação dos domínios da tristeza.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A Natureza e a Vida tomam, neste algarvio típico, a lógica posição de primeiro lugar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 3&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra nota característica, já anteriormente enunciada é a de insatisfação do artista. Melhorar formalmente um poema parece ser uma constante preocupação do artista.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
No &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; está, por exemplo, um poema com o título &amp;quot;A Árvore e o Ninho&amp;quot;. São dezasseis quadras. Ora,.com quarenta e cinco prepara o voluminho saído em 31, póstumo com o mesmo título.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O poema &amp;quot;Sermão da Montanha&amp;quot; (&amp;quot;Grão de Trigo&amp;quot;) vai aparecer em versão corrigida e aumentada e melhorada no volume &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; (1936).&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E outros exemplos se poderiam dar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estes bastam, no entanto, apenas como possível chamar de atenção para uma faceta que nos parece fundamental da obra de Bernardo de Passos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E, mais ou menos comum a todos os artistas, que como este, não desdenham os caminhos da perfeição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O leitor curioso, porém, descobrirá por si as riquezas destes poemas, que, a partir de agora, ficam mais à sua disposição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;A Obra Poética de Bernardo de Passos&amp;quot; p. 7 e 8&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Para saber mais sobre Bernardo de Passos''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Artigo de '''Joaquim Magalhães''' sobre '''Bernardo Passos''' no jornal ''Noticias de S. Braz'':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hemeroteca.ualg.pt/resources/PDF/Noticias_SBraz_1976-10-29_0000.pdf&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo de - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - capa.jpg|271px]]   [[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
*Alguns poemas do livro ''A Obra poética de Bernardo Passos'': &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. '''SAUDADES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudades de amor, são penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que nascem do coração…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E como as penas das aves,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quantas mais, mais brandas são!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu coração fez um ninho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como o das aves perfeito,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Juntando todas as penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De que ele me encheu o peito…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nesse ninho, a sonhar&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dorme, assim, horas serenas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme um passarinho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o seu ninho de penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. '''REGRESSO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! Ave-marias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Teu crepúsculo de oiro até parece&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que me canta e me embala e me adormece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A florir a amargura dos meus dias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a urze das tuas serranias,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Poeta aqui nasci, sem que o soubesse,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aqui, - visão de estrelas e de prece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vi meu primeiro amor, quando me vias!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! – Anoiteceu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o meu coração como um ninho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Estendes a asa de oiro do teu céu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele dorme e sorri, - o abandonado!-&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme e sorri um passarinho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sob a asa da mãe agasalhado.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P.176&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. '''MEU PAI'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto a chuva cai e o vento grita&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
No silêncio do noite escura e fria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Evoco o tempo em que velhinho o via&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto a lareira que ora aqui trepita.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por esta casa que a Saudade habita,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tão erma como a noite mais sombria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda vitro a trémula harmonia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O eco triste d'essa voz bendita...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sonho tê-lo, como então, ao lado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto do lume antigo, aqui sentado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com o seu ar de santa em doce preces...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E desta solidão já me inebrio...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ai! ver o Lar e achá-lo assim vazio&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De quem sempre tão cheio ele parece!...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P. 41&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. '''MINHA ALDEIA'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Visão Antiga''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E em torno. as fontes vão cantando às mároas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranauila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando auieto no frescor das águas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bate-lhe em cheio a lua opalescente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Numa visão estranha de balada..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue paz augusta, elísia, ridente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Paira sobre ela, a pálida dormente.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aue festim de luz imaculada!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O vêu de prata que lhe tece a lua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aranha cuia teia é o luar lindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Recorda fina gaze que flutua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre uma criança alva, toda nua,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em berço d'oiro a dormitar, sorrindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um solitário cão, de quando em quando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Đá um latido prolongado, insonte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Algum lebréu a suspirar, sonhando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre nevadas palhas dormitando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto à cabana, de vigia ao monte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
(p. 59)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.'''CANTARES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Para a sua boca)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tens frescores da manha&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na tua boca pequena..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
São dois bagos de romā&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios, morena!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À vista da tua boca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- Rosa vermelha entreabrindo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu sinto-me abelha louca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Para os teus lábios fugindo ...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São um botão entreaberto&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios sem par,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que as borboletas, por certo,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vão iludidas beijar!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tua boca é notada,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre as das mais raparigas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como a papoila encarnada&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre o oiro das espigas...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É taça cheia de amor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Essa boca graciosa...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda sinto o sabor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dos teus beijos cor de rosa!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
P.70&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In '''''A obra poética de Bernardo de Passos''''', Edição Câmara Municipal de São Brás de Alportel, 1983 &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesEOPoetasAlgarviosLogoWiki.png|1000px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Poetas]][[Category:Teatro]][[Category:Loulé]][[Category:Faro]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Patronos]][[Category:Projeto Magalhães e os Poetas Algarvios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

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				<updated>2025-12-10T16:29:47Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

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		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=File:BernardoPassosFoto3.jpg&amp;diff=63166</id>
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				<updated>2025-12-10T16:24:37Z</updated>
		
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		<title>Camões e a Algarvia</title>
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				<updated>2025-12-10T16:17:54Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;== '''Mário Lyster Franco''' - ''Camões e a Algarvia'' ==&lt;br /&gt;
[[File:Lysterfoto.png|250px]] [[File:Lyster Franco, Mário - Camões e a Algarvia - capa.jpg|250px]] [[File:Lyster Franco, Mário - Camões e a Algarvia - palestra Faro.png|500px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 [[File:LysterJornalAlgarvio.png|650px]] [[File:Lysternotícia.png|220px]][[File:Lyster Franco, Mário - Camões e a Algarvia - palestra Lisboa.png|150px]]&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 ''Camões e a Algarvia'', da autoria de [https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php/Lyster_Franco,_M%C3%A1rio Mário Lyster Franco], é uma palestra sobre Camões, proferida originalmente em 1945 e 1946 e só publicada anos depois.(1978)&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Excertos de ''Camões e a Algarvia''''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1. Excerto 1 (Prelúdio)'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''A modos de prelúdio... &amp;lt;br /&amp;gt;Escrita há bem mais de trinta anos, proferida, primeiro, em Dezembro de 1945, no Sarau do aniversário do Ginásio Clube Farense e, depois, em 29 de Novembro de 1946, na Sociedade Nacional de Belas Artes, em Lisboa, no fecho da I Exposição Bibliográfica e de Artes Plásticas do Algarve, realizada na capital, esquecida no fundo de uma gaveta e só publicada no &amp;quot;Correio do Sul&amp;quot; dez anos depois, lembraram-se agora os amigos do GRUPO DE ESTUDOS ALGARVIOS de que podia haver interesse em dar a esta palestra aquela divulgação livresca ou mais propriamente opuscular, que mais natural seria então tivesse tido.&amp;lt;br /&amp;gt;Isso decerto melhor desculparia certas ingenuidades e fantasias, a talvez que demasiada brevidade que o A. lhe deu e o deixar em branco alguns pormenores, defeitos que, porventura, destinando-a a ser ouvida, tomou então por qualidades e de que - sabe-se lá! - talvez sem grande esforço, destinada que vai ser à leitura, pudesse expurgá-la agora!&amp;lt;br /&amp;gt;Publica-se, no entanto, na sua pureza original. E fácil se torna reconhecer assim que o A. entende que, no revesti-la agora da erudição que então não teve, por mais certa e brilhante que ela fosse, não haveria honesto proceder.(...)&amp;lt;br /&amp;gt;In: '''&amp;quot;Camões e a Algarvia!&amp;quot;''' &amp;lt;br /&amp;gt;Faro, Junho de 1978 ''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2. Excerto 2 (Início)'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se, no dizer de Teófilo Braga, o &amp;quot;Amor foi o móvel principal dos pensamentos e atos&amp;quot; de Camões, se foram muitas mulheres que Camões amou, concordemos em que ele foi sempre e principalmente - aparte um ou outro triunfo passageiro que lhe não deixou sulcos no coração -, o poeta dos grandes amores infelizes.&amp;lt;br /&amp;gt;Audacioso, valentaço e brigão, ainda que por apregoados pergaminhos e pela fama de bom versejador que alguns amigos dedicados lhe criavam tivessem si do admitido na corte e na roda das boas famílias: gente &amp;quot;bem&amp;quot; da sua época, o certo e que os veneráveis papás de então, austeros, rabugentos e barbudos como nenhuns outros, viam principalmente nele o &amp;quot;Trinca-fortes&amp;quot; aventureiro e aventuroso, já sabiam que fazer versos - por mais belos e harmoniosos que eles fossem -, não era, positivamente, uma carreira e estavam longe de considera-lo um bom, ou mesmo, apenas, um razoável, um aceitável partido.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3. Excerto 3''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Francisca de Aragão era filha de Nuno Rodrigues Barreto, alcaide-mor de Faro e vedor da fazenda do Algarve e veio ao mundo em 1536 ou 37,na casa apalaçada da Quinta de Quarteira que seu pai, com aqueles cargos, herdara de seus maiores. Por sua mãe era bisneta do rei D. João II, de Aragão, e Filipe II de Castela tratava-a por sobrinha. Muito nova veio D. Francisca para Lisboa, tendo entrado, com 12 ou 13 anos apenas, ao serviço da Rainha D. Catarina.&amp;lt;br /&amp;gt;(...)Formosíssima, &amp;quot;loira, viva, esperta e azougada&amp;quot; no dizer de outro dos seus biógrafos, admirada e estimada por todos - ainda que, certamente, invejada por algumas - logo ela obteve na corte uma situação privilegiada e nela sua, vida decorreu serena e calma, aparte o delicioso romance mantido com Camões, (...)  que lhe deu a principal coroa de glória, e as inflamadas paixões que despertou em todos os vates da época(...).&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Resumo detalhado e estruturado da conferência de Mário Lyster Franco:'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1.''' Camões e os seus amores infelizes&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Teófilo Braga, o amor foi o grande motor da vida de Camões.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Apesar de ter amado muitas mulheres, os seus amores foram, em geral, infelizes.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Camões era visto como um aventureiro e brigão, o que não agradava às famílias nobres da época.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Além disso, não era considerado bonito: ruivo, de nariz adunco e aparência desajeitada, seu principal atrativo era o seu trato e o talento poético.&lt;br /&gt;
As suas paixões foram desde a juventude, em Coimbra, até musas enigmáticas, como a Natércia, inspiradora de muitos de seus versos.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2.''' A presença de D. Francisca de Aragão na vida de Camões&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Francisca de Aragão era uma nobre algarvia, considerada uma das mulheres mais belas e influentes da corte de D. João III e D. Sebastião.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Diferente de outros poetas que a cortejavam, Camões conseguiu cativá-la, embora sua relação tenha sido descrita mais como uma &amp;quot;terna amizade-amorosa&amp;quot; do que um romance arrebatado.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O amor entre os dois teria sido intenso, mas sem comprometer a reputação da dama, que ocupava uma posição de destaque na corte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Para Teófilo Braga, a relação com D. Francisca foi um grande estímulo para Camões: ele percebeu que precisava de criar uma obra grandiosa para estar à altura dela, o que teria levado à escrita de Os Lusíadas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3.''' A separação de Camões e D. Francisca&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Rainha D. Catarina, ao perceber o envolvimento da sua dama de companhia com Camões, decidiu afastá-lo da corte, enviando-o para o Ribatejo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O romance, transformou-se assim em amizade e respeito mútuo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O afastamento do poeta não só evitou escândalos como também o direcionou para o seu grande projeto épico.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4.''' A vida de D. Francisca após Camões&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
D. Francisca permaneceu solteira até os 40 anos, quando casou com D. João de Borja, embaixador da Espanha e filho de São Francisco de Borja.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tornou-se condessa de Mayalde e Ficalho, acompanhando o marido em missões diplomáticas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Faleceu em 1615, desejando ser sepultada em Lisboa, mas acabou sendo enterrada em Valladolid.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5.''' Uma possível ligação entre D. Francisca e as perseguições a Camões na Índia&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O autor levanta a hipótese de que as dificuldades enfrentadas por Camões na Índia não tenham sido apenas resultado das suas sátiras, mas também da ligação com D. Francisca.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O governador da Índia na época, D. Francisco Barreto, era tio de D. Francisca.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Pode-se especular que ele tenha perseguido Camões por este ter ousado envolver-se com a sua nobre sobrinha.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O autor sugere que esta questão ainda não foi explorada a fundo pelos estudiosos e apresenta-a como uma possível nova interpretação dos infortúnios do poeta.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Mário Lyster Franco (1902-1984)'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O Arquivo Distrital de Faro destaca, como documento do mês, o registo de nascimento de um ilustre farense, que dedicou toda a sua vida à divulgação e promoção da região e da cultura algarvia, tanto no Algarve como no resto do país.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Mário Augusto Barbosa Lyster Franco''', filho de '''Carlos Lyster Franco''', pintor e professor no Liceu de Faro e de Maria das Dores Dias Barbosa, doméstica, moradores na rua de S. Francisco, nasceu às 16h30m, do dia 19 de Fevereiro de 1902, na freguesia da Sé, em Faro.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Formado em direito, dedicou a sua vida à defesa dos interesses da região, à divulgação e promoção da história e da cultura algarvia, participando e organizando conferências, publicando jornais, livros e revistas. Como autor, a sua obra reparte-se entre a arqueologia, a história e a literatura, num total de trinta títulos publicados.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Foi presidente da Câmara Municipal de Faro durante dois mandatos (1932-34 e 1937-39). Defendeu o turismo como fonte de desenvolvimento regional, sendo o “Guia Turístico do Algarve”, editado em 1940 e 1944, pela Revista Internacional, um exemplo da propaganda regionalista e um incentivo ao turismo da região algarvia.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Colaborou ao longo da vida em vários jornais nacionais e regionais como redator, tendo assumido, em 1946, a direção do semanário «Correio do Sul», órgão da imprensa algarvia que dirigiu durante mais de quarenta anos.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A partir de 1980, dedicou -se à elaboração da obra «Algarviana – Subsídios para uma Bibliografia do Algarve e dos Autores Algarvios», obra de investigação de carácter enciclopédico, fonte de utilidade científica e literária, fruto de décadas de investigação, publicando o 1º volume, em 1982 (letras A e B), numa edição da Câmara Municipal de Faro, dois anos antes do seu falecimento, que ocorreria em Camarate, região de Lisboa, a 20 de Agosto de 1984, ficando por publicar, até hoje, os restantes volumes desta obra de referência da região do Algarve.''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In:&amp;lt;br /&amp;gt;https://adfar.dglab.gov.pt/2018/02/02/mario-lyster-franco-1902-1984/&amp;lt;br /&amp;gt;2 de Fevereiro de 2018&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(ver notícia no Almanaque do Algarve de 1949)&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63162</id>
		<title>Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63162"/>
				<updated>2025-12-10T13:35:07Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesLeituras-Logo-estr.png|800px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Mural bernardoPassos.jpg|180px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Bernardo de Passos''' (1876–1930)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
  Poeta e jornalista de São Brás de Alportel, muito ligado ao movimento republicano e à poesia de inspiração social e regional. Formou-se em Direito em Coimbra, onde conviveu com figuras ligadas ao ideal republicano e à Geração de 90. Depois regressou ao Algarve, onde se destacou pela sua poesia social, cívica e profundamente humana.&amp;lt;br /&amp;gt;A sua casa natal, em São Brás de Alportel, é hoje Casa-Museu Bernardo de Passos, centro de preservação da sua memória literária e cívica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O texto que se segue, o '''prefácio  de Joaquim Magalhães''' à &amp;quot;Obra Poética de Bernardo Passos&amp;quot;  apresenta o poeta como um homem tímido, sensível e de vida discreta. A sua obra poética, embora breve, revela um lirismo marcado pela sensibilidade, bondade, ternura e patriotismo sentimental, combina a delicadeza lírica com o amor ao próximo, à natureza e à pátria, tornando-a acessível e ao mesmo tempo rica em sensibilidade, convidando o leitor a descobrir pessoalmente as nuances e riquezas dos seus poemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''PALAVRAS DE INTRODUÇÃO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 1&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas datas assinalam naturalmente a vida de '''Bernardo de Passos'''. Uma vida sem grandes aventuras, que não as teve um homem tímido e sensível como ele foi.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em 1876 — nascimento, a 29 de Outubro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
EM 1930 — morte, em Faro, a 2 de Junho.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A existência do poeta decorre assim, entre estes dois pontos no tempo; e entre estes dois sítios: a sua vila natal e a cidade em que exerceu várias funções.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Filho de jornalista, republicano desde a infância, assim se pode dizer, como também do mesmo modo se pode afirmar que foi poeta, quando descobriu a veia, por volta dos nove anos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Quiseram destiná-lo à vida comercial. Experimentou a de farmacêutico, em S. Brás e em Lisboa, onde aliás fez os respetivos preparatórios. Mas a vida comercial não o seduziu.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Foi solicitador na sua vila natal; e também aqui escrivão do juízo de paz.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Com o advento da República, no começo do mês em que completava 34 anos, foi nomeado administrador do concelho e comissário de polícia de Faro, por inerência de cargo, bem entendido.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Mais tarde conseguiram os amigos convencê-lo a estabilizar-se nas funções de Secretário da Câmara de Faro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nesta cidade deu lições, gratuitamente, claro, no Centro Republicano. Em Faro escreveu em jornais. Em Faro, com outro amador jornalista, António Santos, funda &amp;quot;O Correio do Sul&amp;quot; (1 de Fevereiro de 1920).&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estas, algumas, as mais significativas atividades do homem e do cidadão. Porque a grande aventura de Bernardo de Passos é evidentemente a obra poética. Não muito extensa, em autor tão Auto exigente, como foi. Meia dúzia de títulos, apenas, no total.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;ADEUS&amp;quot; — 1902; &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; — 1907; &amp;quot;PORTU-GAL NA CRUZ&amp;quot; — 1909; &amp;quot;BANDEIRA DA REPÚBLICA&amp;quot; — 1913. E mais: &amp;quot;A ÁRVORE E O NINHO&amp;quot; — 1931; e &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; — 1936, postumamente publicados, mas organizados pelo autor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O volume de poesias dispersas, que fora anunciado será o que corresponderia às tais já referidas composições &amp;quot;muito antigas&amp;quot; e outras que em seus rascunhos aparecem e agora se incluem nesta publicação.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 2&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de '''Bernardo de Passos''' é toda ela de expressão lírica. O que o poeta escreveu é reflexo da sua vida interior, o espelho de uma sensibilidade e de uma consciência. Do seu amor ao Belo, da sua ternura pelo fraco, pelo desvalido, pelo pobre, pelo desamparado.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Deste modo, a bondade, a ternura, a delicadeza, a timidez, o sorriso, são as notas dominantes do seu lirismo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acrescentem-se-lhes as notas de patriotismo sentimental e o inevitável pendor saudosista de todo o português que se preza, seja poeta ou não.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Logo no primeiro livro, &amp;quot;ADEUS&amp;quot;, de 1902, publicado dois anos depois da morte de António Nobre, autor do &amp;quot;Só&amp;quot;, e num tempo em que a pessoa de Junqueiro e a sua poesia marcam, entre nós, o clima de sensibilidade, os temas desenvolvidos, melhor dizendo inspiradores, são, no nosso poeta, além do &amp;quot;Adeus&amp;quot; do título, o desencanto, a dúvida, o &amp;quot;spleen&amp;quot;, a doçura do pranto, as ruínas, o inverno, a dor inútil, o apelo e a presença do sorriso, como palavras mais vezes presentes.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Aliás estas são as que servem de título a vários dos poemas do volume inicial. E revelam insofismavelmente, sem necessidade de aprofundamentos psicológicos difíceis, uma sensibilidade, dominada por uma melancolia saudosista, sem rebuscar formas de expressão.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;O GRÃO DE TRIGO&amp;quot; (Versos à Natureza e à Vida) sugere-nos a ideia de uma como que retificação ou reconciliação com a vida e consequentemente uma espécie de libertação dos domínios da tristeza.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A Natureza e a Vida tomam, neste algarvio típico, a lógica posição de primeiro lugar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 3&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra nota característica, já anteriormente enunciada é a de insatisfação do artista. Melhorar formalmente um poema parece ser uma constante preocupação do artista.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
No &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; está, por exemplo, um poema com o título &amp;quot;A Árvore e o Ninho&amp;quot;. São dezasseis quadras. Ora,.com quarenta e cinco prepara o voluminho saído em 31, póstumo com o mesmo título.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O poema &amp;quot;Sermão da Montanha&amp;quot; (&amp;quot;Grão de Trigo&amp;quot;) vai aparecer em versão corrigida e aumentada e melhorada no volume &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; (1936).&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E outros exemplos se poderiam dar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estes bastam, no entanto, apenas como possível chamar de atenção para uma faceta que nos parece fundamental da obra de Bernardo de Passos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E, mais ou menos comum a todos os artistas, que como este, não desdenham os caminhos da perfeição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O leitor curioso, porém, descobrirá por si as riquezas destes poemas, que, a partir de agora, ficam mais à sua disposição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;A Obra Poética de Bernardo de Passos&amp;quot; p. 7 e 8&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Para saber mais sobre Bernardo de Passos''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Artigo de '''Joaquim Magalhães''' sobre '''Bernardo Passos''' no jornal ''Noticias de S. Braz'':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hemeroteca.ualg.pt/resources/PDF/Noticias_SBraz_1976-10-29_0000.pdf&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo de - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - capa.jpg|271px]]   [[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
*Alguns poemas do livro ''A Obra poética de Bernardo Passos'': &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. '''SAUDADES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudades de amor, são penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que nascem do coração…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E como as penas das aves,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quantas mais, mais brandas são!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu coração fez um ninho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como o das aves perfeito,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Juntando todas as penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De que ele me encheu o peito…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nesse ninho, a sonhar&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dorme, assim, horas serenas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme um passarinho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o seu ninho de penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. '''REGRESSO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! Ave-marias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Teu crepúsculo de oiro até parece&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que me canta e me embala e me adormece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A florir a amargura dos meus dias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a urze das tuas serranias,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Poeta aqui nasci, sem que o soubesse,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aqui, - visão de estrelas e de prece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vi meu primeiro amor, quando me vias!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! – Anoiteceu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o meu coração como um ninho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Estendes a asa de oiro do teu céu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele dorme e sorri, - o abandonado!-&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme e sorri um passarinho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sob a asa da mãe agasalhado.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P.176&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. '''MEU PAI'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto a chuva cai e o vento grita&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
No silêncio do noite escura e fria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Evoco o tempo em que velhinho o via&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto a lareira que ora aqui trepita.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por esta casa que a Saudade habita,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tão erma como a noite mais sombria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda vitro a trémula harmonia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O eco triste d'essa voz bendita...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sonho tê-lo, como então, ao lado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto do lume antigo, aqui sentado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com o seu ar de santa em doce preces...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E desta solidão já me inebrio...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ai! ver o Lar e achá-lo assim vazio&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De quem sempre tão cheio ele parece!...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P. 41&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. '''MINHA ALDEIA'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Visão Antiga''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E em torno. as fontes vão cantando às mároas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranauila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando auieto no frescor das águas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bate-lhe em cheio a lua opalescente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Numa visão estranha de balada..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue paz augusta, elísia, ridente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Paira sobre ela, a pálida dormente.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aue festim de luz imaculada!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O vêu de prata que lhe tece a lua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aranha cuia teia é o luar lindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Recorda fina gaze que flutua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre uma criança alva, toda nua,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em berço d'oiro a dormitar, sorrindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um solitário cão, de quando em quando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Đá um latido prolongado, insonte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Algum lebréu a suspirar, sonhando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre nevadas palhas dormitando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto à cabana, de vigia ao monte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
(p. 59)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.'''CANTARES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Para a sua boca)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tens frescores da manha&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na tua boca pequena..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
São dois bagos de romā&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios, morena!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À vista da tua boca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- Rosa vermelha entreabrindo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu sinto-me abelha louca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Para os teus lábios fugindo ...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São um botão entreaberto&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios sem par,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que as borboletas, por certo,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vão iludidas beijar!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tua boca é notada,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre as das mais raparigas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como a papoila encarnada&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre o oiro das espigas...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É taça cheia de amor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Essa boca graciosa...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda sinto o sabor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dos teus beijos cor de rosa!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
P.70&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In '''''A obra poética de Bernardo de Passos''''', Edição Câmara Municipal de São Brás de Alportel, 1983 &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesEOPoetasAlgarviosLogoWiki.png|1000px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Poetas]][[Category:Teatro]][[Category:Loulé]][[Category:Faro]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Patronos]][[Category:Projeto Magalhães e os Poetas Algarvios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=File:Mural_bernardoPassos.jpg&amp;diff=63161</id>
		<title>File:Mural bernardoPassos.jpg</title>
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				<updated>2025-12-10T13:31:58Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

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		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63160</id>
		<title>Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63160"/>
				<updated>2025-12-10T13:21:24Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesLeituras-Logo-estr.png|800px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo de - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - capa.jpg|271px]]   [[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Bernardo de Passos''' (1876–1930)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
  Poeta e jornalista de São Brás de Alportel, muito ligado ao movimento republicano e à poesia de inspiração social e regional. Formou-se em Direito em Coimbra, onde conviveu com figuras ligadas ao ideal republicano e à Geração de 90. Depois regressou ao Algarve, onde se destacou pela sua poesia social, cívica e profundamente humana.&amp;lt;br /&amp;gt;A sua casa natal, em São Brás de Alportel, é hoje Casa-Museu Bernardo de Passos, centro de preservação da sua memória literária e cívica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O texto que se segue, o '''prefácio  de Joaquim Magalhães''' à &amp;quot;Obra Poética de Bernardo Passos&amp;quot;  apresenta o poeta como um homem tímido, sensível e de vida discreta. A sua obra poética, embora breve, revela um lirismo marcado pela sensibilidade, bondade, ternura e patriotismo sentimental, combina a delicadeza lírica com o amor ao próximo, à natureza e à pátria, tornando-a acessível e ao mesmo tempo rica em sensibilidade, convidando o leitor a descobrir pessoalmente as nuances e riquezas dos seus poemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''PALAVRAS DE INTRODUÇÃO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 1&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas datas assinalam naturalmente a vida de '''Bernardo de Passos'''. Uma vida sem grandes aventuras, que não as teve um homem tímido e sensível como ele foi.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em 1876 — nascimento, a 29 de Outubro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
EM 1930 — morte, em Faro, a 2 de Junho.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A existência do poeta decorre assim, entre estes dois pontos no tempo; e entre estes dois sítios: a sua vila natal e a cidade em que exerceu várias funções.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Filho de jornalista, republicano desde a infância, assim se pode dizer, como também do mesmo modo se pode afirmar que foi poeta, quando descobriu a veia, por volta dos nove anos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Quiseram destiná-lo à vida comercial. Experimentou a de farmacêutico, em S. Brás e em Lisboa, onde aliás fez os respetivos preparatórios. Mas a vida comercial não o seduziu.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Foi solicitador na sua vila natal; e também aqui escrivão do juízo de paz.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Com o advento da República, no começo do mês em que completava 34 anos, foi nomeado administrador do concelho e comissário de polícia de Faro, por inerência de cargo, bem entendido.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Mais tarde conseguiram os amigos convencê-lo a estabilizar-se nas funções de Secretário da Câmara de Faro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nesta cidade deu lições, gratuitamente, claro, no Centro Republicano. Em Faro escreveu em jornais. Em Faro, com outro amador jornalista, António Santos, funda &amp;quot;O Correio do Sul&amp;quot; (1 de Fevereiro de 1920).&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estas, algumas, as mais significativas atividades do homem e do cidadão. Porque a grande aventura de Bernardo de Passos é evidentemente a obra poética. Não muito extensa, em autor tão Auto exigente, como foi. Meia dúzia de títulos, apenas, no total.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;ADEUS&amp;quot; — 1902; &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; — 1907; &amp;quot;PORTU-GAL NA CRUZ&amp;quot; — 1909; &amp;quot;BANDEIRA DA REPÚBLICA&amp;quot; — 1913. E mais: &amp;quot;A ÁRVORE E O NINHO&amp;quot; — 1931; e &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; — 1936, postumamente publicados, mas organizados pelo autor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O volume de poesias dispersas, que fora anunciado será o que corresponderia às tais já referidas composições &amp;quot;muito antigas&amp;quot; e outras que em seus rascunhos aparecem e agora se incluem nesta publicação.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 2&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de '''Bernardo de Passos''' é toda ela de expressão lírica. O que o poeta escreveu é reflexo da sua vida interior, o espelho de uma sensibilidade e de uma consciência. Do seu amor ao Belo, da sua ternura pelo fraco, pelo desvalido, pelo pobre, pelo desamparado.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Deste modo, a bondade, a ternura, a delicadeza, a timidez, o sorriso, são as notas dominantes do seu lirismo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acrescentem-se-lhes as notas de patriotismo sentimental e o inevitável pendor saudosista de todo o português que se preza, seja poeta ou não.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Logo no primeiro livro, &amp;quot;ADEUS&amp;quot;, de 1902, publicado dois anos depois da morte de António Nobre, autor do &amp;quot;Só&amp;quot;, e num tempo em que a pessoa de Junqueiro e a sua poesia marcam, entre nós, o clima de sensibilidade, os temas desenvolvidos, melhor dizendo inspiradores, são, no nosso poeta, além do &amp;quot;Adeus&amp;quot; do título, o desencanto, a dúvida, o &amp;quot;spleen&amp;quot;, a doçura do pranto, as ruínas, o inverno, a dor inútil, o apelo e a presença do sorriso, como palavras mais vezes presentes.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Aliás estas são as que servem de título a vários dos poemas do volume inicial. E revelam insofismavelmente, sem necessidade de aprofundamentos psicológicos difíceis, uma sensibilidade, dominada por uma melancolia saudosista, sem rebuscar formas de expressão.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;O GRÃO DE TRIGO&amp;quot; (Versos à Natureza e à Vida) sugere-nos a ideia de uma como que retificação ou reconciliação com a vida e consequentemente uma espécie de libertação dos domínios da tristeza.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A Natureza e a Vida tomam, neste algarvio típico, a lógica posição de primeiro lugar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 3&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra nota característica, já anteriormente enunciada é a de insatisfação do artista. Melhorar formalmente um poema parece ser uma constante preocupação do artista.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
No &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; está, por exemplo, um poema com o título &amp;quot;A Árvore e o Ninho&amp;quot;. São dezasseis quadras. Ora,.com quarenta e cinco prepara o voluminho saído em 31, póstumo com o mesmo título.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O poema &amp;quot;Sermão da Montanha&amp;quot; (&amp;quot;Grão de Trigo&amp;quot;) vai aparecer em versão corrigida e aumentada e melhorada no volume &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; (1936).&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E outros exemplos se poderiam dar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estes bastam, no entanto, apenas como possível chamar de atenção para uma faceta que nos parece fundamental da obra de Bernardo de Passos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E, mais ou menos comum a todos os artistas, que como este, não desdenham os caminhos da perfeição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O leitor curioso, porém, descobrirá por si as riquezas destes poemas, que, a partir de agora, ficam mais à sua disposição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;A Obra Poética de Bernardo de Passos&amp;quot; p. 7 e 8&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Para saber mais sobre Bernardo de Passos''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Artigo de '''Joaquim Magalhães''' sobre '''Bernardo Passos''' no jornal ''Noticias de S. Braz'':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hemeroteca.ualg.pt/resources/PDF/Noticias_SBraz_1976-10-29_0000.pdf&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alguns poemas do livro ''A Obra poética de Bernardo Passos'': &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. '''SAUDADES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudades de amor, são penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que nascem do coração…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E como as penas das aves,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quantas mais, mais brandas são!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu coração fez um ninho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como o das aves perfeito,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Juntando todas as penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De que ele me encheu o peito…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nesse ninho, a sonhar&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dorme, assim, horas serenas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme um passarinho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o seu ninho de penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. '''REGRESSO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! Ave-marias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Teu crepúsculo de oiro até parece&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que me canta e me embala e me adormece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A florir a amargura dos meus dias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a urze das tuas serranias,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Poeta aqui nasci, sem que o soubesse,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aqui, - visão de estrelas e de prece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vi meu primeiro amor, quando me vias!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! – Anoiteceu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o meu coração como um ninho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Estendes a asa de oiro do teu céu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele dorme e sorri, - o abandonado!-&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme e sorri um passarinho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sob a asa da mãe agasalhado.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P.176&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. '''MEU PAI'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto a chuva cai e o vento grita&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
No silêncio do noite escura e fria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Evoco o tempo em que velhinho o via&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto a lareira que ora aqui trepita.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por esta casa que a Saudade habita,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tão erma como a noite mais sombria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda vitro a trémula harmonia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O eco triste d'essa voz bendita...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sonho tê-lo, como então, ao lado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto do lume antigo, aqui sentado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com o seu ar de santa em doce preces...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E desta solidão já me inebrio...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ai! ver o Lar e achá-lo assim vazio&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De quem sempre tão cheio ele parece!...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P. 41&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. '''MINHA ALDEIA'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Visão Antiga''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E em torno. as fontes vão cantando às mároas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranauila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando auieto no frescor das águas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bate-lhe em cheio a lua opalescente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Numa visão estranha de balada..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue paz augusta, elísia, ridente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Paira sobre ela, a pálida dormente.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aue festim de luz imaculada!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O vêu de prata que lhe tece a lua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aranha cuia teia é o luar lindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Recorda fina gaze que flutua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre uma criança alva, toda nua,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em berço d'oiro a dormitar, sorrindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um solitário cão, de quando em quando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Đá um latido prolongado, insonte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Algum lebréu a suspirar, sonhando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre nevadas palhas dormitando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto à cabana, de vigia ao monte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
(p. 59)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.'''CANTARES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Para a sua boca)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tens frescores da manha&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na tua boca pequena..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
São dois bagos de romā&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios, morena!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À vista da tua boca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- Rosa vermelha entreabrindo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu sinto-me abelha louca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Para os teus lábios fugindo ...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São um botão entreaberto&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios sem par,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que as borboletas, por certo,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vão iludidas beijar!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tua boca é notada,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre as das mais raparigas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como a papoila encarnada&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre o oiro das espigas...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É taça cheia de amor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Essa boca graciosa...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda sinto o sabor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dos teus beijos cor de rosa!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
P.70&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In '''''A obra poética de Bernardo de Passos''''', Edição Câmara Municipal de São Brás de Alportel, 1983 &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesEOPoetasAlgarviosLogoWiki.png|1000px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Poetas]][[Category:Teatro]][[Category:Loulé]][[Category:Faro]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Patronos]][[Category:Projeto Magalhães e os Poetas Algarvios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63159</id>
		<title>Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63159"/>
				<updated>2025-12-10T13:11:50Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesLeituras-Logo-estr.png|800px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo de - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - capa.jpg|271px]]   [[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Bernardo de Passos''' (1876–1930)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
  Poeta e jornalista de São Brás de Alportel, muito ligado ao movimento republicano e à poesia de inspiração social e regional. Formou-se em Direito em Coimbra, onde conviveu com figuras ligadas ao ideal republicano e à Geração de 90. Depois regressou ao Algarve, onde se destacou pela sua poesia social, cívica e profundamente humana.&amp;lt;br /&amp;gt;A sua casa natal, em São Brás de Alportel, é hoje Casa-Museu Bernardo de Passos, centro de preservação da sua memória literária e cívica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O texto que se segue, o prefácio  de '''Joaquim Magalhães''' à &amp;quot;Obra Poética de Bernardo Passos&amp;quot;  apresenta o poeta como um homem tímido, sensível e de vida discreta. A sua obra poética, embora breve, revela um lirismo marcado pela sensibilidade, bondade, ternura e patriotismo sentimental, combina a delicadeza lírica com o amor ao próximo, à natureza e à pátria, tornando-a acessível e ao mesmo tempo rica em sensibilidade, convidando o leitor a descobrir pessoalmente as nuances e riquezas dos seus poemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''PALAVRAS DE INTRODUÇÃO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 1&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas datas assinalam naturalmente a vida de '''Bernardo de Passos'''. Uma vida sem grandes aventuras, que não as teve um homem tímido e sensível como ele foi.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em 1876 — nascimento, a 29 de Outubro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
EM 1930 — morte, em Faro, a 2 de Junho.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A existência do poeta decorre assim, entre estes dois pontos no tempo; e entre estes dois sítios: a sua vila natal e a cidade em que exerceu várias funções.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Filho de jornalista, republicano desde a infância, assim se pode dizer, como também do mesmo modo se pode afirmar que foi poeta, quando descobriu a veia, por volta dos nove anos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Quiseram destiná-lo à vida comercial. Experimentou a de farmacêutico, em S. Brás e em Lisboa, onde aliás fez os respetivos preparatórios. Mas a vida comercial não o seduziu.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Foi solicitador na sua vila natal; e também aqui escrivão do juízo de paz.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Com o advento da República, no começo do mês em que completava 34 anos, foi nomeado administrador do concelho e comissário de polícia de Faro, por inerência de cargo, bem entendido.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Mais tarde conseguiram os amigos convencê-lo a estabilizar-se nas funções de Secretário da Câmara de Faro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nesta cidade deu lições, gratuitamente, claro, no Centro Republicano. Em Faro escreveu em jornais. Em Faro, com outro amador jornalista, António Santos, funda &amp;quot;O Correio do Sul&amp;quot; (1 de Fevereiro de 1920).&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estas, algumas, as mais significativas atividades do homem e do cidadão. Porque a grande aventura de Bernardo de Passos é evidentemente a obra poética. Não muito extensa, em autor tão Auto exigente, como foi. Meia dúzia de títulos, apenas, no total.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;ADEUS&amp;quot; — 1902; &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; — 1907; &amp;quot;PORTU-GAL NA CRUZ&amp;quot; — 1909; &amp;quot;BANDEIRA DA REPÚBLICA&amp;quot; — 1913. E mais: &amp;quot;A ÁRVORE E O NINHO&amp;quot; — 1931; e &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; — 1936, postumamente publicados, mas organizados pelo autor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O volume de poesias dispersas, que fora anunciado será o que corresponderia às tais já referidas composições &amp;quot;muito antigas&amp;quot; e outras que em seus rascunhos aparecem e agora se incluem nesta publicação.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 2&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de '''Bernardo de Passos''' é toda ela de expressão lírica. O que o poeta escreveu é reflexo da sua vida interior, o espelho de uma sensibilidade e de uma consciência. Do seu amor ao Belo, da sua ternura pelo fraco, pelo desvalido, pelo pobre, pelo desamparado.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Deste modo, a bondade, a ternura, a delicadeza, a timidez, o sorriso, são as notas dominantes do seu lirismo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acrescentem-se-lhes as notas de patriotismo sentimental e o inevitável pendor saudosista de todo o português que se preza, seja poeta ou não.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Logo no primeiro livro, &amp;quot;ADEUS&amp;quot;, de 1902, publicado dois anos depois da morte de António Nobre, autor do &amp;quot;Só&amp;quot;, e num tempo em que a pessoa de Junqueiro e a sua poesia marcam, entre nós, o clima de sensibilidade, os temas desenvolvidos, melhor dizendo inspiradores, são, no nosso poeta, além do &amp;quot;Adeus&amp;quot; do título, o desencanto, a dúvida, o &amp;quot;spleen&amp;quot;, a doçura do pranto, as ruínas, o inverno, a dor inútil, o apelo e a presença do sorriso, como palavras mais vezes presentes.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Aliás estas são as que servem de título a vários dos poemas do volume inicial. E revelam insofismavelmente, sem necessidade de aprofundamentos psicológicos difíceis, uma sensibilidade, dominada por uma melancolia saudosista, sem rebuscar formas de expressão.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;O GRÃO DE TRIGO&amp;quot; (Versos à Natureza e à Vida) sugere-nos a ideia de uma como que retificação ou reconciliação com a vida e consequentemente uma espécie de libertação dos domínios da tristeza.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A Natureza e a Vida tomam, neste algarvio típico, a lógica posição de primeiro lugar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 3&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra nota característica, já anteriormente enunciada é a de insatisfação do artista. Melhorar formalmente um poema parece ser uma constante preocupação do artista.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
No &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; está, por exemplo, um poema com o título &amp;quot;A Árvore e o Ninho&amp;quot;. São dezasseis quadras. Ora,.com quarenta e cinco prepara o voluminho saído em 31, póstumo com o mesmo título.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O poema &amp;quot;Sermão da Montanha&amp;quot; (&amp;quot;Grão de Trigo&amp;quot;) vai aparecer em versão corrigida e aumentada e melhorada no volume &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; (1936).&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E outros exemplos se poderiam dar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estes bastam, no entanto, apenas como possível chamar de atenção para uma faceta que nos parece fundamental da obra de Bernardo de Passos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E, mais ou menos comum a todos os artistas, que como este, não desdenham os caminhos da perfeição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O leitor curioso, porém, descobrirá por si as riquezas destes poemas, que, a partir de agora, ficam mais à sua disposição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;A Obra Poética de Bernardo de Passos&amp;quot; p. 7 e 8&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Para saber mais sobre Bernardo de Passos''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Artigo de '''Joaquim Magalhães''' sobre '''Bernardo Passos''' no jornal ''Noticias de S. Braz'':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hemeroteca.ualg.pt/resources/PDF/Noticias_SBraz_1976-10-29_0000.pdf&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alguns poemas do livro ''A Obra poética de Bernardo Passos'': &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. '''SAUDADES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudades de amor, são penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que nascem do coração…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E como as penas das aves,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quantas mais, mais brandas são!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu coração fez um ninho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como o das aves perfeito,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Juntando todas as penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De que ele me encheu o peito…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nesse ninho, a sonhar&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dorme, assim, horas serenas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme um passarinho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o seu ninho de penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. '''REGRESSO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! Ave-marias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Teu crepúsculo de oiro até parece&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que me canta e me embala e me adormece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A florir a amargura dos meus dias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a urze das tuas serranias,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Poeta aqui nasci, sem que o soubesse,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aqui, - visão de estrelas e de prece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vi meu primeiro amor, quando me vias!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! – Anoiteceu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o meu coração como um ninho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Estendes a asa de oiro do teu céu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele dorme e sorri, - o abandonado!-&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme e sorri um passarinho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sob a asa da mãe agasalhado.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P.176&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. '''MEU PAI'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto a chuva cai e o vento grita&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
No silêncio do noite escura e fria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Evoco o tempo em que velhinho o via&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto a lareira que ora aqui trepita.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por esta casa que a Saudade habita,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tão erma como a noite mais sombria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda vitro a trémula harmonia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O eco triste d'essa voz bendita...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sonho tê-lo, como então, ao lado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto do lume antigo, aqui sentado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com o seu ar de santa em doce preces...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E desta solidão já me inebrio...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ai! ver o Lar e achá-lo assim vazio&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De quem sempre tão cheio ele parece!...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P. 41&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. '''MINHA ALDEIA'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Visão Antiga''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E em torno. as fontes vão cantando às mároas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranauila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando auieto no frescor das águas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bate-lhe em cheio a lua opalescente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Numa visão estranha de balada..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue paz augusta, elísia, ridente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Paira sobre ela, a pálida dormente.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aue festim de luz imaculada!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O vêu de prata que lhe tece a lua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aranha cuia teia é o luar lindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Recorda fina gaze que flutua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre uma criança alva, toda nua,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em berço d'oiro a dormitar, sorrindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um solitário cão, de quando em quando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Đá um latido prolongado, insonte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Algum lebréu a suspirar, sonhando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre nevadas palhas dormitando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto à cabana, de vigia ao monte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
(p. 59)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.'''CANTARES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Para a sua boca)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tens frescores da manha&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na tua boca pequena..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
São dois bagos de romā&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios, morena!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À vista da tua boca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- Rosa vermelha entreabrindo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu sinto-me abelha louca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Para os teus lábios fugindo ...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São um botão entreaberto&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios sem par,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que as borboletas, por certo,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vão iludidas beijar!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tua boca é notada,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre as das mais raparigas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como a papoila encarnada&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre o oiro das espigas...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É taça cheia de amor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Essa boca graciosa...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda sinto o sabor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dos teus beijos cor de rosa!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
P.70&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In '''''A obra poética de Bernardo de Passos''''', Edição Câmara Municipal de São Brás de Alportel, 1983 &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
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		<title>Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos</title>
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				<updated>2025-12-10T13:10:30Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesLeituras-Logo-estr.png|800px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo de - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - capa.jpg|271px]]   [[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Bernardo de Passos''' (1876–1930)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
  Poeta e jornalista de São Brás de Alportel, muito ligado ao movimento republicano e à poesia de inspiração social e regional. Formou-se em Direito em Coimbra, onde conviveu com figuras ligadas ao ideal republicano e à Geração de 90. Depois regressou ao Algarve, onde se destacou pela sua poesia social, cívica e profundamente humana.&amp;lt;br /&amp;gt;A sua casa natal, em São Brás de Alportel, é hoje Casa-Museu Bernardo de Passos, centro de preservação da sua memória literária e cívica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O texto que se segue, o prefácio  de '''Joaquim Magalhães''' à &amp;quot;Obra Poética de Bernardo Passos&amp;quot;  apresenta o poeta como um homem tímido, sensível e de vida discreta. A sua obra poética, embora breve, revela um lirismo marcado pela sensibilidade, bondade, ternura e patriotismo sentimental, combina a delicadeza lírica com o amor ao próximo, à natureza e à pátria, tornando-a acessível e ao mesmo tempo rica em sensibilidade, convidando o leitor a descobrir pessoalmente as nuances e riquezas dos seus poemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''PALAVRAS DE INTRODUÇÃO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 1&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas datas assinalam naturalmente a vida de '''Bernardo de Passos'''. Uma vida sem grandes aventuras, que não as teve um homem tímido e sensível como ele foi.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em 1876 — nascimento, a 29 de Outubro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
EM 1930 — morte, em Faro, a 2 de Junho.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A existência do poeta decorre assim, entre estes dois pontos no tempo; e entre estes dois sítios: a sua vila natal e a cidade em que exerceu várias funções.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Filho de jornalista, republicano desde a infância, assim se pode dizer, como também do mesmo modo se pode afirmar que foi poeta, quando descobriu a veia, por volta dos nove anos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Quiseram destiná-lo à vida comercial. Experimentou a de farmacêutico, em S. Brás e em Lisboa, onde aliás fez os respetivos preparatórios. Mas a vida comercial não o seduziu.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Foi solicitador na sua vila natal; e também aqui escrivão do juízo de paz.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Com o advento da República, no começo do mês em que completava 34 anos, foi nomeado administrador do concelho e comissário de polícia de Faro, por inerência de cargo, bem entendido.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Mais tarde conseguiram os amigos convencê-lo a estabilizar-se nas funções de Secretário da Câmara de Faro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nesta cidade deu lições, gratuitamente, claro, no Centro Republicano. Em Faro escreveu em jornais. Em Faro, com outro amador jornalista, António Santos, funda &amp;quot;O Correio do Sul&amp;quot; (1 de Fevereiro de 1920).&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estas, algumas, as mais significativas atividades do homem e do cidadão. Porque a grande aventura de Bernardo de Passos é evidentemente a obra poética. Não muito extensa, em autor tão Auto exigente, como foi. Meia dúzia de títulos, apenas, no total.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;ADEUS&amp;quot; — 1902; &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; — 1907; &amp;quot;PORTU-GAL NA CRUZ&amp;quot; — 1909; &amp;quot;BANDEIRA DA REPÚBLICA&amp;quot; — 1913. E mais: &amp;quot;A ÁRVORE E O NINHO&amp;quot; — 1931; e &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; — 1936, postumamente publicados, mas organizados pelo autor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O volume de poesias dispersas, que fora anunciado será o que corresponderia às tais já referidas composições &amp;quot;muito antigas&amp;quot; e outras que em seus rascunhos aparecem e agora se incluem nesta publicação.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 2&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de '''Bernardo de Passos''' é toda ela de expressão lírica. O que o poeta escreveu é reflexo da sua vida interior, o espelho de uma sensibilidade e de uma consciência. Do seu amor ao Belo, da sua ternura pelo fraco, pelo desvalido, pelo pobre, pelo desamparado.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Deste modo, a bondade, a ternura, a delicadeza, a timidez, o sorriso, são as notas dominantes do seu lirismo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acrescentem-se-lhes as notas de patriotismo sentimental e o inevitável pendor saudosista de todo o português que se preza, seja poeta ou não.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Logo no primeiro livro, &amp;quot;ADEUS&amp;quot;, de 1902, publicado dois anos depois da morte de António Nobre, autor do &amp;quot;Só&amp;quot;, e num tempo em que a pessoa de Junqueiro e a sua poesia marcam, entre nós, o clima de sensibilidade, os temas desenvolvidos, melhor dizendo inspiradores, são, no nosso poeta, além do &amp;quot;Adeus&amp;quot; do título, o desencanto, a dúvida, o &amp;quot;spleen&amp;quot;, a doçura do pranto, as ruínas, o inverno, a dor inútil, o apelo e a presença do sorriso, como palavras mais vezes presentes.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Aliás estas são as que servem de título a vários dos poemas do volume inicial. E revelam insofismavelmente, sem necessidade de aprofundamentos psicológicos difíceis, uma sensibilidade, dominada por uma melancolia saudosista, sem rebuscar formas de expressão.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;O GRÃO DE TRIGO&amp;quot; (Versos à Natureza e à Vida) sugere-nos a ideia de uma como que retificação ou reconciliação com a vida e consequentemente uma espécie de libertação dos domínios da tristeza.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A Natureza e a Vida tomam, neste algarvio típico, a lógica posição de primeiro lugar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 3&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra nota característica, já anteriormente enunciada é a de insatisfação do artista. Melhorar formalmente um poema parece ser uma constante preocupação do artista.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
No &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; está, por exemplo, um poema com o título &amp;quot;A Árvore e o Ninho&amp;quot;. São dezasseis quadras. Ora,.com quarenta e cinco prepara o voluminho saído em 31, póstumo com o mesmo título.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O poema &amp;quot;Sermão da Montanha&amp;quot; (&amp;quot;Grão de Trigo&amp;quot;) vai aparecer em versão corrigida e aumentada e melhorada no volume &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; (1936).&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E outros exemplos se poderiam dar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estes bastam, no entanto, apenas como possível chamar de atenção para uma faceta que nos parece fundamental da obra de Bernardo de Passos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E, mais ou menos comum a todos os artistas, que como este, não desdenham os caminhos da perfeição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O leitor curioso, porém, descobrirá por si as riquezas destes poemas, que, a partir de agora, ficam mais à sua disposição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;A Obra Poética de Bernardo de Passos&amp;quot; p. 7 e 8&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Para saber mais sobre Bernardo de Passos''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Artigo de '''Joaquim Magalhães''' sobre '''Bernardo Passos''' no jornal ''Noticias de S. Braz'':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hemeroteca.ualg.pt/resources/PDF/Noticias_SBraz_1976-10-29_0000.pdf&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alguns poemas do livro ''A Obra poética de Bernardo Passos'': &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. '''SAUDADES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudades de amor, são penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que nascem do coração…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E como as penas das aves,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quantas mais, mais brandas são!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu coração fez um ninho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como o das aves perfeito,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Juntando todas as penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De que ele me encheu o peito…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nesse ninho, a sonhar&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dorme, assim, horas serenas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme um passarinho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o seu ninho de penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. '''REGRESSO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! Ave-marias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Teu crepúsculo de oiro até parece&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que me canta e me embala e me adormece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A florir a amargura dos meus dias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a urze das tuas serranias,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Poeta aqui nasci, sem que o soubesse,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aqui, - visão de estrelas e de prece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vi meu primeiro amor, quando me vias!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! – Anoiteceu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o meu coração como um ninho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Estendes a asa de oiro do teu céu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele dorme e sorri, - o abandonado!-&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme e sorri um passarinho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sob a asa da mãe agasalhado.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P.176&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. '''MEU PAI'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto a chuva cai e o vento grita&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
No silêncio do noite escura e fria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Evoco o tempo em que velhinho o via&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto a lareira que ora aqui trepita.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por esta casa que a Saudade habita,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tão erma como a noite mais sombria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda vitro a trémula harmonia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O eco triste d'essa voz bendita...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sonho tê-lo, como então, ao lado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto do lume antigo, aqui sentado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com o seu ar de santa em doce preces...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E desta solidão já me inebrio...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ai! ver o Lar e achá-lo assim vazio&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De quem sempre tão cheio ele parece!...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P. 41&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. '''MINHA ALDEIA'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Visão Antiga''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E em torno. as fontes vão cantando às mároas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranauila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando auieto no frescor das águas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bate-lhe em cheio a lua opalescente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Numa visão estranha de balada..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue paz augusta, elísia, ridente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Paira sobre ela, a pálida dormente.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aue festim de luz imaculada!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O vêu de prata que lhe tece a lua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aranha cuia teia é o luar lindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Recorda fina gaze que flutua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre uma criança alva, toda nua,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em berço d'oiro a dormitar, sorrindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um solitário cão, de quando em quando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Đá um latido prolongado, insonte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Algum lebréu a suspirar, sonhando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre nevadas palhas dormitando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto à cabana, de vigia ao monte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
(p. 59)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.'''CANTARES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Para a sua boca)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tens frescores da manha&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na tua boca pequena..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
São dois bagos de romā&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios, morena!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À vista da tua boca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
- Rosa vermelha entreabrindo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu sinto-me abelha louca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Para os teus lábios fugindo ...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São um botão entreaberto&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios sem par,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que as borboletas, por certo,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vão iludidas beijar!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tua boca é notada,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre as das mais raparigas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como a papoila encarnada&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre o oiro das espigas...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É taça cheia de amor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Essa boca graciosa...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda sinto o sabor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dos teus beijos cor de rosa!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
P.70&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In '''''A obra poética de Bernardo de Passos''''', Edição Câmara Municipal de São Brás de Alportel, 1983 &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In:http://diversidadesquecidas.blogspot.com/2010/12/bernardo-de-passos-poeta-algarvio.html&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesEOPoetasAlgarviosLogoWiki.png|1000px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Poetas]][[Category:Teatro]][[Category:Loulé]][[Category:Faro]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Patronos]][[Category:Projeto Magalhães e os Poetas Algarvios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63157</id>
		<title>Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63157"/>
				<updated>2025-12-10T13:04:17Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesLeituras-Logo-estr.png|800px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo de - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - capa.jpg|271px]]   [[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Bernardo de Passos''' (1876–1930)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
  Poeta e jornalista de São Brás de Alportel, muito ligado ao movimento republicano e à poesia de inspiração social e regional. Formou-se em Direito em Coimbra, onde conviveu com figuras ligadas ao ideal republicano e à Geração de 90. Depois regressou ao Algarve, onde se destacou pela sua poesia social, cívica e profundamente humana.&amp;lt;br /&amp;gt;A sua casa natal, em São Brás de Alportel, é hoje Casa-Museu Bernardo de Passos, centro de preservação da sua memória literária e cívica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O texto que se segue, o prefácio  de '''Joaquim Magalhães''' à &amp;quot;Obra Poética de Bernardo Passos&amp;quot;  apresenta o poeta como um homem tímido, sensível e de vida discreta. A sua obra poética, embora breve, revela um lirismo marcado pela sensibilidade, bondade, ternura e patriotismo sentimental, combina a delicadeza lírica com o amor ao próximo, à natureza e à pátria, tornando-a acessível e ao mesmo tempo rica em sensibilidade, convidando o leitor a descobrir pessoalmente as nuances e riquezas dos seus poemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''PALAVRAS DE INTRODUÇÃO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 1&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas datas assinalam naturalmente a vida de '''Bernardo de Passos'''. Uma vida sem grandes aventuras, que não as teve um homem tímido e sensível como ele foi.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em 1876 — nascimento, a 29 de Outubro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
EM 1930 — morte, em Faro, a 2 de Junho.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A existência do poeta decorre assim, entre estes dois pontos no tempo; e entre estes dois sítios: a sua vila natal e a cidade em que exerceu várias funções.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Filho de jornalista, republicano desde a infância, assim se pode dizer, como também do mesmo modo se pode afirmar que foi poeta, quando descobriu a veia, por volta dos nove anos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Quiseram destiná-lo à vida comercial. Experimentou a de farmacêutico, em S. Brás e em Lisboa, onde aliás fez os respetivos preparatórios. Mas a vida comercial não o seduziu.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Foi solicitador na sua vila natal; e também aqui escrivão do juízo de paz.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Com o advento da República, no começo do mês em que completava 34 anos, foi nomeado administrador do concelho e comissário de polícia de Faro, por inerência de cargo, bem entendido.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Mais tarde conseguiram os amigos convencê-lo a estabilizar-se nas funções de Secretário da Câmara de Faro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nesta cidade deu lições, gratuitamente, claro, no Centro Republicano. Em Faro escreveu em jornais. Em Faro, com outro amador jornalista, António Santos, funda &amp;quot;O Correio do Sul&amp;quot; (1 de Fevereiro de 1920).&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estas, algumas, as mais significativas atividades do homem e do cidadão. Porque a grande aventura de Bernardo de Passos é evidentemente a obra poética. Não muito extensa, em autor tão Auto exigente, como foi. Meia dúzia de títulos, apenas, no total.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;ADEUS&amp;quot; — 1902; &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; — 1907; &amp;quot;PORTU-GAL NA CRUZ&amp;quot; — 1909; &amp;quot;BANDEIRA DA REPÚBLICA&amp;quot; — 1913. E mais: &amp;quot;A ÁRVORE E O NINHO&amp;quot; — 1931; e &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; — 1936, postumamente publicados, mas organizados pelo autor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O volume de poesias dispersas, que fora anunciado será o que corresponderia às tais já referidas composições &amp;quot;muito antigas&amp;quot; e outras que em seus rascunhos aparecem e agora se incluem nesta publicação.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 2&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de '''Bernardo de Passos''' é toda ela de expressão lírica. O que o poeta escreveu é reflexo da sua vida interior, o espelho de uma sensibilidade e de uma consciência. Do seu amor ao Belo, da sua ternura pelo fraco, pelo desvalido, pelo pobre, pelo desamparado.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Deste modo, a bondade, a ternura, a delicadeza, a timidez, o sorriso, são as notas dominantes do seu lirismo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acrescentem-se-lhes as notas de patriotismo sentimental e o inevitável pendor saudosista de todo o português que se preza, seja poeta ou não.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Logo no primeiro livro, &amp;quot;ADEUS&amp;quot;, de 1902, publicado dois anos depois da morte de António Nobre, autor do &amp;quot;Só&amp;quot;, e num tempo em que a pessoa de Junqueiro e a sua poesia marcam, entre nós, o clima de sensibilidade, os temas desenvolvidos, melhor dizendo inspiradores, são, no nosso poeta, além do &amp;quot;Adeus&amp;quot; do título, o desencanto, a dúvida, o &amp;quot;spleen&amp;quot;, a doçura do pranto, as ruínas, o inverno, a dor inútil, o apelo e a presença do sorriso, como palavras mais vezes presentes.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Aliás estas são as que servem de título a vários dos poemas do volume inicial. E revelam insofismavelmente, sem necessidade de aprofundamentos psicológicos difíceis, uma sensibilidade, dominada por uma melancolia saudosista, sem rebuscar formas de expressão.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;O GRÃO DE TRIGO&amp;quot; (Versos à Natureza e à Vida) sugere-nos a ideia de uma como que retificação ou reconciliação com a vida e consequentemente uma espécie de libertação dos domínios da tristeza.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A Natureza e a Vida tomam, neste algarvio típico, a lógica posição de primeiro lugar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 3&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra nota característica, já anteriormente enunciada é a de insatisfação do artista. Melhorar formalmente um poema parece ser uma constante preocupação do artista.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
No &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; está, por exemplo, um poema com o título &amp;quot;A Árvore e o Ninho&amp;quot;. São dezasseis quadras. Ora,.com quarenta e cinco prepara o voluminho saído em 31, póstumo com o mesmo título.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O poema &amp;quot;Sermão da Montanha&amp;quot; (&amp;quot;Grão de Trigo&amp;quot;) vai aparecer em versão corrigida e aumentada e melhorada no volume &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; (1936).&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E outros exemplos se poderiam dar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estes bastam, no entanto, apenas como possível chamar de atenção para uma faceta que nos parece fundamental da obra de Bernardo de Passos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E, mais ou menos comum a todos os artistas, que como este, não desdenham os caminhos da perfeição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O leitor curioso, porém, descobrirá por si as riquezas destes poemas, que, a partir de agora, ficam mais à sua disposição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;A Obra Poética de Bernardo de Passos&amp;quot; p. 7 e 8&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Para saber mais sobre Bernardo de Passos''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Artigo de '''Joaquim Magalhães''' sobre '''Bernardo Passos''' no jornal ''Noticias de S. Braz'':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hemeroteca.ualg.pt/resources/PDF/Noticias_SBraz_1976-10-29_0000.pdf&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alguns poemas do livro ''A Obra poética de Bernardo Passos'': &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. '''SAUDADES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudades de amor, são penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que nascem do coração…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E como as penas das aves,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quantas mais, mais brandas são!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu coração fez um ninho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como o das aves perfeito,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Juntando todas as penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De que ele me encheu o peito…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nesse ninho, a sonhar&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dorme, assim, horas serenas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme um passarinho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o seu ninho de penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. '''REGRESSO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! Ave-marias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Teu crepúsculo de oiro até parece&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que me canta e me embala e me adormece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A florir a amargura dos meus dias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a urze das tuas serranias,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Poeta aqui nasci, sem que o soubesse,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aqui, - visão de estrelas e de prece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vi meu primeiro amor, quando me vias!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! – Anoiteceu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o meu coração como um ninho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Estendes a asa de oiro do teu céu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele dorme e sorri, - o abandonado!-&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme e sorri um passarinho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sob a asa da mãe agasalhado.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P.176&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. '''MEU PAI'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto a chuva cai e o vento grita&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
No silêncio do noite escura e fria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Evoco o tempo em que velhinho o via&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto a lareira que ora aqui trepita.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por esta casa que a Saudade habita,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tão erma como a noite mais sombria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda vitro a trémula harmonia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O eco triste d'essa voz bendita...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sonho tê-lo, como então, ao lado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto do lume antigo, aqui sentado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com o seu ar de santa em doce preces...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E desta solidão já me inebrio...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ai! ver o Lar e achá-lo assim vazio&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De quem sempre tão cheio ele parece!...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
P. 41&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. '''MINHA ALDEIA'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
''Visão Antiga''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E em torno. as fontes vão cantando às mároas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranauila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando auieto no frescor das águas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bate-lhe em cheio a lua opalescente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Numa visão estranha de balada..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue paz augusta, elísia, ridente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Paira sobre ela, a pálida dormente.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aue festim de luz imaculada!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O vêu de prata que lhe tece a lua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aranha cuia teia é o luar lindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Recorda fina gaze que flutua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre uma criança alva, toda nua,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em berço d'oiro a dormitar, sorrindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um solitário cão, de quando em quando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Đá um latido prolongado, insonte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Algum lebréu a suspirar, sonhando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre nevadas palhas dormitando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto à cabana, de vigia ao monte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(...)&lt;br /&gt;
(p. 59)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5.'''CANTARES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Para a sua boca)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tens frescores da manha&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na tua boca pequena..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
São dois bagos de romā&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios, morena!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À vista da tua boca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Rosa vermelha entreabrindo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu sinto-me abelha louca,&lt;br /&gt;
Para os teus lábios fugindo ...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São um botão entreaberto&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios sem par,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue as borboletas, por certo,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vão iludidas beijar!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tua boca é notada,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre as das mais raparigas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como a papoila encarnada&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre o oiro das espigas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E taça cheia de amor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Essa boca graciosa&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda sinto o sabor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dos teus beijos cor de ro&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheira a morangos e rosas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(«Minha Aldeia», in '''''A obra poética de Bernardo de Passos''''', Edição Câmara Municipal de São Brás de Alportel, 1983, p. 59)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In:http://diversidadesquecidas.blogspot.com/2010/12/bernardo-de-passos-poeta-algarvio.html&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesEOPoetasAlgarviosLogoWiki.png|1000px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Poetas]][[Category:Teatro]][[Category:Loulé]][[Category:Faro]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Patronos]][[Category:Projeto Magalhães e os Poetas Algarvios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63156</id>
		<title>Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63156"/>
				<updated>2025-12-10T12:38:24Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesLeituras-Logo-estr.png|800px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo de - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - capa.jpg|271px]]   [[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Bernardo de Passos''' (1876–1930)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
  Poeta e jornalista de São Brás de Alportel, muito ligado ao movimento republicano e à poesia de inspiração social e regional. Formou-se em Direito em Coimbra, onde conviveu com figuras ligadas ao ideal republicano e à Geração de 90. Depois regressou ao Algarve, onde se destacou pela sua poesia social, cívica e profundamente humana.&amp;lt;br /&amp;gt;A sua casa natal, em São Brás de Alportel, é hoje Casa-Museu Bernardo de Passos, centro de preservação da sua memória literária e cívica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O texto que se segue, o prefácio  de '''Joaquim Magalhães''' à &amp;quot;Obra Poética de Bernardo Passos&amp;quot;  apresenta o poeta como um homem tímido, sensível e de vida discreta. A sua obra poética, embora breve, revela um lirismo marcado pela sensibilidade, bondade, ternura e patriotismo sentimental, combina a delicadeza lírica com o amor ao próximo, à natureza e à pátria, tornando-a acessível e ao mesmo tempo rica em sensibilidade, convidando o leitor a descobrir pessoalmente as nuances e riquezas dos seus poemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''PALAVRAS DE INTRODUÇÃO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 1&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas datas assinalam naturalmente a vida de '''Bernardo de Passos'''. Uma vida sem grandes aventuras, que não as teve um homem tímido e sensível como ele foi.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em 1876 — nascimento, a 29 de Outubro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
EM 1930 — morte, em Faro, a 2 de Junho.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A existência do poeta decorre assim, entre estes dois pontos no tempo; e entre estes dois sítios: a sua vila natal e a cidade em que exerceu várias funções.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Filho de jornalista, republicano desde a infância, assim se pode dizer, como também do mesmo modo se pode afirmar que foi poeta, quando descobriu a veia, por volta dos nove anos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Quiseram destiná-lo à vida comercial. Experimentou a de farmacêutico, em S. Brás e em Lisboa, onde aliás fez os respetivos preparatórios. Mas a vida comercial não o seduziu.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Foi solicitador na sua vila natal; e também aqui escrivão do juízo de paz.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Com o advento da República, no começo do mês em que completava 34 anos, foi nomeado administrador do concelho e comissário de polícia de Faro, por inerência de cargo, bem entendido.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Mais tarde conseguiram os amigos convencê-lo a estabilizar-se nas funções de Secretário da Câmara de Faro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nesta cidade deu lições, gratuitamente, claro, no Centro Republicano. Em Faro escreveu em jornais. Em Faro, com outro amador jornalista, António Santos, funda &amp;quot;O Correio do Sul&amp;quot; (1 de Fevereiro de 1920).&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estas, algumas, as mais significativas atividades do homem e do cidadão. Porque a grande aventura de Bernardo de Passos é evidentemente a obra poética. Não muito extensa, em autor tão Auto exigente, como foi. Meia dúzia de títulos, apenas, no total.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;ADEUS&amp;quot; — 1902; &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; — 1907; &amp;quot;PORTU-GAL NA CRUZ&amp;quot; — 1909; &amp;quot;BANDEIRA DA REPÚBLICA&amp;quot; — 1913. E mais: &amp;quot;A ÁRVORE E O NINHO&amp;quot; — 1931; e &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; — 1936, postumamente publicados, mas organizados pelo autor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O volume de poesias dispersas, que fora anunciado será o que corresponderia às tais já referidas composições &amp;quot;muito antigas&amp;quot; e outras que em seus rascunhos aparecem e agora se incluem nesta publicação.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 2&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de '''Bernardo de Passos''' é toda ela de expressão lírica. O que o poeta escreveu é reflexo da sua vida interior, o espelho de uma sensibilidade e de uma consciência. Do seu amor ao Belo, da sua ternura pelo fraco, pelo desvalido, pelo pobre, pelo desamparado.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Deste modo, a bondade, a ternura, a delicadeza, a timidez, o sorriso, são as notas dominantes do seu lirismo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acrescentem-se-lhes as notas de patriotismo sentimental e o inevitável pendor saudosista de todo o português que se preza, seja poeta ou não.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Logo no primeiro livro, &amp;quot;ADEUS&amp;quot;, de 1902, publicado dois anos depois da morte de António Nobre, autor do &amp;quot;Só&amp;quot;, e num tempo em que a pessoa de Junqueiro e a sua poesia marcam, entre nós, o clima de sensibilidade, os temas desenvolvidos, melhor dizendo inspiradores, são, no nosso poeta, além do &amp;quot;Adeus&amp;quot; do título, o desencanto, a dúvida, o &amp;quot;spleen&amp;quot;, a doçura do pranto, as ruínas, o inverno, a dor inútil, o apelo e a presença do sorriso, como palavras mais vezes presentes.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Aliás estas são as que servem de título a vários dos poemas do volume inicial. E revelam insofismavelmente, sem necessidade de aprofundamentos psicológicos difíceis, uma sensibilidade, dominada por uma melancolia saudosista, sem rebuscar formas de expressão.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;O GRÃO DE TRIGO&amp;quot; (Versos à Natureza e à Vida) sugere-nos a ideia de uma como que retificação ou reconciliação com a vida e consequentemente uma espécie de libertação dos domínios da tristeza.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A Natureza e a Vida tomam, neste algarvio típico, a lógica posição de primeiro lugar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 3&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra nota característica, já anteriormente enunciada é a de insatisfação do artista. Melhorar formalmente um poema parece ser uma constante preocupação do artista.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
No &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; está, por exemplo, um poema com o título &amp;quot;A Árvore e o Ninho&amp;quot;. São dezasseis quadras. Ora,.com quarenta e cinco prepara o voluminho saído em 31, póstumo com o mesmo título.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O poema &amp;quot;Sermão da Montanha&amp;quot; (&amp;quot;Grão de Trigo&amp;quot;) vai aparecer em versão corrigida e aumentada e melhorada no volume &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; (1936).&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E outros exemplos se poderiam dar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estes bastam, no entanto, apenas como possível chamar de atenção para uma faceta que nos parece fundamental da obra de Bernardo de Passos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E, mais ou menos comum a todos os artistas, que como este, não desdenham os caminhos da perfeição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O leitor curioso, porém, descobrirá por si as riquezas destes poemas, que, a partir de agora, ficam mais à sua disposição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Joaquim Magalhães''' &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;A Obra Poética de Bernardo de Passos&amp;quot; p. 7 e 8&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Para saber mais sobre Bernardo de Passos:&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
1. Artigo de Joaquim Magalhães sobre Bernardo Passos no jornal Noticias de S. Braz:&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hemeroteca.ualg.pt/resources/PDF/Noticias_SBraz_1976-10-29_0000.pdf&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Alguns Poemas do livro ''A Obra poética de Bernardo Passos'': &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. '''SAUDADES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudades de amor, são penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que nascem do coração…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E como as penas das aves,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quantas mais, mais brandas são!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu coração fez um ninho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como o das aves perfeito,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Juntando todas as penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De que ele me encheu o peito…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nesse ninho, a sonhar&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dorme, assim, horas serenas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme um passarinho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o seu ninho de penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. '''REGRESSO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! Ave-marias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Teu crepúsculo de oiro até parece&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que me canta e me embala e me adormece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A florir a amargura dos meus dias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a urze das tuas serranias,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Poeta aqui nasci, sem que o soubesse,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aqui, -visão de estrelas e de prece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vi meu primeiro amor, quando me vias!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! –Anoiteceu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o meu coração como um ninho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Estendes a asa de oiro do teu céu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele dorme e sorri, -o abandonado!-&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme e sorri um passarinho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sob a asa da mãe agasalhado.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E, em torno, as fontes vão cantando às mágoas…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranquila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando quieto no frescor das águas…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(«Minha Aldeia», in '''''A obra poética de Bernardo de Passos''''', Edição Câmara Municipal de São Brás de Alportel, 1983, p. 59)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In:http://diversidadesquecidas.blogspot.com/2010/12/bernardo-de-passos-poeta-algarvio.html&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MEUS PAI&lt;br /&gt;
Enquanto a chuva cai e o vento grita&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
No silêncio do noite escura e fria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Evoco o tempo em que velhinho o via&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto a lareira que ora aqui trepita.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por esta casa que a Saudade habita,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tão erma como a noite mais sombria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda vitro a trémula harmonia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O eco triste d'essa voz bendita...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sonho tê-lo, como então, ao lado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto do lume antigo, aqui sentado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com o seu ar de santa em doce preces...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E desta solidão já me inebrio...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ai! ver o Lar e achá-lo assim vazio&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De quem sempre tão cheio ele parece!...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MINHA ALDEIA&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visão Antiga&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E em torno. as fontes vão cantando às mároas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranauila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando auieto no frescor das águas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bate-lhe em cheio a lua opalescente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Numa visão estranha de balada..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue paz augusta, elísia, ridente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Paira sobre ela, a pálida dormente.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aue festim de luz imaculada!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O vêu de prata que lhe tece a lua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aranha cuia teia é o luar lindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Recorda fina gaze que flutua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre uma criança alva, toda nua,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em berço d'oiro a dormitar, sorrindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um solitário cão, de quando em quando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Đá um latido prolongado, insonte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Algum lebrru a suspirar, sonhando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre nevađas palhas dormitando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto à cabana, de vigia ao monte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CANTARES&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Para a sua boca)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tens frescores da manha&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na tua boca pequena..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
São dois bagos de romā&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios, morena!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À vista da tua boca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Rosa vermelha entreabrindo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu sinto-me abelha louca,&lt;br /&gt;
Para os teus lábios fugindo ...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São um botão entreaberto&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios sem par,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue as borboletas, por certo,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vão iludidas beijar!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tua boca é notada,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre as das mais raparigas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como a papoila encarnada&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre o oiro das espigas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E taça cheia de amor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Essa boca graciosa&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda sinto o sabor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dos teus beijos cor de ro&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheira a morangos e rosas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesEOPoetasAlgarviosLogoWiki.png|1000px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Poetas]][[Category:Teatro]][[Category:Loulé]][[Category:Faro]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Patronos]][[Category:Projeto Magalhães e os Poetas Algarvios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63155</id>
		<title>Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63155"/>
				<updated>2025-12-10T12:27:38Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesLeituras-Logo-estr.png|800px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo de - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - capa.jpg|271px]]   [[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Bernardo de Passos''' (1876–1930)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
  Poeta e jornalista de São Brás de Alportel, muito ligado ao movimento republicano e à poesia de inspiração social e regional. Formou-se em Direito em Coimbra, onde conviveu com figuras ligadas ao ideal republicano e à Geração de 90. Depois regressou ao Algarve, onde se destacou pela sua poesia social, cívica e profundamente humana.&amp;lt;br /&amp;gt;A sua casa natal, em São Brás de Alportel, é hoje Casa-Museu Bernardo de Passos, centro de preservação da sua memória literária e cívica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O texto que se segue, o prefácio  de '''Joaquim Magalhães''' à &amp;quot;Obra Poética de Bernardo Passos&amp;quot;  apresenta o poeta como um homem tímido, sensível e de vida discreta. A sua obra poética, embora breve, revela um lirismo marcado pela sensibilidade, bondade, ternura e patriotismo sentimental, combina a delicadeza lírica com o amor ao próximo, à natureza e à pátria, tornando-a acessível e ao mesmo tempo rica em sensibilidade, convidando o leitor a descobrir pessoalmente as nuances e riquezas dos seus poemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''PALAVRAS DE INTRODUÇÃO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 1&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas datas assinalam naturalmente a vida de '''Bernardo de Passos'''. Uma vida sem grandes aventuras, que não as teve um homem tímido e sensível como ele foi.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em 1876 — nascimento, a 29 de Outubro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
EM 1930 — morte, em Faro, a 2 de Junho.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A existência do poeta decorre assim, entre estes dois pontos no tempo; e entre estes dois sítios: a sua vila natal e a cidade em que exerceu várias funções.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Filho de jornalista, republicano desde a infância, assim se pode dizer, como também do mesmo modo se pode afirmar que foi poeta, quando descobriu a veia, por volta dos nove anos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Quiseram destiná-lo à vida comercial. Experimentou a de farmacêutico, em S. Brás e em Lisboa, onde aliás fez os respetivos preparatórios. Mas a vida comercial não o seduziu.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Foi solicitador na sua vila natal; e também aqui escrivão do juízo de paz.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Com o advento da República, no começo do mês em que completava 34 anos, foi nomeado administrador do concelho e comissário de polícia de Faro, por inerência de cargo, bem entendido.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Mais tarde conseguiram os amigos convencê-lo a estabilizar-se nas funções de Secretário da Câmara de Faro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nesta cidade deu lições, gratuitamente, claro, no Centro Republicano. Em Faro escreveu em jornais. Em Faro, com outro amador jornalista, António Santos, funda &amp;quot;O Correio do Sul&amp;quot; (1 de Fevereiro de 1920).&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estas, algumas, as mais significativas atividades do homem e do cidadão. Porque a grande aventura de Bernardo de Passos é evidentemente a obra poética. Não muito extensa, em autor tão Auto exigente, como foi. Meia dúzia de títulos, apenas, no total.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;ADEUS&amp;quot; — 1902; &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; — 1907; &amp;quot;PORTU-GAL NA CRUZ&amp;quot; — 1909; &amp;quot;BANDEIRA DA REPÚBLICA&amp;quot; — 1913. E mais: &amp;quot;A ÁRVORE E O NINHO&amp;quot; — 1931; e &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; — 1936, postumamente publicados, mas organizados pelo autor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O volume de poesias dispersas, que fora anunciado será o que corresponderia às tais já referidas composições &amp;quot;muito antigas&amp;quot; e outras que em seus rascunhos aparecem e agora se incluem nesta publicação.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 2&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de '''Bernardo de Passos''' é toda ela de expressão lírica. O que o poeta escreveu é reflexo da sua vida interior, o espelho de uma sensibilidade e de uma consciência. Do seu amor ao Belo, da sua ternura pelo fraco, pelo desvalido, pelo pobre, pelo desamparado.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Deste modo, a bondade, a ternura, a delicadeza, a timidez, o sorriso, são as notas dominantes do seu lirismo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acrescentem-se-lhes as notas de patriotismo sentimental e o inevitável pendor saudosista de todo o português que se preza, seja poeta ou não.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Logo no primeiro livro, &amp;quot;ADEUS&amp;quot;, de 1902, publicado dois anos depois da morte de António Nobre, autor do &amp;quot;Só&amp;quot;, e num tempo em que a pessoa de Junqueiro e a sua poesia marcam, entre nós, o clima de sensibilidade, os temas desenvolvidos, melhor dizendo inspiradores, são, no nosso poeta, além do &amp;quot;Adeus&amp;quot; do título, o desencanto, a dúvida, o &amp;quot;spleen&amp;quot;, a doçura do pranto, as ruínas, o inverno, a dor inútil, o apelo e a presença do sorriso, como palavras mais vezes presentes.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Aliás estas são as que servem de título a vários dos poemas do volume inicial. E revelam insofismavelmente, sem necessidade de aprofundamentos psicológicos difíceis, uma sensibilidade, dominada por uma melancolia saudosista, sem rebuscar formas de expressão.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;O GRÃO DE TRIGO&amp;quot; (Versos à Natureza e à Vida) sugere-nos a ideia de uma como que retificação ou reconciliação com a vida e consequentemente uma espécie de libertação dos domínios da tristeza.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A Natureza e a Vida tomam, neste algarvio típico, a lógica posição de primeiro lugar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 3&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra nota característica, já anteriormente enunciada é a de insatisfação do artista. Melhorar formalmente um poema parece ser uma constante preocupação do artista.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
No &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; está, por exemplo, um poema com o título &amp;quot;A Árvore e o Ninho&amp;quot;. São dezasseis quadras. Ora,.com quarenta e cinco prepara o voluminho saído em 31, póstumo com o mesmo título.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O poema &amp;quot;Sermão da Montanha&amp;quot; (&amp;quot;Grão de Trigo&amp;quot;) vai aparecer em versão corrigida e aumentada e melhorada no volume &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; (1936).&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E outros exemplos se poderiam dar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estes bastam, no entanto, apenas como possível chamar de atenção para uma faceta que nos parece fundamental da obra de Bernardo de Passos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E, mais ou menos comum a todos os artistas, que como este, não desdenham os caminhos da perfeição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O leitor curioso, porém, descobrirá por si as riquezas destes poemas, que, a partir de agora, ficam mais à sua disposição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Joaquim Magalhães''' &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;A Obra Poética de Bernardo de Passos&amp;quot; p. 7 e 8&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Artigo de Joaquim Magalhaes sobre Bernardo Passos nojornal Noticias de S.braz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hemeroteca.ualg.pt/resources/PDF/Noticias_SBraz_1976-10-29_0000.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Poemas'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''SAUDADES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudades de amor, são penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que nascem do coração…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E como as penas das aves,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quantas mais, mais brandas são!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu coração fez um ninho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como o das aves perfeito,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Juntando todas as penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De que ele me encheu o peito…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nesse ninho, a sonhar&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dorme, assim, horas serenas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme um passarinho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o seu ninho de penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''REGRESSO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! Avé-Marias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Teu crepúsculo de oiro até parece&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que me canta e me embala e me adormece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A florir a amargura dos meus dias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a urze das tuas serranias,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Poeta aqui nasci, sem que o soubesse,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aqui, -visão de estrelas e de prece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vi meu primeiro amor, quando me vias!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! –Anoiteceu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o meu coração como um ninho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Estendes a asa de oiro do teu céu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele dorme e sorri, -o abandonado!-&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme e sorri um passarinho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sob a asa da mãe agasalhado.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
In:http://diversidadesquecidas.blogspot.com/2010/12/bernardo-de-passos-poeta-algarvio.html&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E, em torno, as fontes vão cantando às mágoas…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranquila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando quieto no frescor das águas…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(«Minha Aldeia», in '''''A obra poética de Bernardo de Passos''''', Edição Câmara Municipal de São Brás de Alportel, 1983, p. 59)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MEUS PAI&lt;br /&gt;
Enquanto a chuva cai e o vento grita&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
No silêncio do noite escura e fria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Evoco o tempo em que velhinho o via&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto a lareira que ora aqui trepita.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por esta casa que a Saudade habita,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tão erma como a noite mais sombria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda vitro a trémula harmonia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O eco triste d'essa voz bendita...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sonho tê-lo, como então, ao lado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto do lume antigo, aqui sentado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com o seu ar de santa em doce preces...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E desta solidão já me inebrio...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ai! ver o Lar e achá-lo assim vazio&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De quem sempre tão cheio ele parece!...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MINHA ALDEIA&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visão Antiga&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E em torno. as fontes vão cantando às mároas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranauila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando auieto no frescor das águas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bate-lhe em cheio a lua opalescente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Numa visão estranha de balada..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue paz augusta, elísia, ridente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Paira sobre ela, a pálida dormente.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aue festim de luz imaculada!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O vêu de prata que lhe tece a lua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aranha cuia teia é o luar lindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Recorda fina gaze que flutua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre uma criança alva, toda nua,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em berço d'oiro a dormitar, sorrindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um solitário cão, de quando em quando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Đá um latido prolongado, insonte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Algum lebrru a suspirar, sonhando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre nevađas palhas dormitando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto à cabana, de vigia ao monte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CANTARES&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Para a sua boca)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tens frescores da manha&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na tua boca pequena..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
São dois bagos de romā&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios, morena!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À vista da tua boca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Rosa vermelha entreabrindo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu sinto-me abelha louca,&lt;br /&gt;
Para os teus lábios fugindo ...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São um botão entreaberto&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios sem par,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue as borboletas, por certo,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vão iludidas beijar!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tua boca é notada,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre as das mais raparigas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como a papoila encarnada&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre o oiro das espigas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E taça cheia de amor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Essa boca graciosa&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda sinto o sabor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dos teus beijos cor de ro&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheira a morangos e rosas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesEOPoetasAlgarviosLogoWiki.png|1000px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Poetas]][[Category:Teatro]][[Category:Loulé]][[Category:Faro]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Patronos]][[Category:Projeto Magalhães e os Poetas Algarvios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63154</id>
		<title>Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63154"/>
				<updated>2025-12-09T14:01:11Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesLeituras-Logo-estr.png|800px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo de - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - capa.jpg|271px]]   [[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Bernardo de Passos''' (1876–1930)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
  Poeta e jornalista de São Brás de Alportel, muito ligado ao movimento republicano e à poesia de inspiração social e regional. Formou-se em Direito em Coimbra, onde conviveu com figuras ligadas ao ideal republicano e à Geração de 90. Depois regressou ao Algarve, onde se destacou pela sua poesia social, cívica e profundamente humana.&amp;lt;br /&amp;gt;A sua casa natal, em São Brás de Alportel, é hoje Casa-Museu Bernardo de Passos, centro de preservação da sua memória literária e cívica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O texto que se segue, o prefácio  de '''Joaquim Magalhães''' à &amp;quot;Obra Poética de Bernardo Passos&amp;quot;  apresenta o poeta como um homem tímido, sensível e de vida discreta. A sua obra poética, embora breve, revela um lirismo marcado pela sensibilidade, bondade, ternura e patriotismo sentimental, combina a delicadeza lírica com o amor ao próximo, à natureza e à pátria, tornando-a acessível e ao mesmo tempo rica em sensibilidade, convidando o leitor a descobrir pessoalmente as nuances e riquezas dos seus poemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''PALAVRAS DE INTRODUÇÃO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 1&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas datas assinalam naturalmente a vida de '''Bernardo de Passos'''. Uma vida sem grandes aventuras, que não as teve um homem tímido e sensível como ele foi.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em 1876 — nascimento, a 29 de Outubro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
EM 1930 — morte, em Faro, a 2 de Junho.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A existência do poeta decorre assim, entre estes dois pontos no tempo; e entre estes dois sítios: a sua vila natal e a cidade em que exerceu várias funções.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Filho de jornalista, republicano desde a infância, assim se pode dizer, como também do mesmo modo se pode afirmar que foi poeta, quando descobriu a veia, por volta dos nove anos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Quiseram destiná-lo à vida comercial. Experimentou a de farmacêutico, em S. Brás e em Lisboa, onde aliás fez os respetivos preparatórios. Mas a vida comercial não o seduziu.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Foi solicitador na sua vila natal; e também aqui escrivão do juízo de paz.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Com o advento da República, no começo do mês em que completava 34 anos, foi nomeado administrador do concelho e comissário de polícia de Faro, por inerência de cargo, bem entendido.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Mais tarde conseguiram os amigos convencê-lo a estabilizar-se nas funções de Secretário da Câmara de Faro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nesta cidade deu lições, gratuitamente, claro, no Centro Republicano. Em Faro escreveu em jornais. Em Faro, com outro amador jornalista, António Santos, funda &amp;quot;O Correio do Sul&amp;quot; (1 de Fevereiro de 1920).&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estas, algumas, as mais significativas atividades do homem e do cidadão. Porque a grande aventura de Bernardo de Passos é evidentemente a obra poética. Não muito extensa, em autor tão Auto exigente, como foi. Meia dúzia de títulos, apenas, no total.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;ADEUS&amp;quot; — 1902; &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; — 1907; &amp;quot;PORTU-GAL NA CRUZ&amp;quot; — 1909; &amp;quot;BANDEIRA DA REPÚBLICA&amp;quot; — 1913. E mais: &amp;quot;A ÁRVORE E O NINHO&amp;quot; — 1931; e &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; — 1936, postumamente publicados, mas organizados pelo autor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O volume de poesias dispersas, que fora anunciado será o que corresponderia às tais já referidas composições &amp;quot;muito antigas&amp;quot; e outras que em seus rascunhos aparecem e agora se incluem nesta publicação.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 2&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de '''Bernardo de Passos''' é toda ela de expressão lírica. O que o poeta escreveu é reflexo da sua vida interior, o espelho de uma sensibilidade e de uma consciência. Do seu amor ao Belo, da sua ternura pelo fraco, pelo desvalido, pelo pobre, pelo desamparado.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Deste modo, a bondade, a ternura, a delicadeza, a timidez, o sorriso, são as notas dominantes do seu lirismo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acrescentem-se-lhes as notas de patriotismo sentimental e o inevitável pendor saudosista de todo o português que se preza, seja poeta ou não.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Logo no primeiro livro, &amp;quot;ADEUS&amp;quot;, de 1902, publicado dois anos depois da morte de António Nobre, autor do &amp;quot;Só&amp;quot;, e num tempo em que a pessoa de Junqueiro e a sua poesia marcam, entre nós, o clima de sensibilidade, os temas desenvolvidos, melhor dizendo inspiradores, são, no nosso poeta, além do &amp;quot;Adeus&amp;quot; do título, o desencanto, a dúvida, o &amp;quot;spleen&amp;quot;, a doçura do pranto, as ruínas, o inverno, a dor inútil, o apelo e a presença do sorriso, como palavras mais vezes presentes.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Aliás estas são as que servem de título a vários dos poemas do volume inicial. E revelam insofismavelmente, sem necessidade de aprofundamentos psicológicos difíceis, uma sensibilidade, dominada por uma melancolia saudosista, sem rebuscar formas de expressão.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;O GRÃO DE TRIGO&amp;quot; (Versos à Natureza e à Vida) sugere-nos a ideia de uma como que retificação ou reconciliação com a vida e consequentemente uma espécie de libertação dos domínios da tristeza.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A Natureza e a Vida tomam, neste algarvio típico, a lógica posição de primeiro lugar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 3&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra nota característica, já anteriormente enunciada é a de insatisfação do artista. Melhorar formalmente um poema parece ser uma constante preocupação do artista.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
No &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; está, por exemplo, um poema com o título &amp;quot;A Árvore e o Ninho&amp;quot;. São dezasseis quadras. Ora,.com quarenta e cinco prepara o voluminho saído em 31, póstumo com o mesmo título.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O poema &amp;quot;Sermão da Montanha&amp;quot; (&amp;quot;Grão de Trigo&amp;quot;) vai aparecer em versão corrigida e aumentada e melhorada no volume &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; (1936).&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E outros exemplos se poderiam dar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estes bastam, no entanto, apenas como possível chamar de atenção para uma faceta que nos parece fundamental da obra de Bernardo de Passos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E, mais ou menos comum a todos os artistas, que como este, não desdenham os caminhos da perfeição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O leitor curioso, porém, descobrirá por si as riquezas destes poemas, que, a partir de agora, ficam mais à sua disposição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Joaquim Magalhães''' &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;A Obra Poética de Bernardo de Passos&amp;quot; p. 7 e 8&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Artigo de Joaquim Magalhaes sobre Bernardo Passos nojornal Noticias de S.braz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hemeroteca.ualg.pt/resources/PDF/Noticias_SBraz_1976-10-29_0000.pdf&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Poemas'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''SAUDADES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudades de amor, são penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que nascem do coração…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E como as penas das aves,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quantas mais, mais brandas são!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu coração fez um ninho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como o das aves perfeito,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Juntando todas as penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De que ele me encheu o peito…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nesse ninho, a sonhar&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dorme, assim, horas serenas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme um passarinho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o seu ninho de penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''REGRESSO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! Avé-Marias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Teu crepúsculo de oiro até parece&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que me canta e me embala e me adormece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A florir a amargura dos meus dias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a urze das tuas serranias,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Poeta aqui nasci, sem que o soubesse,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aqui, -visão de estrelas e de prece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vi meu primeiro amor, quando me vias!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! –Anoiteceu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o meu coração como um ninho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Estendes a asa de oiro do teu céu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele dorme e sorri, -o abandonado!-&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme e sorri um passarinho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sob a asa da mãe agasalhado.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
In:http://diversidadesquecidas.blogspot.com/2010/12/bernardo-de-passos-poeta-algarvio.html&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E, em torno, as fontes vão cantando às mágoas…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranquila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando quieto no frescor das águas…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(«Minha Aldeia», in '''''A obra poética de Bernardo de Passos''''', Edição Câmara Municipal de São Brás de Alportel, 1983, p. 59)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MEUS PAI&lt;br /&gt;
Enquanto a chuva cai e o vento grita&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
No silêncio do noite escura e fria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Evoco o tempo em que velhinho o via&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto a lareira que ora aqui trepita.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por esta casa que a Saudade habita,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Tão erma como a noite mais sombria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda vitro a trémula harmonia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
O eco triste d'essa voz bendita...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E sonho tê-lo, como então, ao lado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto do lume antigo, aqui sentado,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Com o seu ar de santa em doce preces...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E desta solidão já me inebrio...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ai! ver o Lar e achá-lo assim vazio&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De quem sempre tão cheio ele parece!...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MINHA ALDEIA&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Visão Antiga&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E em torno. as fontes vão cantando às mároas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranauila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando auieto no frescor das águas.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bate-lhe em cheio a lua opalescente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Numa visão estranha de balada..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue paz augusta, elísia, ridente,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Paira sobre ela, a pálida dormente.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aue festim de luz imaculada!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O vêu de prata que lhe tece a lua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Aranha cuia teia é o luar lindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Recorda fina gaze que flutua&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre uma criança alva, toda nua,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em berço d'oiro a dormitar, sorrindo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um solitário cão, de quando em quando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Đá um latido prolongado, insonte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Algum lebrru a suspirar, sonhando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre nevađas palhas dormitando,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Junto à cabana, de vigia ao monte.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CANTARES&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Para a sua boca)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tens frescores da manha&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na tua boca pequena..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
São dois bagos de romā&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios, morena!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
À vista da tua boca,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Rosa vermelha entreabrindo&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Eu sinto-me abelha louca,&lt;br /&gt;
Para os teus lábios fugindo ...&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São um botão entreaberto&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Esses teus lábios sem par,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Oue as borboletas, por certo,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vão iludidas beijar!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tua boca é notada,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre as das mais raparigas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como a papoila encarnada&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Entre o oiro das espigas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E taça cheia de amor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Essa boca graciosa&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Ainda sinto o sabor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dos teus beijos cor de ro&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cheira a morangos e rosas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesEOPoetasAlgarviosLogoWiki.png|1000px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Poetas]][[Category:Teatro]][[Category:Loulé]][[Category:Faro]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Patronos]][[Category:Projeto Magalhães e os Poetas Algarvios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63153</id>
		<title>Passos, Bernardo - A Obra Poética de Bernardo de Passos</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Passos,_Bernardo_-_A_Obra_Po%C3%A9tica_de_Bernardo_de_Passos&amp;diff=63153"/>
				<updated>2025-12-09T12:57:44Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesLeituras-Logo-estr.png|800px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo de - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - capa.jpg|271px]]   [[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Bernardo de Passos''' (1876–1930)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
  Poeta e jornalista de São Brás de Alportel, muito ligado ao movimento republicano e à poesia de inspiração social e regional. Formou-se em Direito em Coimbra, onde conviveu com figuras ligadas ao ideal republicano e à Geração de 90. Depois regressou ao Algarve, onde se destacou pela sua poesia social, cívica e profundamente humana.&amp;lt;br /&amp;gt;A sua casa natal, em São Brás de Alportel, é hoje Casa-Museu Bernardo de Passos, centro de preservação da sua memória literária e cívica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O texto que se segue, o prefácio  de '''Joaquim Magalhães''' à &amp;quot;Obra Poética de Bernardo Passos&amp;quot;  apresenta o poeta como um homem tímido, sensível e de vida discreta. A sua obra poética, embora breve, revela um lirismo marcado pela sensibilidade, bondade, ternura e patriotismo sentimental, combina a delicadeza lírica com o amor ao próximo, à natureza e à pátria, tornando-a acessível e ao mesmo tempo rica em sensibilidade, convidando o leitor a descobrir pessoalmente as nuances e riquezas dos seus poemas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''PALAVRAS DE INTRODUÇÃO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 1&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas datas assinalam naturalmente a vida de '''Bernardo de Passos'''. Uma vida sem grandes aventuras, que não as teve um homem tímido e sensível como ele foi.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em 1876 — nascimento, a 29 de Outubro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
EM 1930 — morte, em Faro, a 2 de Junho.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A existência do poeta decorre assim, entre estes dois pontos no tempo; e entre estes dois sítios: a sua vila natal e a cidade em que exerceu várias funções.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Filho de jornalista, republicano desde a infância, assim se pode dizer, como também do mesmo modo se pode afirmar que foi poeta, quando descobriu a veia, por volta dos nove anos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Quiseram destiná-lo à vida comercial. Experimentou a de farmacêutico, em S. Brás e em Lisboa, onde aliás fez os respetivos preparatórios. Mas a vida comercial não o seduziu.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Foi solicitador na sua vila natal; e também aqui escrivão do juízo de paz.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Com o advento da República, no começo do mês em que completava 34 anos, foi nomeado administrador do concelho e comissário de polícia de Faro, por inerência de cargo, bem entendido.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Mais tarde conseguiram os amigos convencê-lo a estabilizar-se nas funções de Secretário da Câmara de Faro.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Nesta cidade deu lições, gratuitamente, claro, no Centro Republicano. Em Faro escreveu em jornais. Em Faro, com outro amador jornalista, António Santos, funda &amp;quot;O Correio do Sul&amp;quot; (1 de Fevereiro de 1920).&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estas, algumas, as mais significativas atividades do homem e do cidadão. Porque a grande aventura de Bernardo de Passos é evidentemente a obra poética. Não muito extensa, em autor tão Auto exigente, como foi. Meia dúzia de títulos, apenas, no total.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;quot;ADEUS&amp;quot; — 1902; &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; — 1907; &amp;quot;PORTU-GAL NA CRUZ&amp;quot; — 1909; &amp;quot;BANDEIRA DA REPÚBLICA&amp;quot; — 1913. E mais: &amp;quot;A ÁRVORE E O NINHO&amp;quot; — 1931; e &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; — 1936, postumamente publicados, mas organizados pelo autor.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O volume de poesias dispersas, que fora anunciado será o que corresponderia às tais já referidas composições &amp;quot;muito antigas&amp;quot; e outras que em seus rascunhos aparecem e agora se incluem nesta publicação.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 2&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A obra de '''Bernardo de Passos''' é toda ela de expressão lírica. O que o poeta escreveu é reflexo da sua vida interior, o espelho de uma sensibilidade e de uma consciência. Do seu amor ao Belo, da sua ternura pelo fraco, pelo desvalido, pelo pobre, pelo desamparado.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Deste modo, a bondade, a ternura, a delicadeza, a timidez, o sorriso, são as notas dominantes do seu lirismo.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Acrescentem-se-lhes as notas de patriotismo sentimental e o inevitável pendor saudosista de todo o português que se preza, seja poeta ou não.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Logo no primeiro livro, &amp;quot;ADEUS&amp;quot;, de 1902, publicado dois anos depois da morte de António Nobre, autor do &amp;quot;Só&amp;quot;, e num tempo em que a pessoa de Junqueiro e a sua poesia marcam, entre nós, o clima de sensibilidade, os temas desenvolvidos, melhor dizendo inspiradores, são, no nosso poeta, além do &amp;quot;Adeus&amp;quot; do título, o desencanto, a dúvida, o &amp;quot;spleen&amp;quot;, a doçura do pranto, as ruínas, o inverno, a dor inútil, o apelo e a presença do sorriso, como palavras mais vezes presentes.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Aliás estas são as que servem de título a vários dos poemas do volume inicial. E revelam insofismavelmente, sem necessidade de aprofundamentos psicológicos difíceis, uma sensibilidade, dominada por uma melancolia saudosista, sem rebuscar formas de expressão.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;quot;O GRÃO DE TRIGO&amp;quot; (Versos à Natureza e à Vida) sugere-nos a ideia de uma como que retificação ou reconciliação com a vida e consequentemente uma espécie de libertação dos domínios da tristeza.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
A Natureza e a Vida tomam, neste algarvio típico, a lógica posição de primeiro lugar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Excerto 3&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra nota característica, já anteriormente enunciada é a de insatisfação do artista. Melhorar formalmente um poema parece ser uma constante preocupação do artista.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
No &amp;quot;GRÃO DE TRIGO&amp;quot; está, por exemplo, um poema com o título &amp;quot;A Árvore e o Ninho&amp;quot;. São dezasseis quadras. Ora,.com quarenta e cinco prepara o voluminho saído em 31, póstumo com o mesmo título.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O poema &amp;quot;Sermão da Montanha&amp;quot; (&amp;quot;Grão de Trigo&amp;quot;) vai aparecer em versão corrigida e aumentada e melhorada no volume &amp;quot;REFÚGIO&amp;quot; (1936).&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E outros exemplos se poderiam dar.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
Estes bastam, no entanto, apenas como possível chamar de atenção para uma faceta que nos parece fundamental da obra de Bernardo de Passos.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
E, mais ou menos comum a todos os artistas, que como este, não desdenham os caminhos da perfeição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
O leitor curioso, porém, descobrirá por si as riquezas destes poemas, que, a partir de agora, ficam mais à sua disposição.&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
'''Joaquim Magalhães''' &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;A Obra Poética de Bernardo de Passos&amp;quot; p. 7 e 8&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Artigo de Joaquim Magalhaes sobre Bernardo Passos nojornal Noticias de S.braz&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
https://hemeroteca.ualg.pt/resources/PDF/Noticias_SBraz_1976-10-29_0000.pdf&lt;br /&gt;
[[File:Passos, Bernardo - AObraPoeticaDeBernardoDePassos - Prefácio de Joaquim Magalhães - prefácio.jpg|507px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*'''Poemas'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''SAUDADES'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saudades de amor, são penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que nascem do coração…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E como as penas das aves,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Quantas mais, mais brandas são!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu coração fez um ninho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como o das aves perfeito,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Juntando todas as penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De que ele me encheu o peito…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E nesse ninho, a sonhar&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Dorme, assim, horas serenas,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme um passarinho&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o seu ninho de penas&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''REGRESSO'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! Avé-Marias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Teu crepúsculo de oiro até parece&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que me canta e me embala e me adormece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A florir a amargura dos meus dias…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a urze das tuas serranias,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Poeta aqui nasci, sem que o soubesse,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E aqui, -visão de estrelas e de prece,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Vi meu primeiro amor, quando me vias!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha aldeia, voltei! –Anoiteceu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sobre o meu coração como um ninho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Estendes a asa de oiro do teu céu…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E ele dorme e sorri, -o abandonado!-&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Como dorme e sorri um passarinho,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sob a asa da mãe agasalhado.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
In:http://diversidadesquecidas.blogspot.com/2010/12/bernardo-de-passos-poeta-algarvio.html&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dormita a aldeia ao longo da verdura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E, em torno, as fontes vão cantando às mágoas…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Assim tranquila, caiadinha e pura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parece um cisne de brilhante alvura,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sonhando quieto no frescor das águas…&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
(«Minha Aldeia», in '''''A obra poética de Bernardo de Passos''''', Edição Câmara Municipal de São Brás de Alportel, 1983, p. 59)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesEOPoetasAlgarviosLogoWiki.png|1000px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Poetas]][[Category:Teatro]][[Category:Loulé]][[Category:Faro]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Patronos]][[Category:Projeto Magalhães e os Poetas Algarvios]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Gonçalves, Alexandra R. - A cidade velha pela mão de Joaquim Magalhães</title>
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:AnaisDeFaroCapa2018-ArtigoDeAlexandraRGonçalves-ACidadeVelhaPelaMaoDeJoaquimMagalhaes-capa-e-foto-p.jpg]] &lt;br /&gt;
[[Gonçalves, Alexandra R. - A cidade velha pela mão de Joaquim Magalhães]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:AnaisDeFaroCapa2018-ArtigoDeAlexandraRGonçalves-ACidadeVelhaPelaMaoDeJoaquimMagalhaes-capa-e-foto-p.jpg|300px]] &lt;br /&gt;
[[Gonçalves, Alexandra R. - A cidade velha pela mão de Joaquim Magalhães|300px]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:AnaisDeFaroCapa2018-ArtigoDeAlexandraRGonçalves-ACidadeVelhaPelaMaoDeJoaquimMagalhaes-capa-e-foto-p.jpg|300pxleft]] &lt;br /&gt;
[[Gonçalves, Alexandra R. - A cidade velha pela mão de Joaquim Magalhães | Faro, 2018 - In: Anais do Município de Faro, 2018. Vol. 40, p. 371-376.|300px]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:AnaisDeFaroCapa2018-ArtigoDeAlexandraRGonçalves-ACidadeVelhaPelaMaoDeJoaquimMagalhaes-capa-e-foto-p.jpg|150pxleft]] &lt;br /&gt;
[[Gonçalves, Alexandra R. - A cidade velha pela mão de Joaquim Magalhães | Faro, 2018 - In: Anais do Município de Faro, 2018. Vol. 40, p. 371-376.|150px]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:AnaisDeFaroCapa2018-ArtigoDeAlexandraRGonçalves-ACidadeVelhaPelaMaoDeJoaquimMagalhaes-capa-e-foto-p.jpg|left]] &lt;br /&gt;
[[Gonçalves, Alexandra R. - A cidade velha pela mão de Joaquim Magalhães | Faro, 2018 - In: Anais do Município de Faro, 2018. Vol. 40, p. 371-376.]]&lt;/div&gt;</summary>
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:AnaisDeFaroCapa2018-ArtigoDeAlexandraRGonçalves-ACidadeVelhaPelaMaoDeJoaquimMagalhaes-capa-e-foto-p.jp]]&lt;/div&gt;</summary>
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		<title>Magalhães, Joaquim - Mais uma fala acerca de João de Deus</title>
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Título: '''Mais uma fala acerca de João de Deus'''&amp;lt;br /&amp;gt;Autor: Joaquim Peixoto Magalhães&amp;lt;br /&amp;gt;Natureza / Tipo: Conferência / separata — alocução pronunciada por ocasião da inauguração de uma exposição comemorativa (bodas de diamante da Biblioteca Municipal de Faro) sobre João de Deus, e publicada nos “Anais do Município de Faro”, volume VIII, 1979.&amp;lt;br /&amp;gt;Local / Editora / Data de publicação: Faro; Ano: 1979; foi publicada como separata dos “Anais do Município de Faro, n.º VIII”.&amp;lt;br /&amp;gt;Contexto: A conferência visava homenagear João de Deus e foi proferida na inauguração da Exposição Comemorativa das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Conferência na inauguração da Exposição Comemorativa das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro, 7 de maio de 1977, publicada no VIII volume dos &amp;quot;Anais do Município&amp;quot;, 1979 &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mais uma fala acerca de JOÃO DE DEUS'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;Senhor Governador Civil&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Senhor Presidente da Câmara Municipal&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Minhas senhoras, meus senhores&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sempre que se fala ou escreve de João de Deus, a imagem, que imediatamente ocorre e vemos, no écran ou pantalha interior da nossa Cinemateca intelectual, é a do Poeta. O Poeta do Amor, o autor do &amp;lt;Campo de Flores, que começaram por ser &amp;lt;Flores do Campo&amp;gt;. O Poeta inspirou a outro, Afonso Lopes Vieira, essa obra-prima de antologia que é &amp;lt;0 Livro de Amor de João de Deus, título, como todos sabem, do florilégio lírico extraído do &amp;lt;Campo de Flores&amp;gt;), no alambique requintado da sensibilidade do antologiador. Mas, se continuamos a evocar João de Deus, logo os transistores da nossa mecânica cerebral põem em atividade o computador da nossa memoria de pessoas cultas e ocorre-nos a imagem, e a pessoa, e a ação do autor da &amp;lt;Cartilha Maternal, essa Arte de Leitura&amp;gt; que deu brado, e foi notícia, e foi polémica, nos anos 70 e tal, oitenta, do século passado, isto é, há precisamente cem anos.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Convenhamos em que, apesar de tudo, estas duas sequências da nossa evocação, não nos chegam para entender o facto de ter sido e ser João de Deus o mais consagrado dos poetas ou escritores portugueses pelos seus próprios contemporâneos. Com efeito, nenhum outro logrou a coroa de louros, em vida, que foi atribuída a João de Deus. Podemos percorrer a galeria, longa e variada, do nosso passado cultural, e não encontramos nenhum escritor, poeta ou prosador, que tivesse tido, em vida, a consagração que João de Deus mereceu. Lembremos alguns: Gil Vicente, Camões, P. António Vieira, Bocage, Garrett, Herculano, Fernando Pessoa, Aquilino... Só Antero e Junqueiro tiveram também o seu momento de popularidade.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas nada que se assemelhe ao que se passou com João de Deus. Por quê? Sim, por quê? Por quê, por exemplo, haver um liceu, que foi, deixou de ser, voltou a ser de João de Deus? Por quê uma escola técnica teve, e creio que ainda tem, como patrono, João de Deus? E há um externato de João de Deus; e houve um colégio, no Porto, que era de João de Deus. E há a Associação de Cegos João de Deus. E há os jardins-escolas João de Deus. E há, por todas as cidades, e muitas vilas, deste pais, as ruas de João de Deus - mesmo que, em algumas, como nesta nossa em que vivemos, faltem a respetiva tabuleta e a indicação do nome. Há vilas e aldeias com o nome de João de Deus em pequenas ou grandes ruas. Aqui em Faro temos uma alameda que é, como lá está escrito numa das entradas, &amp;quot;Campo de Flores&amp;quot; com o nome do Poeta.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Conferência na inauguração das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;Separata do nº VIII dos &amp;quot;Anais do Município&amp;quot; Vários. P. 1-11&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Poetas]][[Category:Teatro]][[Category:Loulé]][[Category:Faro]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Patronos]][[Category:Projeto Magalhães e os Poetas Algarvios]]&lt;/div&gt;</summary>
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 Título: '''Mais uma fala acerca de João de Deus'''&amp;lt;br /&amp;gt;Autor: Joaquim Peixoto Magalhães&amp;lt;br /&amp;gt;Natureza / Tipo: Conferência / separata — alocução pronunciada por ocasião da inauguração de uma exposição comemorativa (bodas de diamante da Biblioteca Municipal de Faro) sobre João de Deus, e publicada nos “Anais do Município de Faro”, volume VIII, 1979.&amp;lt;br /&amp;gt;Local / Editora / Data de publicação: Faro; Ano: 1979; foi publicada como separata dos “Anais do Município de Faro, n.º VIII”.&amp;lt;br /&amp;gt;Contexto: A conferência visava homenagear João de Deus e foi proferida na inauguração da Exposição Comemorativa das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Conferência na inauguração da Exposição Comemorativa das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro, 7 de maio de 1977, publicada no VIII volume dos &amp;quot;Anais do Município&amp;quot;, 1979 &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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'''Mais uma fala acerca de JOÃO DE DEUS'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;Senhor Governador Civil&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Senhor Presidente da Câmara Municipal&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Minhas senhoras, meus senhores&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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Sempre que se fala ou escreve de João de Deus, a imagem, que imediatamente ocorre e vemos, no écran ou pantalha interior da nossa Cinemateca intelectual, é a do Poeta. O Poeta do Amor, o autor do &amp;lt;Campo de Flores, que começaram por ser &amp;lt;Flores do Campo&amp;gt;. O Poeta inspirou a outro, Afonso Lopes Vieira, essa obra-prima de antologia que é &amp;lt;0 Livro de Amor de João de Deus, título, como todos sabem, do florilégio lírico extraído do &amp;lt;Campo de Flores&amp;gt;), no alambique requintado da sensibilidade do antologiador. Mas, se continuamos a evocar João de Deus, logo os transistores da nossa mecânica cerebral põem em atividade o computador da nossa memoria de pessoas cultas e ocorre-nos a imagem, e a pessoa, e a ação do autor da &amp;lt;Cartilha Maternal, essa Arte de Leitura&amp;gt; que deu brado, e foi notícia, e foi polémica, nos anos 70 e tal, oitenta, do século passado, isto é, há precisamente cem anos.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Convenhamos em que, apesar de tudo, estas duas sequências da nossa evocação, não nos chegam para entender o facto de ter sido e ser João de Deus o mais consagrado dos poetas ou escritores portugueses pelos seus próprios contemporâneos. Com efeito, nenhum outro logrou a coroa de louros, em vida, que foi atribuída a João de Deus. Podemos percorrer a galeria, longa e variada, do nosso passado cultural, e não encontramos nenhum escritor, poeta ou prosador, que tivesse tido, em vida, a consagração que João de Deus mereceu. Lembremos alguns: Gil Vicente, Camões, P. António Vieira, Bocage, Garrett, Herculano, Fernando Pessoa, Aquilino... Só Antero e Junqueiro tiveram também o seu momento de popularidade.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas nada que se assemelhe ao que se passou com João de Deus. Por quê? Sim, por quê? Por quê, por exemplo, haver um liceu, que foi, deixou de ser, voltou a ser de João de Deus? Por quê uma escola técnica teve, e creio que ainda tem, como patrono, João de Deus? E há um externato de João de Deus; e houve um colégio, no Porto, que era de João de Deus. E há a Associação de Cegos João de Deus. E há os jardins-escolas João de Deus. E há, por todas as cidades, e muitas vilas, deste pais, as ruas de João de Deus - mesmo que, em algumas, como nesta nossa em que vivemos, faltem a respetiva tabuleta e a indicação do nome. Há vilas e aldeias com o nome de João de Deus em pequenas ou grandes ruas. Aqui em Faro temos uma alameda que é, como lá está escrito numa das entradas, &amp;quot;Campo de Flores&amp;quot; com o nome do Poeta.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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'''Conferência na inauguração das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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 Título: '''Mais uma fala acerca de João de Deus'''&amp;lt;br /&amp;gt;Autor: Joaquim Peixoto Magalhães&amp;lt;br /&amp;gt;Natureza / Tipo: Conferência / separata — alocução pronunciada por ocasião da inauguração de uma exposição comemorativa (bodas de diamante da Biblioteca Municipal de Faro) sobre João de Deus, e publicada nos “Anais do Município de Faro”, volume VIII, 1979.&amp;lt;br /&amp;gt;Local / Editora / Data de publicação: Faro; Ano: 1979; foi publicada como separata dos “Anais do Município de Faro, n.º VIII”.&amp;lt;br /&amp;gt;Contexto: A conferência visava homenagear João de Deus e foi proferida na inauguração da Exposição Comemorativa das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro.&lt;br /&gt;
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*Conferência na inauguração da Exposição Comemorativa das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro, 7 de maio de 1977, publicada no VIII volume dos &amp;quot;Anais do Município&amp;quot;, 1979 &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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Minhas senhoras, meus senhores&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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Sempre que se fala ou escreve de João de Deus, a imagem, que imediatamente ocorre e vemos, no écran ou pantalha interior da nossa Cinemateca intelectual, é a do Poeta. O Poeta do Amor, o autor do &amp;lt;Campo de Flores, que começaram por ser &amp;lt;Flores do Campo&amp;gt;. O Poeta inspirou a outro, Afonso Lopes Vieira, essa obra-prima de antologia que é &amp;lt;0 Livro de Amor de João de Deus, título, como todos sabem, do florilégio lírico extraído do &amp;lt;Campo de Flores&amp;gt;), no alambique requintado da sensibilidade do antologiador. Mas, se continuamos a evocar João de Deus, logo os transistores da nossa mecânica cerebral põem em atividade o computador da nossa memoria de pessoas cultas e ocorre-nos a imagem, e a pessoa, e a ação do autor da &amp;lt;Cartilha Maternal, essa Arte de Leitura&amp;gt; que deu brado, e foi notícia, e foi polémica, nos anos 70 e tal, oitenta, do século passado, isto é, há precisamente cem anos.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Convenhamos em que, apesar de tudo, estas duas sequências da nossa evocação, não nos chegam para entender o facto de ter sido e ser João de Deus o mais consagrado dos poetas ou escritores portugueses pelos seus próprios contemporâneos. Com efeito, nenhum outro logrou a coroa de louros, em vida, que foi atribuída a João de Deus. Podemos percorrer a galeria, longa e variada, do nosso passado cultural, e não encontramos nenhum escritor, poeta ou prosador, que tivesse tido, em vida, a consagração que João de Deus mereceu. Lembremos alguns: Gil Vicente, Camões, P. António Vieira, Bocage, Garrett, Herculano, Fernando Pessoa, Aquilino... Só Antero e Junqueiro tiveram também o seu momento de popularidade.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas nada que se assemelhe ao que se passou com João de Deus. Por quê? Sim, por quê? Por quê, por exemplo, haver um liceu, que foi, deixou de ser, voltou a ser de João de Deus? Por quê uma escola técnica teve, e creio que ainda tem, como patrono, João de Deus? E há um externato de João de Deus; e houve um colégio, no Porto, que era de João de Deus. E há a Associação de Cegos João de Deus. E há os jardins-escolas João de Deus. E há, por todas as cidades, e muitas vilas, deste pais, as ruas de João de Deus - mesmo que, em algumas, como nesta nossa em que vivemos, faltem a respetiva tabuleta e a indicação do nome. Há vilas e aldeias com o nome de João de Deus em pequenas ou grandes ruas. Aqui em Faro temos uma alameda que é, como lá está escrito numa das entradas, &amp;quot;Campo de Flores&amp;quot; com o nome do Poeta.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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'''Conferência na inauguração das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;Separata do nº VIII dos &amp;quot;Anais do Município&amp;quot; Vários. P. 1-11&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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 Título: '''Mais uma fala acerca de João de Deus'''&amp;lt;br /&amp;gt;Autor: Joaquim Peixoto Magalhães&amp;lt;br /&amp;gt;Natureza / Tipo: Conferência / separata — alocução pronunciada por ocasião da inauguração de uma exposição comemorativa (bodas de diamante da Biblioteca Municipal de Faro) sobre João de Deus, e publicada nos “Anais do Município de Faro”, volume VIII, 1979.&amp;lt;br /&amp;gt;Local / Editora / Data de publicação: Faro; Ano: 1979; foi publicada como separata dos “Anais do Município de Faro, n.º VIII”.&amp;lt;br /&amp;gt;Contexto: A conferência visava homenagear João de Deus e foi proferida na inauguração da Exposição Comemorativa das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro.&lt;br /&gt;
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*Conferência na inauguração da Exposição Comemorativa das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro, 7 de maio de 1977, publicada no VIII volume dos &amp;quot;Anais do Município&amp;quot;, 1979 &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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Sempre que se fala ou escreve de João de Deus, a imagem, que imediatamente ocorre e vemos, no écran ou pantalha interior da nossa Cinemateca intelectual, é a do Poeta. O Poeta do Amor, o autor do &amp;lt;Campo de Flores, que começaram por ser &amp;lt;Flores do Campo&amp;gt;. O Poeta inspirou a outro, Afonso Lopes Vieira, essa obra-prima de antologia que é &amp;lt;0 Livro de Amor de João de Deus, título, como todos sabem, do florilégio lírico extraído do &amp;lt;Campo de Flores&amp;gt;), no alambique requintado da sensibilidade do antologiador. Mas, se continuamos a evocar João de Deus, logo os transistores da nossa mecânica cerebral põem em atividade o computador da nossa memoria de pessoas cultas e ocorre-nos a imagem, e a pessoa, e a ação do autor da &amp;lt;Cartilha Maternal, essa Arte de Leitura&amp;gt; que deu brado, e foi notícia, e foi polémica, nos anos 70 e tal, oitenta, do século passado, isto é, há precisamente cem anos.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Convenhamos em que, apesar de tudo, estas duas sequências da nossa evocação, não nos chegam para entender o facto de ter sido e ser João de Deus o mais consagrado dos poetas ou escritores portugueses pelos seus próprios contemporâneos. Com efeito, nenhum outro logrou a coroa de louros, em vida, que foi atribuída a João de Deus. Podemos percorrer a galeria, longa e variada, do nosso passado cultural, e não encontramos nenhum escritor, poeta ou prosador, que tivesse tido, em vida, a consagração que João de Deus mereceu. Lembremos alguns: Gil Vicente, Camões, P. António Vieira, Bocage, Garrett, Herculano, Fernando Pessoa, Aquilino... Só Antero e Junqueiro tiveram também o seu momento de popularidade.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas nada que se assemelhe ao que se passou com João de Deus. Por quê? Sim, por quê? Por quê, por exemplo, haver um liceu, que foi, deixou de ser, voltou a ser de João de Deus? Por quê uma escola técnica teve, e creio que ainda tem, como patrono, João de Deus? E há um externato de João de Deus; e houve um colégio, no Porto, que era de João de Deus. E há a Associação de Cegos João de Deus. E há os jardins-escolas João de Deus. E há, por todas as cidades, e muitas vilas, deste pais, as ruas de João de Deus - mesmo que, em algumas, como nesta nossa em que vivemos, faltem a respetiva tabuleta e a indicação do nome. Há vilas e aldeias com o nome de João de Deus em pequenas ou grandes ruas. Aqui em Faro temos uma alameda que é, como lá está escrito numa das entradas, &amp;quot;Campo de Flores&amp;quot; com o nome do Poeta.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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'''Conferência na inauguração das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
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[[File:MaisUmaFalaAcercaDeJoaoDeDeuscapa-FotoDeJMNaPag7DaBrochuraRuaJM-Albufeira.jpg|150px|left]]&lt;br /&gt;
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 Título: '''Mais uma fala acerca de João de Deus'''&amp;lt;br /&amp;gt;Autor: Joaquim Peixoto Magalhães&amp;lt;br /&amp;gt;Natureza / Tipo: Conferência / separata — alocução pronunciada por ocasião da inauguração de uma exposição comemorativa (bodas de diamante da Biblioteca Municipal de Faro) sobre João de Deus, e publicada nos “Anais do Município de Faro”, volume VIII, 1979.&amp;lt;br /&amp;gt;Local / Editora / Data de publicação: Faro; Ano: 1979; foi publicada como separata dos “Anais do Município de Faro, n.º VIII”.&amp;lt;br /&amp;gt;Contexto: A conferência visava homenagear João de Deus e foi proferida na inauguração da Exposição Comemorativa das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Conferência na inauguração da Exposição Comemorativa das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro, 7 de maio de 1977, publicada no VIII volume dos &amp;quot;Anais do Município&amp;quot;, 1979 &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mais uma fala acerca de JOÃO DE DEUS'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;Senhor Governador Civil&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Senhor Presidente da Câmara Municipal&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Minhas senhoras, meus senhores&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Sempre que se fala ou escreve de João de Deus, a imagem, que imediatamente ocorre e vemos, no écran ou pantalha interior da nossa Cinemateca intelectual, é a do Poeta. O Poeta do Amor, o autor do &amp;lt;Campo de Flores, que começaram por ser &amp;lt;Flores do Campo&amp;gt;. O Poeta inspirou a outro, Afonso Lopes Vieira, essa obra-prima de antologia que é &amp;lt;0 Livro de Amor de João de Deus, título, como todos sabem, do florilégio lírico extraído do &amp;lt;Campo de Flores&amp;gt;), no alambique requintado da sensibilidade do antologiador. Mas, se continuamos a evocar João de Deus, logo os transistores da nossa mecânica cerebral põem em atividade o computador da nossa memoria de pessoas cultas e ocorre-nos a imagem, e a pessoa, e a ação do autor da &amp;lt;Cartilha Maternal, essa Arte de Leitura&amp;gt; que deu brado, e foi notícia, e foi polémica, nos anos 70 e tal, oitenta, do século passado, isto é, há precisamente cem anos.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Convenhamos em que, apesar de tudo, estas duas sequências da nossa evocação, não nos chegam para entender o facto de ter sido e ser João de Deus o mais consagrado dos poetas ou escritores portugueses pelos seus próprios contemporâneos. Com efeito, nenhum outro logrou a coroa de louros, em vida, que foi atribuída a João de Deus. Podemos percorrer a galeria, longa e variada, do nosso passado cultural, e não encontramos nenhum escritor, poeta ou prosador, que tivesse tido, em vida, a consagração que João de Deus mereceu. Lembremos alguns: Gil Vicente, Camões, P. António Vieira, Bocage, Garrett, Herculano, Fernando Pessoa, Aquilino... Só Antero e Junqueiro tiveram também o seu momento de popularidade.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Mas nada que se assemelhe ao que se passou com João de Deus. Por quê? Sim, por quê? Por quê, por exemplo, haver um liceu, que foi, deixou de ser, voltou a ser de João de Deus? Por quê uma escola técnica teve, e creio que ainda tem, como patrono, João de Deus? E há um externato de João de Deus; e houve um colégio, no Porto, que era de João de Deus. E há a Associação de Cegos João de Deus. E há os jardins-escolas João de Deus. E há, por todas as cidades, e muitas vilas, deste pais, as ruas de João de Deus - mesmo que, em algumas, como nesta nossa em que vivemos, faltem a respetiva tabuleta e a indicação do nome. Há vilas e aldeias com o nome de João de Deus em pequenas ou grandes ruas. Aqui em Faro temos uma alameda que é, como lá está escrito numa das entradas, &amp;quot;Campo de Flores&amp;quot; com o nome do Poeta.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Conferência na inauguração das Bodas de Diamante da Biblioteca Municipal de Faro'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
In: &amp;quot;Separata do nº VIII dos &amp;quot;Anais do Município&amp;quot; Vários. P. 1-11&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesEOPoetasAlgarviosLogoWiki.png|1000px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Autores]][[Category:Escritores]][[Category:Poetas]][[Category:Teatro]][[Category:Loulé]][[Category:Faro]][[Category:Agr. João de Deus, em Faro]][[Category:Patronos]][[Category:Projeto Magalhães e os Poetas Algarvios]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

	<entry>
		<id>https://wikialgarve.pt/autoresalgarvios/index.php?title=Magalh%C3%A3es,_Joaquim_-_Romance_do_Poeta_Aleixo&amp;diff=63140</id>
		<title>Magalhães, Joaquim - Romance do Poeta Aleixo</title>
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				<updated>2025-12-09T12:18:26Z</updated>
		
		<summary type="html">&lt;p&gt;Admin: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;lt;center&amp;gt;[[File:MagalhaesLeituras-Logo-estr.png|800px]]&amp;lt;/center&amp;gt;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Romance Poeta Aleixo.jpg|150px]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Título - '''Romance do Poeta Aleixo'''&amp;lt;br /&amp;gt;Autor - Joaquim Peixoto Magalhães&amp;lt;br /&amp;gt;Ano de edição - 1959&amp;lt;br /&amp;gt;Natureza / Género - Poema — um esboço biográfico - poético dedicado a António Aleixo, em estilo de “romance” poético.&amp;lt;br /&amp;gt;Contexto - A obra foi escrita integralmente em verso, com 206 estrofes (“duzentos e seis, mais precisamente”).&amp;lt;br /&amp;gt; — Foi lida publicamente pela primeira vez em 1959, numa sessão que antecedeu a representação de “Auto do Curandeiro” em Faro, interpretada pelo grupo cénico do teatro amador local.  A partir da insistência de ouvintes, o poema foi publicado posteriormente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Joaquim Magalhães''' - ''Romance do Poeta Aleixo''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Prefácio  do livro '''Romance do Poeta Aleixo''' com o título '''POEMA NUMA GAVETA''' - (pág. 3)&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Novembro de 1949, poucos dias depois da morte do poeta '''António Aleixo''', ainda fortemente emocionado pelo acontecimento escreveu o autor este &amp;lt;romance &amp;gt;.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Guardado e esquecido numa gaveta, aguardou quase dez anos a oportunidade de ser tirado e lido em público antes da primeira representação, em Faro, do &amp;lt;Auto do Curandeiro&amp;gt; do poeta popular, pelo grupo dos amadores do T. A. F..&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Por sugestão de vários assistentes ao espetáculo, agora se publica.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que o seja em boa hora.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Transcreve-se, de seguida, o início e o final do poema''':&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Início''' &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em Vila Real aquela,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
A das ruas em esquadria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Foi que nasceu o cantor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De inspiração mais singela&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
E mais popular sabor&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Desta província algarvia.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Lá, foi menino e brincou,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Naquela alegre inocência&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De correr e de brincar,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que é toda a nossa ciência,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Antes de a vida pesar.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Até os seis ou sete anos,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Na terra natal viveu;&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Depois, foi ao seu destino,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
P'ra Loulé, onde aprendeu&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Os primeiros rudimentos,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Que a vida lhe ensinaria,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
De um longo rol de tormentos,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em que tudo passaria.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(P.5)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* '''Final'''&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
«E, como as folhas caindo,&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
também da vida tombou&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
o coração que a cantou:&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
a alma ao corpo fugiu&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
e o pobre Aleixo partiu,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
num dia formoso e lindo.»&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
«Mas na sua garra fria&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
a morte apenas levou&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
consigo o homem mortal,&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
que o poeta, esse, ficou,&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
p'ra todo o sempre imortal &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
na sua terra algarvia,&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
pois os versos que ditou, &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
porque escrever mal sabia, &amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
eu juro à fé de quem sou,&amp;lt;br /&amp;gt; &lt;br /&gt;
são da mais séria poesia&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
que em português se cantou»'.&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Palavra de Professor de Liceu!&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(P.15 e 16)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Pode ler o poema todo no seguinte link:&lt;br /&gt;
https://agr-tc.pt/bibliotecas/JM/ORomanceDoPoetaAleixo-LivroDeJoaquimMagalhaes-1959.pdf&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* O mesmo Poema foi republicado no jornal ''&amp;quot;Preto no Branco&amp;quot;'' da Escola Secundária de João de Deus  nº 5, de Abril de 1985, com o título ''&amp;quot;O Poeta Aleixo - O Romance da sua vida...&amp;quot;'', ilustrado com uma xilogravura de '''Manuel Cabanas''', com desenho de '''Tóssan'''.&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Admin</name></author>	</entry>

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